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Contencioso de escala como desafio de negócio, não só jurídico
Empresas que lidam diariamente com milhares de processos de consumo sabem que o contencioso de escala vai muito além da esfera jurídica. Cada ação representa não apenas um risco de condenação, mas também custos, impactos reputacionais e reflexos diretos na operação do negócio.
Quando tratado apenas como um problema jurídico, o contencioso tende a crescer em escala e complexidade. A gestão processual isolada não oferece respostas suficientes para quem precisa de previsibilidade, eficiência e redução efetiva do passivo.
O caminho estratégico está em reconhecer que o contencioso de escala é, antes de tudo, um desafio de negócio. Isso significa traduzir dados processuais em informações relevantes para diretores jurídicos, CFOs e demais executivos que tomam decisões sobre orçamento, alocação de recursos e governança corporativa.
Essa visão permite:
- Mensurar o impacto financeiro das ações, com dashboards claros e relatórios executivos.
- Planejar campanhas de acordo em escala, que reduzem custos e garantem previsibilidade no fluxo de caixa.
- Diminuir a carteira contenciosa, ao priorizar estratégias que encerram litígios de forma inteligente.
- Atuar preventivamente, conectando o jurídico a áreas como contratos, marketing, SAC e compliance, para reduzir a judicialização futura.
Encarar o contencioso de escala como um desafio corporativo amplia o papel do jurídico dentro da organização: de área que reage a demandas, para área que gera previsibilidade, otimiza custos e fortalece a governança. É nesse ponto que a atuação deixa de ser apenas técnica e passa a ter impacto direto na sustentabilidade do negócio.
— Luis Gustavo Leão, sócio das áreas de Consumidor e Digital do Viseu
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