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	<title>Arquivos Imobiliário | Viseu Advogados</title>
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	<description>Advogados Associados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Feb 2026 23:06:49 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivos Imobiliário | Viseu Advogados</title>
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		<title>Cláusulas restritivas ao direito de propriedade &#8211; inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 17:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cláusulas restritivas ao direito de propriedade &#8211; inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade &#8211; ocupam papel relevante na estruturação de planejamentos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As cláusulas restritivas ao direito de propriedade &#8211; inalienabilidade, impenhorabilidade e incomunicabilidade &#8211; ocupam papel relevante na estruturação de planejamentos patrimoniais, sucessórios e imobiliários, especialmente em contextos que envolvem preservação de patrimônio familiar, prevenção de riscos econômicos e organização da sucessão. Apesar de sua ampla utilização, esses institutos ainda geram dúvidas recorrentes quanto ao seu alcance jurídico, à sua validade e aos limites impostos pela legislação vigente.</p>
<p>Em um cenário marcado por maior complexidade patrimonial, aumento da judicialização e mudanças constantes nas estruturas familiares e empresariais, a imposição de cláusulas restritivas sem adequada fundamentação pode produzir efeitos indesejados. Entre eles, destacam-se a restrição excessiva da autonomia do beneficiário, entraves à gestão eficiente dos bens, conflitos entre herdeiros e questionamentos judiciais sobre a legalidade das disposições impostas.</p>
<p>Na Revista de Direito Imobiliário do IBRADIM, edição nº 11, Rodrigo Palacios, sócio da área Imobiliária do Viseu, apresenta um estudo técnico e aprofundado sobre essas cláusulas, conectando sua origem histórica, desde o direito romano, passando pelas experiências europeias, à consolidação do tema no ordenamento jurídico brasileiro contemporâneo.</p>
<p>A análise demonstra como esses institutos foram moldados ao longo do tempo para equilibrar a autonomia da vontade do instituidor com a proteção patrimonial dos beneficiários e a função social da propriedade.</p>
<p>O artigo examina, de forma sistematizada, a natureza jurídica das cláusulas restritivas como limitações reais ao direito de propriedade, seus efeitos diretos sobre o uso, a administração e a disposição dos bens, bem como os impactos práticos da exigência de justa causa para a imposição dessas restrições sobre bens da legítima, conforme estabelecido pelo Código Civil de 2002.</p>
<p>Também são analisadas as hipóteses em que a legislação e a jurisprudência admitem a flexibilização dessas cláusulas, especialmente por meio de autorização judicial e da sub-rogação, permitindo a adaptação do patrimônio às mudanças econômicas e pessoais do beneficiário sem descaracterizar a finalidade original da proteção patrimonial.</p>
<p>“O uso adequado das cláusulas restritivas exige equilíbrio entre a autonomia da vontade e a função social da propriedade, especialmente no contexto sucessório”, explica Palacios.</p>
<p>Ao integrar fundamentos históricos, evolução legislativa e aplicação prática, o estudo contribui para decisões mais seguras e estrategicamente alinhadas aos objetivos patrimoniais e sucessórios, oferecendo subsídios relevantes para advogados, gestores jurídicos, administradores de patrimônio e famílias que buscam estruturar a proteção de seus bens de forma juridicamente consistente e funcional.</p>
<p>O artigo completo pode ser conferido na página 376 da Revista de Direito Imobiliário do IBRADIM. Acesse a publicação e confira o conteúdo na íntegra <a href="https://ibradim.org.br/publicacoes/revista-direito-imobiliario/edicao-11/" target="_blank" rel="noopener"><strong>clicando aqui</strong></a>.</p>
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		<title>Locações por curta temporada em imóveis HMP: O que muda na prática para síndicos, administradoras e investidores</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/locacoes-por-curta-temporada-em-imoveis-hmp-o-que-muda-na-pratica-para-sindicos-administradoras-e-investidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Dec 2025 22:15:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nosso sócio da área Imobiliária, Rodrigo Palacios, teve acesso a uma decisão liminar prolatada recentemente pelo juízo da 23ª Vara...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Nosso sócio da área Imobiliária, Rodrigo Palacios, teve acesso a uma decisão liminar prolatada recentemente pelo juízo da 23ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo/SP (Processo nº 4049058-21.2025.8.26.0100) onde um grupo de condôminos de um empreendimento classificado inteiramente como Habitação de Mercado Popular (HMP) pediu em juízo a suspensão de assembleia convocada justamente para discutir se o condomínio poderia liberar locações de curta temporada via plataformas digitais. Conforme mencionado, no condomínio réu todas as suas 237 (duzentos e trinta e sete) unidades habitacionais são classificadas como HMP (Habitação de Mercado Popular), com destinação social registrada nas matrículas e inseridas em um projeto de PPP habitacional com o Município.</p>
<p style="font-weight: 400;">Diante disso, o juiz da causa concedeu a liminar pleiteada, suspendeu a assembleia e proibiu novas deliberações sobre o tema enquanto o processo tramita, justamente porque:</p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">O empreendimento é 100% HMP, ou seja, pensado para provisão habitacional de famílias de determinada faixa de renda;</li>
<li>O Decreto municipal 64.244/2025 passou a tratar aluguel de curta duração em HIS/HMP como uso incompatível com essa finalidade, não sendo considerado “provisão habitacional” nesses casos.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Em outras palavras: naquele condomínio específico, a combinação (i) destinação HMP de todas as unidades + (ii) decreto municipal impossibilita o modelo de curta temporada em todo o prédio.</p>
<p style="font-weight: 400;"><em><strong>“Mas então imóvel HIS/HMP não pode ser locado?”</strong></em></p>
<p style="font-weight: 400;">Pode, sim (e isso precisa ficar claro). O que mudou não é a possibilidade de locação em si, mas o jeito de locar. Em São Paulo/SP, depois do Decreto 64.244/2025, em linhas gerais:</p>
<ul>
<li>Quem pode ser locatário de unidades HIS/HMP: a unidade deve continuar atendendo o público-alvodo programa (faixas de renda definidas pelo município). Locar para público fora dessa faixa desvirtua a política habitacional, abrindo margem para sanção administrativa dos culpados;</li>
<li>Quanto se pode cobrar de aluguel: o decreto limita o valor do aluguel a um teto vinculado à renda máxima de cada faixa – em regra, até 30% da renda de referência da categoria (HIS 1, HIS 2 ou HMP); e</li>
<li>Para qual uso: é vedada a locação para fins temporários, como curta temporada típica de hospedagem (locações por diárias ou por temporada), justamente por não ser tratada como “moradia” dentro do regime HIS/HMP.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Ou seja: HIS e HMP podem ser alugados, mas dentro de um “corredor estreito”, qual seja: público certo, valor limitado e uso habitacional estável.</p>
<p style="font-weight: 400;"><em><strong>“E quando o empreendimento é misto (HIS/HMP + R2v)?”</strong></em></p>
<p style="font-weight: 400;"><strong> </strong>Agora entra a comparação que costuma confundir investidores e condôminos. Imagine um empreendimento com dois tipos de unidades:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Parte das unidades enquadradas como HIS/HMP, com destinação social averbada em matrícula e submetidas ao Decreto 64.244/2025; e</li>
<li>Outra parte classificada apenas como R2v, por exemplo (uso residencial vertical comum, sem vínculo à política habitacional).</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Nesse cenário, faz sentido jurídico tratar de forma diferente:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>As unidades HIS/HMP continuam “amarradas” às regras de habitação popular: controle de renda, teto de aluguel e vedação a curta temporada; e</li>
<li>As unidades R2v, por outro lado, podem ser locadas em qualquer modalidade (anual, temporada, corporativo, plataforma digital), desde que:
<ul>
<li>respeitem a legislação urbanística em geral; e</li>
<li>sigam o que a convenção do condomínio e/ou as assembleias válidas que efetivamente as autorizarem caso a convenção não permita.</li>
</ul>
</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Em um mesmo prédio, portanto, você pode ter:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Um grupo de unidades em que Airbnb será vedado com base na legislação atual (HIS/HMP); e</li>
<li>Outro grupo em que o debate é mais aberto, condicionado basicamente à autonomia condominial e ao zoneamento, quando muito (R2v).</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">O caso objeto do presente ilustra justamente o extremo oposto: quando 100% das unidades são HMP, o condomínio não tem “zona de livre uso” para curta temporada – e a tentativa de liberar esse modelo por assembleia tende a esbarrar na legislação municipal e na própria lógica da política habitacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para síndicos, administradoras e investidores, a mensagem prática é simples: antes de discutir locação em assembleia (especialmente de curta temporada), é preciso olhar qual é o enquadramento urbanístico e habitacional de cada unidade, e não só a convenção de condomínio.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>ALERTA IMOBILIÁRIO &#124; JULGAMENTOS E DECISÕES QUE IMPACTAM O SETOR E REFORÇAM A SEGURANÇA JURÍDICA</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/alerta-imobiliario-julgamentos-e-decisoes-que-impactam-o-setor-e-reforcam-a-seguranca-juridica-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 11:39:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão em SP limita locações de curta temporada em edifícios 100% HMP NA CIDADE DE SÃO PAULO/SP, NEM TODA UNIDADE...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Decisão em SP limita </span><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">locações de curta temporada em edifícios 100% HMP</span></h3>
<p><em>NA CIDADE DE SÃO PAULO/SP, NEM TODA UNIDADE “POPULAR” PODE VIRAR AIRBNB/BOOKING. </em></p>
<p>Recentemente, na 23ª Vara Cível de São Paulo/SP (Proc. 4049058-21.2025.8.26.0100), um grupo de condôminos de empreendimento 100% HMP (todas as 237 unidades classificadas como Habitação de Mercado Popular, com destinação social averbada em matrícula e inseridas em PPP habitacional) obteve liminar para:</p>
<ul>
<li>Suspender assembleia que discutiria locação de curta temporada via plataformas digitais; e</li>
<li>Proibir novas deliberações sobre o tema enquanto durar o processo.</li>
</ul>
<p><strong>Motivo central:</strong> O prédio é inteiramente HMP, voltado à provisão habitacional de famílias em determinada faixa de renda;</p>
<p>O Decreto municipal 64.244/2025 considera o aluguel de curta duração em HIS/HMP incompatível com essa finalidade, não o tratando como “provisão habitacional”. Ou seja: nesse condomínio específico, a combinação (100% HMP + decreto) impossibilita o modelo de curta temporada em todo o prédio. Isso NÃO significa que imóveis HIS/HMP não possam ser locados. Podem sim, mas com limites:</p>
<ul>
<li>Quem pode ser locatário: o público deve permanecer dentro da faixa de renda prevista pela política habitacional;</li>
<li>Quanto se pode cobrar: o aluguel fica limitado a teto vinculado à renda de referência (em regra, até 30%);</li>
</ul>
<p><strong>Para qual uso:</strong> é vedada a locação para fins temporários (diárias/temporada tipo hospedagem).</p>
<p><strong>E num empreendimento misto (HIS/HMP + R2v)?  </strong></p>
<p>As unidades HIS/HMP permanecem sujeitas às travas da política habitacional (renda, valor, vedação à curta temporada);</p>
<p>As unidades R2v podem, em tese, ser locadas em qualquer modalidade, desde que respeitem o zoneamento e o que a convenção/assembleias validamente autorizarem. Mensagem prática para síndicos, administradoras e investidores: antes de pautar “Airbnb” em assembleia, é indispensável conferir o enquadramento urbanístico e habitacional de cada unidade, e não apenas a convenção de condomínio.</p>
<h3><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Imóvel em nome de PJ pode ser impenhorável</span><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">, decide a Justiça</span></h3>
<p>Nossa sócio da área Imobiliária, Rodrigo Palacios, teve acesso a uma decisão recente da 20ª Vara Cível de Curitiba que trouxe um importante precedente sobre a aplicação da Lei 8.009/90. A juíza da causa reconheceu a impenhorabilidade de imóvel registrado em nome de pessoa jurídica, mas efetivamente utilizado como moradia familiar.</p>
<p>No caso concreto os devedores ajuizaram ação para cancelar penhora de imóvel avaliado em R$ 1,027 milhão, formalmente registrado em nome de empresa. A prova produzida incluiu auto de avaliação do Oficial de Justiça, notas fiscais, fotos da residência e até recibos de transporte por aplicativo – todos demonstrando o uso residencial efetivo.</p>
<ul>
<li><strong>Fundamentos jurídicos sólidos:</strong> A decisão se baseou no artigo 1º da Lei 8.009/90: &#8220;o imóvel residencial próprio do casal, ou da entidade familiar, é impenhorável&#8221;.</li>
<li><strong>Mais importante:</strong> citou precedente do STJ que estabelece que &#8220;a propriedade formal não deve prevalecer sobre a realidade da função social do imóvel&#8221; (REsp 1514567-SP, Min. Maria Isabel Gallotti).</li>
<li><strong>Questões processuais superadas:</strong> O credor contestou alegando inadequação da via processual e ilegitimidade ativa. A magistrada rejeitou ambas as preliminares, aplicando o princípio da primazia da resolução do mérito (art. 4º do CPC) e reconhecendo que a proteção da Lei 8.009/90 abrange núcleos familiares extensos.</li>
<li><strong>Precedente relevante:</strong> A sentença ainda citou recente julgado do STJ (AgInt no AREsp 2716269/RJ, fev/2025) confirmando que &#8220;imóveis residenciais de alto padrão ou de luxo não estão excluídos da proteção conferida aos bens de família pela Lei n. 8.009/90, independentemente do seu valor econômico&#8221;.</li>
</ul>
<p>Esta decisão reforça que a proteção do bem de família deve ser interpretada teleologicamente, priorizando a dignidade da pessoa humana sobre formalismos registrais.</p>
<h3>Justiça impõe ônus da prova às plataformas em fraudes de assinatura</h3>
<p>Decisão recente da 1ª Vara Empresarial de São Paulo/SP (processo 1016234-60.2025.8.26.0100) traz questionamentos importantes sobre a responsabilidade de plataformas digitais na validação de contratos.</p>
<p><strong>Os fatos:</strong> Uma mulher teve seus dados utilizados fraudulentamente por ex-colega para celebrar contrato de locação em plataforma digital. Meses depois, a vítima descobriu estar registrada como locatária, recebendo cobranças e enfrentando processo arbitral.</p>
<p><strong>O ponto central da decisão:</strong> O juiz da causa estabeleceu que o ônus de comprovar a autenticidade da assinatura é da plataforma, não do usuário que a contesta.</p>
<p><strong>Aspectos técnico-jurídicos relevantes:</strong></p>
<ul>
<li>Assinatura digital sem certificação ICP-Brasil &#8211; A plataforma DocuSign, utilizada no contrato, não possui certificação da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira. Pela MP 2200-2/2001, art. 10, §2º, isso afasta a presunção de autenticidade quando a pessoa nega a assinatura.</li>
<li>Falhas na verificação &#8211; O RG apresentado no sistema não pertencia à autora. Mais grave: a plataforma digital tentou comprovar a legitimidade usando as próprias fotos que a vítima havia juntado nos autos, conduta que o juiz da causa classificou como beirando a má-fé processual.</li>
<li>Aplicação do art. 167 do Código Civil &#8211; Reconhecida a simulação (fraude), o contrato foi declarado nulo. Consequentemente, a sentença arbitral baseada neste contrato também foi anulada, por força do art. 32, I da Lei 9.307/96.</li>
<li>Responsabilidade objetiva &#8211; Embora tenha afastado o CDC (aplicando Lei do Inquilinato), o magistrado responsabilizou a plataforma por falha na prestação de serviços, fixando danos morais de R$ 10.000,00 (dez mil reais).</li>
</ul>
<p><strong>A lição:</strong> Plataformas digitais não podem se escudar na facilidade tecnológica para flexibilizar a segurança jurídica. Devem implementar mecanismos robustos de autenticação, sob pena de responderem pelos prejuízos decorrentes de suas falhas sistêmicas.</p>
<h3>Dívida condominial na RJ: STJ vai unificar a regra</h3>
<p>A Segunda Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acaba de afetar ao rito dos recursos repetitivos uma questão que há anos gera incerteza no mercado imobiliário e empresarial: as dívidas condominiais anteriores ao pedido de recuperação judicial são créditos concursais ou extraconcursais?</p>
<p><strong>A divergência:</strong> O problema surgiu com uma divisão interna no próprio STJ. A Terceira Turma, seguindo o voto do Ministro Marco Aurélio Bellizze no REsp 2.002.590/SP, consolidou o entendimento de que o artigo 49 da Lei 11.101/2005 deve prevalecer: créditos existentes na data do pedido de recuperação são concursais, independentemente da natureza.</p>
<p>Por outro lado, a Quarta Turma mantém posição histórica baseada no artigo 84, III da mesma lei: as dívidas condominiais são sempre extraconcursais por constituírem &#8220;despesas necessárias à administração do ativo&#8221;.</p>
<p><strong>O marco legal que causou a confusão:</strong> A Lei 11.101/2005 trouxe inovação significativa em relação ao antigo Decreto-Lei 7.661/1945. No regime falimentar anterior, as dívidas condominiais eram sempre extraconcursais. A nova lei manteve essa regra para a falência, mas criou sistemática diferente para a recuperação judicial.</p>
<p>O art. 49 estabelece que &#8220;estão sujeitos à recuperação judicial todos os créditos existentes na data do pedido, ainda que não vencidos&#8221;. Já o artigo 84, III, classifica como extraconcursais as &#8220;despesas necessárias à administração do ativo&#8221;. A definição dessa controvérsia impactará diretamente:</p>
<ul>
<li>Condomínios: Se crédito for concursal, receberão conforme plano de recuperação (com possível deságio e prazo dilatado). Se extraconcursal, cobrança integral imediata.</li>
<li>Empresas em recuperação: Créditos concursais ampliam passivo sujeito ao plano; extraconcursais mantêm pressão de caixa imediata.</li>
<li>Administradores judiciais: Necessidade de clareza na classificação de créditos e elaboração de quadro geral.</li>
</ul>
<p><strong>Precedente vinculante em formação:</strong> Com a afetação sob relatoria do Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva (REsp 2.203.524/RJ), todos os processos similares estão suspensos nacionalmente até o julgamento final. A decisão formará precedente qualificado que vinculará toda a magistratura nacional.</p>
<p><strong>A questão delimitada é precisa:</strong> &#8220;definir se as despesas/débitos/cotas condominiais anteriores à recuperação judicial são considerados créditos extraconcursais ou concursais, à luz dos artigos 49 e 84 da Lei nº 11.101/2005&#8221;.</p>
<p>Nosso time imobiliária acompanhará o desfecho dessa importante definição jurisprudencial que promete encerrar duas décadas de insegurança interpretativa.</p>
<h3>Shopping center: prazo de 60 dias não limita direitos, decide STJ</h3>
<p>Decisão recente da 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) consolidou entendimento importante para as relações entre lojistas e administradores de shopping centers.</p>
<p>No REsp 2.045.634/PR, julgado em setembro de 2025, os Ministros decidiram por unanimidade que o prazo de 60 dias previsto no art. 54, §2º da Lei 8.245/91 não tem natureza decadencial.</p>
<p><strong>O que estava em discussão?</strong> O Consórcio Empreendedor do Catuaí Shopping Center sustentava que o lojista perderia o direito de exigir prestação de contas se não o fizesse a cada 60 dias. Uma interpretação que, se aceita, criaria verdadeiras &#8220;armadilhas&#8221; para locatários desatentos.</p>
<p><strong>A decisão da Corte Superior foi no seguinte sentido:</strong> Conforme destacado pela Ministra Isabel Gallotti, o dispositivo legal estabelece apenas &#8220;periodicidade mínima&#8221; para os pedidos, não prazo extintivo. O art. 54, §2º prevê que &#8220;as despesas cobradas do locatário devem ser previstas em orçamento (…), podendo o locatário, a cada sessenta dias, por si ou entidade de classe exigir a comprovação das mesmas&#8221;.</p>
<p><strong>Implicações práticas:</strong> Lojistas mantêm o direito de questionar despesas mesmo após os 60 dias; Administradores não podem alegar decadência para se esquivar da prestação de contas; e A ação judicial permanece viável independentemente do exercício extrajudicial do direito.</p>
<p>Para Rodrigo Palacios, a relatora observou bem ao declarar que &#8220;o intuito da lei é evitar uma avalanche mensal de pedidos de prestação de contas&#8221;, considerando a complexidade operacional dos shopping centers, mas jamais extinguir direitos fundamentais do locatário.</p>
<p>Esta decisão alinha-se ao precedente da 3ª Turma (REsp 2.003.209/PR) e reforça a proteção da parte mais vulnerável na relação locatícia comercial.</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/alerta-imobiliario-julgamentos-e-decisoes-que-impactam-o-setor-e-reforcam-a-seguranca-juridica-5/">ALERTA IMOBILIÁRIO | JULGAMENTOS E DECISÕES QUE IMPACTAM O SETOR E REFORÇAM A SEGURANÇA JURÍDICA</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Perda da propriedade usada no tráfico: STJ reforça que o confisco não pode atingir terceiros de boa-fé</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/perda-da-propriedade-usada-no-trafico-stj-reforca-que-o-confisco-nao-pode-atingir-terceiros-de-boa-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 21:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em decisão paradigmática, a 5ª Turma do STJ reafirmou os limites constitucionais da expropriação confisco de bens em casos de...</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/perda-da-propriedade-usada-no-trafico-stj-reforca-que-o-confisco-nao-pode-atingir-terceiros-de-boa-fe/">Perda da propriedade usada no tráfico: STJ reforça que o confisco não pode atingir terceiros de boa-fé</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="xmsonormal"><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>m d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão paradigmática, a <b>5ª Turma do STJ</b> r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>afirmou os <b>limit<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s constitucionais da <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xpropriação confisco d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ns <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m casos d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> tráfico d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> drogas</b>, ao julgar o AgRg no R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>sp nº 2.188.777/PR, d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>latoria do Ministro R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ynaldo Soar<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s da Fons<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ca (julgado <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m 09/10/2025).</p>
<p class="xmsonormal">O col<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>giado <b>limitou o p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rdim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> uma faz<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nda</b> — utilizada por um dos copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários para o tráfico — <b>ap<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nas à fração p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> ao r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span>u cond<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nado</b>, pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvando os dir<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>itos dos d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mais int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>grant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s da família (m<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ira <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> h<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iros) por r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>conh<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>c<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r a <b>boa-f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span></b> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o princípio da <b>intransc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia da p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>na</b>.</p>
<p class="xmsonormal"><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>m sínt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>: <b>confisco, sim; punição col<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tiva, não.</b></p>
<h3 class="xmsonormal"><b>O Caso</b></h3>
<p class="xmsonormal">A d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> prim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iro grau d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rminou o <b>p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rdim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gral da faz<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nda</b>, sob o fundam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o imóv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l havia sido utilizado como ponto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> apoio logístico para o tráfico int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>stadual d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> drogas. Concluiu-s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a gravidad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> dos fatos <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lação dir<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ta <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a atividad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> criminosa <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m justificariam a <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xpropriação total, com bas<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> no art. 243, parágrafo único, da Constituição F<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ral.</p>
<p class="xmsonormal">Os <b>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mais copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários</b> — <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s, os <b>pais idosos <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>x-<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sposa do cond<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nado</b>— r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>corr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ram d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ssa d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão, sust<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntando <b>aus<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> culpa </b><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>total d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sconh<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto das práticas ilícitas</b>.</p>
<p class="xmsonormal">O Tribunal R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gional F<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ral da 4ª R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gião mant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o confisco, <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndo qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> cab<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ria aos propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários provar<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m a aus<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> culpa <i>in vigilando</i> ou <i>in <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lig<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndo</i>, aplicando, por analogia, o artigo 243 da Constituição F<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ral <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> aos <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntos <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xarados p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lo STF nos <b>T<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mas 399 </b>(<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xpropriação d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s usadas para <b>cultivo d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> plantas psicotrópicas</b>) <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>647 </b>(confisco d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> todo <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qualqu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> valor <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>conômico utilizado <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m cont<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> tráfico ilícito).</p>
<h3 class="xmsonormal"><b> </b><b>Histórico das d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisõ<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s do STJ</b></h3>
<ul>
<li class="xmsonormal"><b>Abr/2025</b>: <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>m d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão monocrática, o r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lator mant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xpropriação do imóv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l rural, diant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da comprovação d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>u uso para o tráfico d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> drogas <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da aus<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> prova, p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>los copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários, d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> agiram s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m culpa — ou s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ja, d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>não sabiam n<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m tinham como sab<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r</b> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>stava s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndo <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mpr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gado na prática criminosa. Assim, a r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rsão d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ss<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ncontraria óbic<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> na <b>Súmula 7/STJ</b>, qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>da o <b>r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> mat<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span>ria fática-probatória</b> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>curso <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sp<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cial.</li>
<li class="xmsonormal"><b>Jul/2025</b>: A 5ª Turma mant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão monocrática ao julgar o Agravo R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntal int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rposto p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>los copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários.</li>
<li class="xmsonormal"><b> S<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>t/2025:</b> O m<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>smo col<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>giado <b>anulou o acórdão ant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rior</b> por violação ao <b>princípio da não surpr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sa</b>, já qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o proc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sso fora julgado s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span>via inclusão <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m pauta, o qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>imp<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>diu a r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>alização d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> sust<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntação oral.</li>
<li class="xmsonormal"><b>Out/2025:</b> No novo julgam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto, pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>val<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>c<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>u o <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>prot<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ção ao t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iro d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>boa-f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span></b>, com l<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>itura proporcional dos arts. <b>60 <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> 63 da L<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>i 11.343/2006</b> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> afastam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto da aplicação do <b>art. 243, parágrafo único, da CF</b>, b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m como do <b>T<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ma 399 do STF</b>. Assim, o <b>p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rdim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto foi limitado à fração p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> ao r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span>u cond<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nado</b>, pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvando-s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a m<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ação da <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>x-<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sposa <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a part<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> dos pais, qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> não participaram n<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>n<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ficiaram da prática criminosa.</li>
</ul>
<h3 class="xmsonormal"><b> </b><b>Por qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> isso importa na prática?</b></h3>
<p><b>T<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iro d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> boa-f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span></b>: Pais idosos, afastados da administração do b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m por razõ<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>saúd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> idad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>, não pod<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sponsabilizados p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lo uso ilícito promovido por filho, para fins d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> tráfico d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> drogas, quando <b>inviáv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l a sup<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvisão <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tiva da propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span></b>.</p>
<p><b>Prot<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ção da família <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da moradia</b>: O STJ r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ssaltou qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rdim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gral atingiria m<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ira <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> h<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iros inoc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s, contrariando a intransc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia da p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>na <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>os valor<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s constitucionais como a prot<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ção da família, do idoso <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da dignidad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ssoa humana.</p>
<p><b>V<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dação à pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sunção d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> culpa</b>: A r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sponsabilização do t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iro não pod<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ass<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntar-s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sunção, sobr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tudo quando o caso não <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nvolv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> — como no <b>T<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ma 399</b> — o cultivo d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> plantas psicotrópicas na propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>, mas sim <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ncontros r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lacionados à prática do tráfico <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o armaz<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> substâncias ilícitas <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m locais fora do conh<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto dos d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mais copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários. <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>xig<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>-s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>, portanto, <b>anális<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> concr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ta das provas <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> das garantias</b> daqu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> não participam da atividad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> criminosa.</p>
<p><b>Co<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia com a jurisprud<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia constitucional</b>: O acórdão cita pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>c<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> do STF, s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gundo o qual não s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> pod<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> impor à <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sposa o d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> “<i><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>vitar a companhia do cônjug<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span></i>” criminoso, afastando qualqu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r id<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ia d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>“<i>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lação</i>” intrafamiliar</b>.</p>
<h3 class="xmsonormal"><b>R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>fl<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xõ<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s </b></h3>
<p class="xmsonormal">O pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>c<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> ajusta a int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rpr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tação do art. 243, parágrafo único, da CF/88 (confisco) <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dos arts. 60 <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> 63 da L<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>i d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> Drogas, conciliando o combat<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tivo ao tráfico com a pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvação dos dir<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>itos fundam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntais d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iros inoc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s. Ganha a co<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia do sist<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ma: a p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>na d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> atingir o culpado, não transbordar sobr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m nada t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m a v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r com o d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lito.</p>
<p class="xmsonormal">Para g<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>stor<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários rurais ou urbanos, o caso r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>força a importância da <i>du<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dilig<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span></i> no uso do b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m, da gov<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rnança mínima (poss<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>, arr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto, guarda d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>chav<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s, visitas, r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gistros) <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da trilha docum<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntal. Mas, quando não houv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r ci<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia ou possibilidad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>al d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> vigilância, o patrimônio d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iros d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvado.</p>
<p class="xmsonormal">
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		<title>HOLDINGS FAMILIARES E BLINDAGEM PATRIMONIAL: QUANDO A PROTEÇÃO NÃO FUNCIONA</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/holdings-familiares-e-blindagem-patrimonial-quando-a-protecao-nao-funciona/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 17:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Societário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma decisão da 15ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP manteve a desconsideração da personalidade jurídica em uma execução ao...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Uma decisão da 15ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP manteve a desconsideração da personalidade jurídica em uma execução ao identificar fatos caracterizadores de uma blindagem: imóveis de alto valor (~R$ 4 milhões) aportados em holding recém-constituída após a contratação da dívida executada, por preço inferior ao de mercado ou valor venal, atendendo o valor do IR do sócio conferente, o que constitui prática comum. Na sequência, transferência gratuita das cotas por meio da partilha de bens no âmbito de um divórcio amigável à ex-cônjuge (durante processo de execução).</p>
<p style="font-weight: 400;">O argumento de “bem de família” da ex-cônjuge não foi acolhido neste caso. Resultado: inclusão dos bens, da empresa e da ex-cônjuge no polo passivo e responsabilização patrimonial. (Proc. 2241164-53.2025.8.26.0000, Rel. Des. Vicentini Barroso, decisão unânime.)</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Os fatos são reveladores:</strong></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;">Executado transferiu imóveis de R$ 4 milhões para holding por valores inferiores ao valor venal ou valor de mercado, mas utilizando o valor constante de sua DIRPF;</li>
<li style="font-weight: 400;">Durante a execução, realizou o divórcio amigável com sua à ex- cônjuge, realizando uma partilha de bens absolutamente desproporcional e em claro benefício da ex- cônjuge;</li>
<li style="font-weight: 400;">Imóveis haviam sido adquiridos antes do casamento (não podem ser considerados como bem de família da ex- cônjuge); e</li>
<li style="font-weight: 400;">Holding foi constituída com &#8220;evidente finalidade de blindagem patrimonial&#8221;.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">O desembargador Vicentini Barroso foi enfático ao afastar a alegação de impenhorabilidade: <em>&#8220;A situação do caso concreto e a atuação de má-fé do executado juntamente com a agravante não justificam o reconhecimento da aludida proteção&#8221;</em>.</p>
<p style="font-weight: 400;">A decisão reforça que o <strong>artigo 50 do Código Civil</strong> não tolera movimentações patrimoniais destinadas exclusivamente a frustrar credores. Os tribunais estão cada vez mais atentos a alguns indícios de fraude:</p>
<ol style="font-weight: 400;">
<li><strong>Timing suspeito</strong>: transferências realizadas após o surgimento da obrigação e após o início da execução;</li>
<li><strong>Valores irreais</strong>: transações por preços manifestamente inferiores ao mercado ou sem a devida contrapartida;</li>
<li><strong>Beneficiários conexos</strong>: transferências entre cônjuges, familiares ou pessoas próximas;</li>
<li><strong>Esvaziamento patrimonial</strong>: deixar o devedor sem bens suficientes para honrar débitos.</li>
</ol>
<p style="font-weight: 400;">O planejamento patrimonial lícito é um direito da parte, mas quando cruzar a linha da boa-fé, os tribunais não hesitarão em desconsiderar a pessoa jurídica para invalidar as tentativas do devedor em blindar bens em prejuízo do credor.</p>
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		<title>Privacidade em condomínio: até onde vai o dever de transparência do síndico?</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/privacidade-em-condominio-ate-onde-vai-o-dever-de-transparencia-do-sindico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 21:32:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção de Dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O condomínio deixou de ser apenas um espaço físico de convivência para se tornar também um ecossistema informacional, onde circulam dados...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">O condomínio deixou de ser apenas um espaço físico de convivência para se tornar também um ecossistema informacional, onde circulam dados pessoais de centenas de pessoas, como moradores, funcionários, prestadores e visitantes. Câmeras, portarias eletrônicas, grupos no WhatsApp e plataformas de gestão transformaram o cotidiano condominial em um ambiente de constante tratamento de dados.</p>
<p style="font-weight: 400;">Se antes bastava ao síndico cuidar da limpeza, da assembleia e das contas, hoje ele precisa também administrar fluxos informacionais sensíveis, onde uma simples publicação pode resultar em responsabilidade civil e até em violação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>O caso que chamou atenção: o síndico e o grupo de WhatsApp</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A recente decisão da 6ª Turma Cível do TJDFT, que manteve a condenação de um síndico por divulgar a imagem de um morador em grupo de WhatsApp do condomínio, ilustra bem esse novo cenário. No episódio, o gestor compartilhou uma gravação obtida do circuito interno de câmeras mostrando o condômino danificando um equipamento de uso comum. A postagem, acompanhada de uma crítica à conduta, gerou comentários depreciativos no grupo e repercussão negativa ao morador.</p>
<p style="font-weight: 400;">O Tribunal foi claro: a divulgação de imagem sem autorização caracteriza violação do direito de personalidade, ainda que motivada por suposto interesse coletivo. Além disso, destacou que o síndico não pode confundir transparência administrativa com exposição pública indevida. Sanções e advertências, ressaltou o colegiado, devem seguir o procedimento formal previsto na convenção condominial, com garantia de defesa.</p>
<p style="font-weight: 400;">Mais do que um caso isolado, essa decisão marca um alerta jurídico para os gestores condominiais: o ambiente digital também é espaço de responsabilidade legal, ética e de governança de dados.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Governança condominial sob a ótica da LGPD</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Pela LGPD (Lei nº 13.709/2018), os dados pessoais, o que inclui a imagem, devem ser tratados com observância a princípios de finalidade, necessidade e adequação. Assim, qualquer captura, uso ou compartilhamento de imagens obtidas por câmeras de segurança só é legítima enquanto destinada a garantir a segurança patrimonial e física dos moradores.</p>
<p style="font-weight: 400;">A partir do momento em que um síndico utiliza esse material para “educar”, “expor” ou “esclarecer” condutas em grupos de WhatsApp, há desvio de finalidade e quebra do dever de minimização. Isso o coloca, de fato, em violação direta à LGPD e à legislação civil (arts. 186 e 927 do Código Civil), podendo ensejar indenização por danos morais e até apuração administrativa pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD).</p>
<p style="font-weight: 400;">Mais do que isso: a decisão do TJDFT reflete a aplicação prática dos princípios da lei em espaços microcoletivos, como condomínios, que antes passavam despercebidos nas discussões de privacidade.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Síndico: gestor patrimonial ou controlador de dados?</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Na prática, o síndico exerce hoje um papel híbrido: é gestor condominial e controlador de dados pessoais. Pois, ele lida rotineiramente com:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>cadastros de moradores e funcionários;</li>
</ul>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>imagens de câmeras de monitoramento;</li>
</ul>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>dados de biometria de acesso;</li>
</ul>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>comunicações internas em plataformas digitais.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Logo, é indispensável que o condomínio, ou sua administradora, formalize políticas internas de tratamento de dados, estabelecendo:</p>
<ul>
<li>quem pode acessar as imagens e em que hipóteses;</li>
<li>prazos e formas de armazenamento;</li>
<li>mecanismos de notificação e resposta a incidentes;</li>
<li>canais de comunicação seguros (evitando grupos genéricos e abertos);</li>
<li>termos de confidencialidade para todos os envolvidos na gestão.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Essa estrutura mínima de governança não apenas mitiga riscos jurídicos, mas resguarda a reputação da gestão e dos próprios moradores. Afinal, a confiança comunitária é também um ativo informacional.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Transparência não é exposição</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Existe uma linha tênue, mas crucial, entre transparência informacional e exposição indevida.</p>
<p style="font-weight: 400;">Informar a coletividade sobre fatos relevantes do condomínio é dever do síndico, mas essa comunicação precisa observar critérios de proporcionalidade: o que é essencial divulgar? A quem? Por qual meio? Com que justificativa legítima?</p>
<p style="font-weight: 400;">No caso julgado pelo TJDFT, o compartilhamento da imagem extrapolou todas essas balizas. A informação poderia, e deveria, ter sido transmitida de modo institucional e reservado, sem necessidade de identificar ou expor o morador diante do grupo.</p>
<p style="font-weight: 400;">A mensagem do tribunal é inequívoca: ética digital e discrição são novas faces da boa administração condominial.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>As lições práticas para o futuro dos condomínios</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O precedente do TJDFT, embora nascido de um conflito cotidiano, aponta diretrizes valiosas para o futuro da gestão condominial:</p>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>A LGPD se aplica aos condomínios, ainda que não possuam personalidade jurídica;</li>
</ul>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>O síndico pode ser responsabilizado por violações de privacidade;</li>
</ul>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>As imagens de câmeras são dados pessoais e seu uso tem limites legais;</li>
</ul>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>Grupos de WhatsApp institucionais exigem política clara de comunicação e moderação;</li>
</ul>
<ul style="font-weight: 400;">
<li>A educação digital condominial é instrumento de prevenção jurídica e convivência saudável.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Conclusão: a ética digital como novo pilar da convivência condominial</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">O condomínio é, em essência, uma comunidade de vizinhos. Mas, no século XXI, é também um microcosmo de governança informacional. O síndico que compreende essa mudança, e adota práticas de proteção de dados, protege não apenas sua gestão, mas o próprio tecido de convivência que sustenta a vida em coletividade.</p>
<p style="font-weight: 400;">Decisões como a do TJDFT (6ª Turma Cível, outubro/2025) não apenas punem um ato isolado, mas reafirmam um princípio estruturante da vida contemporânea: <strong>não há boa gestão sem respeito à privacidade</strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">O desafio, dali em diante, é aprender a comunicar com transparência, sem transformar a transparência em vitrine.</p>
<p style="font-weight: 400;">
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		<title>ALERTA IMOBILIÁRIO &#124; JULGAMENTOS E DECISÕES QUE IMPACTAM O SETOR E REFORÇAM A SEGURANÇA JURÍDICA</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/alerta-imobiliario-julgamentos-e-decisoes-que-impactam-o-setor-e-reforcam-a-seguranca-juridica-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 18:40:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TJ-PR: herdeiros são ilegítimos para o polo passivo antes da partilha A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 data-start="127" data-end="200">TJ-PR: herdeiros são ilegítimos para o polo passivo antes da partilha</h3>
<p data-start="202" data-end="655">A 6ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) confirmou a ilegitimidade dos herdeiros para responder em execução quando ainda não houve inventário/partilha, mantendo o redirecionamento ao espólio, representado pelo inventariante. No caso (Proc. 0002645-88.2024.8.16.0081), o banco buscava incluir herdeiros no polo passivo após o falecimento do devedor em execução de título extrajudicial; a Câmara negou provimento à apelação do exequente.</p>
<p data-start="657" data-end="682"><strong>Tese e base normativa</strong></p>
<ul>
<li data-start="685" data-end="795">Regra de legitimidade: morte da parte → sucessão processual pelo espólio, preferencialmente (art. 110, CPC).</li>
<li data-start="798" data-end="1006">Responsabilidade patrimonial: “o espólio responde pelas dívidas do falecido; feita a partilha, cada herdeiro responde dentro das forças da herança e na proporção do quinhão” (art. 796, CPC; art. 1.997, CC).</li>
<li data-start="1009" data-end="1168">Consolidação jurisprudencial: STJ (AgInt no AREsp 1.699.005/SP) – herdeiros não têm legitimidade passiva antes da partilha (inclusive em dívidas condominiais).</li>
</ul>
<p><strong>Ratio decidendi no TJ-PR</strong><br />
O acórdão registra que, sem partilha, os herdeiros não integram legitimamente o polo passivo; a execução deve correr nos bens do espólio. Só após a partilha é que se configura a legitimidade passiva dos herdeiros, <em data-start="1413" data-end="1438">intra vires hereditatis</em>, conforme a discriminação do formal de partilha.</p>
<p data-start="1489" data-end="1542"><strong>Consequências práticas (processuais e econômicas)</strong></p>
<ul>
<li data-start="1545" data-end="1666">Regularização do polo passivo: substituição pelo espólio (art. 110) e representação pelo inventariante (art. 613, CPC).</li>
<li data-start="1669" data-end="1769">Precedentes do próprio TJ-PR reforçam a ilegitimidade dos herdeiros até a homologação da partilha.</li>
<li data-start="1772" data-end="1932">Causalidade e sucumbência: redirecionamento prematuro contra herdeiros pode atrair redistribuição de ônus e honorários em favor da parte indevidamente acionada.</li>
</ul>
<p data-start="1934" data-end="2150"><strong>Diálogo com o STJ</strong><br />
O entendimento é coerente com a orientação superior: responsabilidade pessoal de herdeiro só após a partilha; antes, responde o acervo hereditário. (Ex.: 3ª Turma/STJ, linha reafirmada em 2024.)</p>
<h3 data-start="2468" data-end="2544">STJ cria “presunção perigosa”: cônjuge incluído em execução sem anuência</h3>
<p data-start="2546" data-end="2839">Nosso sócio na área Imobiliária, Rodrigo Palacios, teve acesso uma recente decisão da 3ª Turma do STJ no REsp 2.195.589 que merece uma análise crítica urgente. Ao estabelecer uma &#8220;presunção absoluta de consentimento recíproco&#8221; para inclusão do cônjuge em execuções, o tribunal pode ter aberto uma porta preocupante para abusos processuais.</p>
<p data-start="2841" data-end="3069">O caso partiu de cheques sem fundos do marido, mas a fundamentação da Ministra Nancy Andrighi vai muito além, criando uma lógica invertida: &#8220;seria praticamente impossível exigir do credor que fizesse prova em sentido contrário&#8221;.</p>
<p data-start="3071" data-end="3622">Na opinião do sócio, aqui está o erro fundamental da decisão: por que proteger o credor que não se precaveu? A responsabilidade de verificar com quem se está contratando é do credor, não do cônjuge que sequer participou da negociação. O ordenamento já exige a outorga conjugal para certos atos — p.ex., fiança e aval — justamente para prevenir a expansão indevida de responsabilidade. Se o credor quer garantias adicionais, deve exigir a anuência expressa do cônjuge antes de emprestar o dinheiro, não depois jogar o problema no colo do cônjuge inocente.</p>
<p data-start="3624" data-end="3888">O próprio acórdão reconhece que &#8220;não há provas de que a dívida contraída pelo executado se reverteu em prol da família, sequer há indícios de que seu cônjuge tenha participado e/ou extraído proveito da negociação&#8221; — mas ainda assim autoriza a inclusão na execução.</p>
<p data-start="3890" data-end="4323">Na prática, que dívida não pode ser distorcida como &#8220;benefício familiar&#8221;? “Benefício da família” vira guarda-chuva retórico; quem não contratou passa a correr atrás de notas fiscais, extratos e memórias de cálculo para provar um fato negativo. Um empréstimo para capital de giro vira &#8220;sustento da família&#8221;. Cartão estourado vira &#8220;despesas domésticas&#8221;. Até apostas podem ser maquiadas como &#8220;tentativa de melhorar a situação familiar&#8221;.</p>
<p data-start="4325" data-end="4349">O próprio TJ/GO alertou</p>
<p data-start="4325" data-end="4349"><em>&#8220;Não se pode estender ao cônjuge do devedor a responsabilidade patrimonial por dívidas por ela não contraídas pelo simples fato dela ser casada.&#8221;</em></p>
<p data-start="4500" data-end="4529"><strong data-start="4500" data-end="4529">Consequências alarmantes:</strong></p>
<ul>
<li data-start="4532" data-end="4605">Credores ganham &#8220;atalho processual&#8221; que dispensa due diligence adequada</li>
<li data-start="4608" data-end="4676">Cônjuges tornam-se reféns de aventuras financeiras que desconhecem</li>
<li data-start="4679" data-end="4755">O casamento sob comunhão parcial vira &#8220;garantia automática&#8221; para terceiros</li>
<li data-start="4758" data-end="4868">Inverte-se a lógica: quem deveria se precaver (credor) é protegido; quem não participou (cônjuge) é penalizado</li>
</ul>
<p data-start="4870" data-end="5102">Esta decisão é um retrocesso e transforma os artigos 1.643 e 1.644 do Código Civil em &#8220;licença para execução&#8221;, de acordo com Palacios. &#8220;O credor prudente sempre pode exigir aval do cônjuge no momento da contratação. Por que premiar a negligência creditícia? O STJ precisa revisitar essa interpretação para evitar vulnerabilizar milhões de cônjuges brasileiros e incentivar o descuido na concessão de crédito&#8221;, conclui.</p>
<h3 data-start="138" data-end="225"><strong data-start="142" data-end="225">TJ-SP: blindagem patrimonial em holding é desconsiderada por indícios de fraude</strong></h3>
<p data-start="227" data-end="901">Decisão da 15ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo &#8211; TJ-SP mantém desconsideração da personalidade jurídica em uma execução ao identificar um roteiro típico de blindagem: imóveis de alto valor (~R$ 4 milhões) aportados em holding recém-constituída por preço inferior ao de mercado e, na sequência, transferência gratuita das cotas à ex-cônjuge (durante processo de execução). O argumento de “bem de família” não foi acolhido neste caso. Resultado: inclusão dos bens, da empresa e da ex-cônjuge no polo passivo e responsabilização patrimonial. (Proc. 2241164-53.2025.8.26.0000, Rel. Des. Vicentini Barroso, decisão unânime.)</p>
<p data-start="903" data-end="928">Os fatos são reveladores:</p>
<ul>
<li data-start="930" data-end="1243">Executado transferiu imóveis de R$ 4 milhões para holding por valores subfaturados;</li>
<li data-start="930" data-end="1243">Durante a execução, doou gratuitamente as cotas à ex-mulher;</li>
<li data-start="930" data-end="1243">Imóveis haviam sido adquiridos antes do casamento (não eram bem de família); e</li>
<li data-start="930" data-end="1243">Holding foi constituída com &#8220;evidente finalidade de blindagem patrimonial&#8221;.</li>
</ul>
<p data-start="1245" data-end="1321">O desembargador Vicentini Barroso afastou a alegação de impenhorabilidade:</p>
<p data-start="1245" data-end="1321"><em>&#8220;A situação do caso concreto e a atuação de má-fé do executado juntamente com a agravante não justificam o reconhecimento da aludida proteção&#8221;.</em></p>
<p data-start="1469" data-end="1662">A decisão reforça que o artigo 50 do Código Civil não tolera manipulações patrimoniais destinadas a frustrar credores. Os tribunais estão cada vez mais atentos aos seguintes indícios de fraude:</p>
<p data-start="1664" data-end="2018"><strong data-start="1667" data-end="1686">Timing suspeito</strong>: transferências realizadas após o surgimento da obrigação<br data-start="1744" data-end="1747" /><strong data-start="1750" data-end="1769">Valores irreais</strong>: transações por preços manifestamente inferiores ao mercado<br data-start="1829" data-end="1832" /><strong data-start="1835" data-end="1860">Beneficiários conexos</strong>: transferências entre cônjuges, familiares ou pessoas próximas<br data-start="1923" data-end="1926" /><strong data-start="1929" data-end="1957">Esvaziamento patrimonial</strong>: deixar o devedor sem bens suficientes para honrar débitos</p>
<p data-start="2020" data-end="2216">O planejamento patrimonial lícito é um direito da parte, mas quando cruza a linha da boa-fé, os tribunais não hesitam em desconsiderar a pessoa jurídica para alcançar o patrimônio real do devedor.</p>
<h3 data-start="4207" data-end="4295"><strong data-start="4211" data-end="4295">TJ-MT: atraso além do prazo de tolerância autoriza rescisão e devolução integral</strong></h3>
<p data-start="4297" data-end="4676">No post de 17/09 (<a class="decorated-link" href="https://lnkd.in/dBAZBHst" target="_new" rel="noopener" data-start="4319" data-end="4343">disponível clicando aqui</a>), nosso sócio Rodrigo Palacios destacou como a gestão de prazos e o desenho contratual são a primeira barreira contra litígios em imóveis na planta e como o atraso além dos 180 dias (quando previsto) abre a porta para rescisão, devolução e indenizações. Pois bem, a 1ª Câmara de Direito Privado do TJ-MT acaba de julgar um caso-guia que confirma essa pauta.</p>
<p data-start="4678" data-end="5061"><strong data-start="4678" data-end="4694">O que houve?</strong><br data-start="4694" data-end="4697" />Empreendimento em Várzea Grande (MT) com entrega (com tolerância) expirada em março/2019, obra paralisada e ausência de solução pelas vendedoras. Resultado: rescisão contratual, devolução integral de tudo que foi pago e danos morais, confirmados agora nos embargos de declaração. A relatoria ainda afastou a tese de que a alienação fiduciária blinda o caso do CDC.</p>
<p><strong data-start="5063" data-end="5098">Por que importa para o mercado?</strong></p>
<ul>
<li>O acórdão organiza três mensagens simples (e duras) para o fornecedor:</li>
<li data-start="5175" data-end="5325">CDC se aplica à venda “na planta”, mesmo com cláusula de alienação fiduciária, salvo tríade registro + inadimplemento + mora válida (Tema 1.095/STJ)</li>
<li data-start="5328" data-end="5405">Obra paralisada + culpa do fornecedor = devolução integral (Súmula 543/STJ)</li>
<li data-start="5408" data-end="5517">Dano moral não é pelo mero atraso, mas pela frustração do projeto de vida e ausência de resposta da empresa</li>
</ul>
<p data-start="5519" data-end="5730"><strong data-start="5519" data-end="5532">Reflexão:</strong><br data-start="5532" data-end="5535" />Quando cronograma e plano de contingência falham e a comunicação colapsa, o passivo jurídico se consolida. A discussão CDC vs. Lei 9.514/97 não protege o fornecedor diante de uma obra paralisada.</p>
<h3 data-start="129" data-end="205"><strong data-start="133" data-end="205">TJ-MS valida renúncia à concorrência sucessória em pacto antenupcial</strong></h3>
<p data-start="207" data-end="463">Recentemente a 4ª Câmara Cível do TJ-MS, por unanimidade, manteve a validade de cláusula de renúncia recíproca ao direito de concorrência sucessória firmada em aditivo ao pacto antenupcial. Julgamento em 30/09/2025, relatoria da Des. Elisabeth Rosa Baisch.</p>
<p data-start="465" data-end="490"><strong data-start="465" data-end="490">Por que isso importa?</strong></p>
<p data-start="492" data-end="963">Porque o Tribunal distinguiu “herança” de “direito de concorrer”. Em palavras simples: os cônjuges, maiores e capazes, podem convencionar que não disputarão a herança com descendentes ou ascendentes do falecido, sem “negociar” bens futuros. Segundo o voto, o art. 426 do CC (“não pode ser objeto de contrato a herança de pessoa viva”) é norma restritiva de interpretação restrita; o que a lei veda é o <em data-start="894" data-end="911">pactum corvinae</em>, não a delimitação prévia do status de concorrente.</p>
<p data-start="965" data-end="1276">A ementa é clara: validade da cláusula que afasta a concorrência do cônjuge com descendentes e ascendentes, sem configurar contrato sobre herança de pessoa viva (art. 426 CC). Houve ainda indeferimento do efeito suspensivo e reconhecimento de que a reserva de quinhão (art. 628, §2º, CPC) é inaplicável no caso.</p>
<p data-start="1278" data-end="1523">O voto também fundamenta a decisão na autonomia privada e na boa-fé objetiva, com vedação ao comportamento contraditório (<em data-start="1400" data-end="1431">venire contra factum proprium</em>): não é leal pactuar a renúncia concorrencial e, depois, tentar afastá-la por conveniência.</p>
<h3 data-start="1591" data-end="1679"><strong data-start="1595" data-end="1679">Investidor não é consumidor: juiz afasta CDC em compra de 14 unidades hoteleiras</strong></h3>
<p data-start="1681" data-end="1866">Rodrigo Palacios analisa aumasentença de Barueri (SP), 3ª Vara Cível, referente à compra de 14 unidades para investimento (pool hoteleiro), onde o juiz <strong data-start="1835" data-end="1856">não aplicou o CDC</strong>. Por quê?</p>
<p data-start="1868" data-end="1895"><strong data-start="1868" data-end="1895">O que pesou na decisão</strong></p>
<ul>
<li><strong data-start="1900" data-end="1938">Finalidade profissional do negócio</strong>: os autores reconheceram que compraram como investimento, não para uso próprio. Resultado: relação civil/empresarial, fora do CDC. O próprio <em data-start="2080" data-end="2089">decisum</em> registra que a aquisição “não se caracteriza como relação de consumo”, notando a compra de quatorze imóveis e participação em SCP (Sociedade em Conta de Participação) como sinais de paridade negocial.</li>
<li><strong data-start="2295" data-end="2312">Prova técnica</strong>: perícia afastou vícios nos geradores e tanques de diesel; AVCB válido, acesso restrito à laje técnica e NR-20 não aplicável nos termos alegados. Conclusão: sem irregularidades e sem periculosidade nas condições do caso.</li>
<li><strong data-start="2538" data-end="2580">Pedido não era resilição, mas rescisão</strong>: o juiz separou didaticamente os institutos; como não havia vício, faltou causa para rescindir.</li>
<li><strong data-start="2681" data-end="2704">Pacta sunt servanda</strong>: contrato irrevogável e irretratável (sem direito de arrependimento). Sem CDC na mesa, vale o que foi pactuado.</li>
<li><strong data-start="2821" data-end="2839">Efeito prático</strong>: improcedência do pedido dos autores e procedência da reconvenção para cobrar os valores em aberto (parcelas, IPTU, condomínio, SPU), com atualização e juros.</li>
</ul>
<p data-start="3000" data-end="3040"><strong data-start="3000" data-end="3040">O que isso significa para o mercado</strong></p>
<p data-start="3042" data-end="3246">Investidor recorrente ≠ consumidor vulnerável. Quando há compra em escala e estrutura empresarial, a tendência é o Judiciário afastar o CDC e exigir prova técnica robusta para qualquer ruptura contratual.</p>
<p data-start="3248" data-end="3381">Cláusula de irrevogabilidade volta a ter força plena fora do CDC, especialmente após a perícia validar a segurança do empreendimento.</p>
<p data-start="3383" data-end="3441"><strong data-start="3383" data-end="3441">Takeaway para incorporadoras, gestores e investidores</strong></p>
<ul>
<li data-start="3445" data-end="3585">Se a estratégia é de renda (ex.: pool hoteleiro) e o perfil é investidor, preparem-se para discutir em Direito Civil/Empresarial, não CDC.</li>
<li data-start="3588" data-end="3713">Perícia importa: sem vício comprovado, não há rescisão por culpa da vendedora; e resilição depende do que ficou contratado.</li>
<li data-start="3716" data-end="3835">Governança documental (AVCB, controles de acesso, rotinas técnicas) faz diferença — foi o que sustentou a regularidade.</li>
</ul>
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		<title>STJ CRIA “PRESUNÇÃO PERIGOSA”: INCLUSÃO DE CÔNJUGE DE DEVEDOR EM EXECUÇÃO, SOB ALEGAÇÃO DE “BENEFÍCIO FAMILIAR”</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/stj-cria-presuncao-perigosa-inclusao-de-conjuge-de-devedor-em-execucao-sob-alegacao-de-beneficio-familiar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 15:08:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/stj-cria-presuncao-perigosa-inclusao-de-conjuge-de-devedor-em-execucao-sob-alegacao-de-beneficio-familiar/">STJ CRIA “PRESUNÇÃO PERIGOSA”: INCLUSÃO DE CÔNJUGE DE DEVEDOR EM EXECUÇÃO, SOB ALEGAÇÃO DE “BENEFÍCIO FAMILIAR”</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;">Tivemos acesso a uma recente decisão da 3ª Turma do STJ, no REsp 2.195.589, que merece uma análise crítica urgente. O STJ pode ter aberto uma porta preocupante a abusos processuais ao estabelecer uma <strong>“presunção absoluta de consentimento recíproco”</strong> para inclusão do cônjuge, casado sob o regime de comunhão parcial de bens, em execuções de títulos extrajudiciais, tendo por objeto dívidas contraídas durante o casamento.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não obstante o disposto no artigo 1.644 do CC, que trata da responsabilidade dos cônjuges pelas obrigações assumidas na constância do casamento, através de aludido acórdão, vê-se uma definição da distribuição do ônus da prova, vez não ser necessária a autorização expressa do outro cônjuge para que a dívida o atinja, desde que o débito tenha trazido proveito ao casal ou à família, sendo a comunicabilidade presumida.</p>
<p style="font-weight: 400;">O caso partiu de cheques sem fundos do marido, mas a fundamentação da Ministra Nancy Andrighi, relatora da decisão, vai muito além, criando uma lógica invertida: <em>&#8220;seria praticamente impossível exigir do credor que fizesse prova em sentido contrário&#8221;</em>.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Em nossa opinião, aqui está o erro fundamental da decisão:</strong> por que proteger o credor que não se precaveu? <strong>A responsabilidade de verificar com quem se está contratando é do credor, não do cônjuge que sequer participou da negociação</strong>. O ordenamento <strong>já</strong> exige a <strong>outorga conjugal</strong> para certos atos — p.ex., <strong>fiança e aval</strong> — justamente para <strong>prevenir</strong> a expansão indevida de responsabilidade. Se o credor quer garantias adicionais, deve exigir a anuência expressa do cônjuge <strong>antes</strong> de emprestar o dinheiro, não depois jogar o problema no colo do cônjuge inocente.</p>
<p style="font-weight: 400;">O próprio acórdão reconhece que <em>&#8220;não há provas de que a dívida contraída pelo executado se reverteu em prol da família, sequer há indícios de que seu cônjuge tenha participado e/ou extraído proveito da negociação&#8221; </em>&#8211; mas ainda assim autoriza a inclusão na execução.</p>
<p><strong>A lógica deveria ser simples:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Credor diligente:</strong> exige anuência do cônjuge antes do contrato</li>
<li><strong>Credor negligente:</strong> assume o risco de contratar apenas com um dos cônjuges</li>
<li><strong>Cônjuge inocente:</strong> não deve responder por dívidas que desconhece</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Na prática, que dívida não pode ser distorcida como “benefício familiar”? “Benefício da família” vira guarda-chuva retórico; quem não contratou passa a correr atrás de notas fiscais, extratos e memórias de cálculo para <strong>provar um fato negativo</strong>. Um empréstimo para capital de giro vira “sustento da família”. Cartão estourado vira “despesas domésticas”. Até apostas podem ser maquiadas como “tentativa de melhorar a situação familiar”.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>O próprio TJ/GO havia alertado com lucidez:</strong></p>
<p style="font-weight: 400;"><em>&#8220;Não se pode estender ao cônjuge do devedor a responsabilidade patrimonial por dívidas por ela não contraídas pelo simples fato dela ser casada&#8221;</em>.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Consequências práticas alarmantes:</strong></p>
<ul>
<li>Credores ganham “atalho processual” que dispensa <em>due diligence</em> adequada, além de ampliarem as possibilidades de êxito na recuperação do crédito;</li>
<li>Cônjuges tornam-se reféns de aventuras financeiras que desconhecem;</li>
<li>O casamento sob comunhão parcial vira “garantia automática” para terceiros;</li>
<li>Fixação do ônus da prova ao cônjuge que terá de provar que o credor tinha ciência que o contrato beneficiava apenas um dos cônjuges, que a dívida foi contraída para negócio autônomo do outro cônjuge e que a mesma não teria tido qualquer reflexo nas despesas domésticas;</li>
<li><strong>Inverte-se a lógica:</strong> quem deveria se precaver (credor) é protegido, quem não participou (cônjuge) é penalizado.</li>
</ul>
<p style="font-weight: 400;">Esta decisão é um retrocesso e transforma os artigos 1.643 e 1.644 do Código Civil em “licença para execução”. <strong>O credor prudente sempre pode exigir aval do cônjuge no momento da contratação.</strong> Por que premiar a negligência creditícia?</p>
<p style="font-weight: 400;">O STJ precisa revisitar essa interpretação antes que ela se torne um precedente que vulnerabilize milhões de cônjuges brasileiros e incentive o descuido na concessão de crédito.</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/stj-cria-presuncao-perigosa-inclusao-de-conjuge-de-devedor-em-execucao-sob-alegacao-de-beneficio-familiar/">STJ CRIA “PRESUNÇÃO PERIGOSA”: INCLUSÃO DE CÔNJUGE DE DEVEDOR EM EXECUÇÃO, SOB ALEGAÇÃO DE “BENEFÍCIO FAMILIAR”</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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		<title>Real Estate em destaque nos principais rankings internacionais</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/real-estate-em-destaque-nos-principais-rankings-internacionais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Oct 2025 22:53:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Viseu foi reconhecido na edição 2026 do Legal 500 e na Leaders League &#8211; Transactions &#38; Deals 2026, ambos...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Viseu foi reconhecido na edição 2026 do <a class="FhxWjdFMIPfyCADKrGXRuHXdVCfhUhSEbIfWI " tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/company/legal500/" target="_self" data-test-app-aware-link="" rel="noopener">Legal 500</a> e na <a class="FhxWjdFMIPfyCADKrGXRuHXdVCfhUhSEbIfWI " tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/company/leadersleague/" target="_self" data-test-app-aware-link="" rel="noopener">Leaders League</a> &#8211; Transactions &amp; Deals 2026, ambos na categoria Real Estate.</p>
<p>O resultado reflete a atuação do time agora liderado pelo sócio <a id="ember1026" class="ember-view" tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/in/rodrigo-palacios-head-juridico-imobiliario/">Rodrigo Palacios</a>, que conduz projetos imobiliários complexos com visão multidisciplinar, essência que traduz nosso conceito de Direito 360.</p>
<p>Parabenizamos nosso sócio e equipe, e agradecemos a confiança de nossos clientes e parceiros, que reforçam continuamente nosso compromisso com soluções jurídicas completas e integradas.</p>
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		<title>Novas regras da Caixa Econômica para financiamento habitacional</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/novas-regras-da-caixa-economica-para-financiamento-habitacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 13:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As recentes mudanças anunciadas pela Caixa Econômica Federal alteram significativamente o cenário do crédito imobiliário no país, com ampliação do...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As recentes mudanças anunciadas pela Caixa Econômica Federal alteram significativamente o cenário do crédito imobiliário no país, com ampliação do valor máximo dos imóveis financiados, aumento do percentual de financiamento e novas diretrizes para o uso dos recursos da poupança.</p>
<p>Para explicar o que muda na prática e como essas regras podem afetar mutuários, incorporadoras e o mercado de habitação, Rodrigo Palacios, sócio da área de Direito Imobiliário do Viseu, participou do programa BandNews Live.</p>
<p>Durante a entrevista, ele destacou que, embora as medidas ampliem o acesso ao crédito, os bancos tendem a ser mais criteriosos na análise de renda e risco dos financiamentos, especialmente em imóveis de maior valor.</p>
<p>“Com o aumento do financiamento de 70% para 80% do valor do imóvel, o risco das instituições cresce, e isso deve levar a uma análise mais rigorosa da capacidade de pagamento dos compradores”, afirmou Palacios.</p>
<p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=7-O5DEvxuGs">Assista à entrevista completa clicando aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>TST bate o martelo &#124; Ex-sócio pode ser responsabilizado por dívidas trabalhistas até dois anos após deixar a sociedade</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/tst-bate-o-martelo-ex-socio-pode-ser-responsabilizado-por-dividas-trabalhistas-ate-dois-anos-apos-deixar-a-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 20:25:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma importante decisão da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) trouxe clareza e segurança jurídica sobre um tema...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="125" data-end="600">Uma importante decisão da 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) trouxe clareza e segurança jurídica sobre um tema que gera controvérsia: a responsabilidade do sócio retirante por dívidas trabalhistas. O Tribunal determinou que o prazo de dois anos para acionar o ex-sócio deve ser contado a partir da data em que ele formalmente deixou a sociedade (mediante registro na Junta Comercial ou no RTD), e não da data em que se inicia a execução individual da sentença.</p>
<p data-start="602" data-end="949">O caso analisado envolvia dois ex-sócios de uma empresa do ramo de restaurantes de Curitiba/PR. Embora a dívida tivesse origem em uma ação coletiva ajuizada em 10/09/2014 e transitada em julgado em 14/09/2018, os sócios só se retiraram da empresa em outubro de 2018. As execuções individuais, no entanto, foram propostas apenas em abril de 2021.</p>
<p data-start="951" data-end="1382">O Tribunal Regional do Trabalho (TRT-9) havia excluído os ex-sócios, entendendo que o prazo bienal já havia se esgotado no início da execução individual. Contudo, o Ministro Relator José Roberto Pimenta destacou que a legislação — artigos 1.003 e 1.032 do Código Civil e artigo 10-A da CLT — é clara: o sócio retirante responde por obrigações contraídas durante sua permanência por até dois anos após a saída formal da sociedade.</p>
<p data-start="1384" data-end="1836">O TST concluiu que, como a ação coletiva foi ajuizada e transitou em julgado enquanto os sócios ainda faziam parte da sociedade, a responsabilização se manteve válida, mesmo com as execuções individuais propostas fora do biênio. Dessa forma, o Tribunal reverteu a decisão regional e reforçou que o marco legal para delimitação da responsabilidade do ex-sócio é a data de sua retirada formal, assegurando segurança jurídica e respeito à coisa julgada.</p>
<p data-start="1838" data-end="1893"><strong data-start="1838" data-end="1891">Impacto no Direito Imobiliário e na Due Diligence</strong></p>
<p data-start="1895" data-end="2535">A interpretação do TST tem reflexos relevantes na diligência imobiliária. Na análise da compra de um imóvel pertencente a ex-sócio de empresa com passivo trabalhista, a data de retirada formal da sociedade torna-se o balizador primário do risco. Não basta verificar a data de ajuizamento da execução: é essencial confirmar a averbação da saída do sócio. Se a transação ocorrer dentro do prazo de dois anos contados dessa retirada, o imóvel pode estar sujeito a risco de fraude à execução ou redirecionamento patrimonial, o que exige medidas de proteção, como retenção de valores, conversão do negócio em permuta ou exigência de garantias.</p>
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		<title>Alerta Imobiliário &#124; Julgamentos e decisões que impactam o setor e reforçam a segurança jurídica</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/alerta-imobiliario-julgamentos-e-decisoes-que-impactam-o-setor-e-reforcam-a-seguranca-juridica-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Sep 2025 21:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://viseu.com.br/?p=11302</guid>

					<description><![CDATA[<p>Juros sem incorporação: segurança jurídica sem &#8220;virar banco&#8221; Para quem está do lado das incorporadoras, a mensagem recente dos tribunais...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3>Juros sem incorporação: segurança jurídica sem &#8220;virar banco&#8221;</h3>
<p>Para quem está do lado das incorporadoras, a mensagem recente dos tribunais é pragmática: juros são possíveis, mas capitalização mensal em contratos diretos com o comprador — fora do SFN — não. Segundo nosso sócio da área Imobiliária, Rodrigo Palacios, o STF sintetiza no verbete que pauta o tema: “É vedada a capitalização de juros, ainda que expressamente convencionada.”</p>
<p>Isso não torna a Tabela Price “ilegal por si”. O STJ já afirmou que a legalidade do uso da Price não se decide em tese, mas com prova técnica sobre eventual anatocismo no caso concreto. Em outras palavras: o risco não está no nome do sistema de amortização, mas no efeito matemático de juros compostos onde a lei não autoriza.</p>
<p>Outro ajuste fino importante é a mora. No Tema 28 (REsp 1.061.530/RS), consolidou-se que abusos na fase de normalidade contratual (p. ex., capitalização indevida) podem descaracterizar a mora — o que altera o tabuleiro de medidas (retomada, multas, cadastros etc.). Mas o STJ também já pontuou: correção monetária abusiva isolada nem sempre basta para afastar a mora do comprador de imóvel. Contexto importa.</p>
<ul>
<li>Como reduzir risco sem perder atratividade comercial?</li>
<li>Juros simples, com transparência de taxa nominal/efetiva, quando o financiamento é direto com a incorporadora.</li>
<li>Amortização bem descrita (Price/SAC) e testes de planilha para evidenciar que não há capitalização vedada. Prova técnica decide litígios.</li>
<li>Cláusula de hardship para indexadores, prevendo gatilhos e janela temporal em cenários excepcionais (ex.: choque de IGP-M).</li>
<li>Governança de contencioso: screen rápido de encargos da “normalidade” para mitigar risco de descaracterização da mora. TJSP</li>
</ul>
<p>Em suma, conformidade técnica = previsibilidade comercial. Contratos claros, planilhas auditáveis e escolhas regulatórias adequadas reduzem litígio e preservam margem — sem exigir que a incorporadora opere como banco.</p>
<p><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/08/doc_269386483.pdf">Notícia aqui</a></p>
<h3>Fachada ativas: o dilema da precipitação continua</h3>
<p>Uma reportagem recente do <a class="ArnTpmDpqOjShEweVaJcYZwkyLmDqkqjbDdY " tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/company/metroquadrado/" target="_self" rel="noopener" data-test-app-aware-link="">Metro Quadrado</a> sobre o leilão de lojas de fachada ativa por uma incorporadora da capital paulista confirma uma realidade ainda mais complexa: nem as próprias incorporadoras sabem quanto vale uma fachada ativa.</p>
<p>Para nosso sócio Rodrigo Palacios, da área Imobiliária, essa indefinição de valor não é apenas uma questão de mercado &#8211; é um problema jurídico estrutural que venho observando na prática. Quando redijo contratos de permuta entre incorporadores e proprietários de terrenos, frequentemente me deparo com cláusulas que estabelecem &#8220;valores de mercado&#8221; para as lojas sem critérios objetivos de apuração.</p>
<p>O resultado? Disputas judiciais evitáveis. A falta de parâmetros claros para precificação gera três problemas recorrentes:</p>
<ul>
<li>Contratos mal estruturados que não refletem a realidade comercial do varejo urbano;</li>
<li>Expectativas irreais tanto de incorporadores quanto de permutantes sobre o retorno do investimento; e</li>
<li>Insegurança jurídica para todos os envolvidos na cadeia.</li>
</ul>
<p>A legislação urbanística criou a obrigatoriedade, mas não ofereceu ferramentas para tornar esses espaços comercialmente viáveis. É como exigir que alguém construa uma ponte sem fornecer os materiais adequados.</p>
<p>A solução passa por uma abordagem jurídica mais sofisticada, qual seja, contratos que prevejam metodologias específicas de avaliação, cláusulas de revisão baseadas em indicadores de mercado e, principalmente, assessoria especializada desde a concepção do projeto.</p>
<p>Não basta cumprir a lei urbanística. É preciso criar segurança jurídica para que a fachada ativa funcione como política pública e como negócio sustentável.</p>
<h3>Atenção loteados e incorporadoras: O acessório segue o principal &#8211; STJ fixa imprescritibilidade da multa por descumprimento de TAC ambiental</h3>
<p>Quando um TAC ambiental é descumprido, a multa contratual (cláusula penal) pode ser cobrada a qualquer tempo. Foi isso que a 2ª Turma do <a class="ArnTpmDpqOjShEweVaJcYZwkyLmDqkqjbDdY " tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/company/superior-tribunal-de-justi-a/" target="_self" rel="noopener" data-test-app-aware-link="">Superior Tribunal de Justiça (STJ)</a> decidiu no REsp 2.091.242/RS, em acórdão publicado nesta segunda-feira, 8/9/2025. O Tribunal afastou a prescrição e permitiu que o MP/RS execute a multa aplicada a uma pedreira que não cumpriu obrigações de isolamento da área e apresentação do PRAD (“Plano de Recuperação de Área Degradada”).</p>
<p><strong>O que estava em jogo:</strong></p>
<p>O <a class="ArnTpmDpqOjShEweVaJcYZwkyLmDqkqjbDdY " tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/company/tjrs/" target="_self" rel="noopener" data-test-app-aware-link="">Tribunal de Justiça do RS</a> &#8211; TJRS havia aplicado a Súmula 467/STJ (prescrição quinquenal para execução de multa por infração ambiental). O STJ, porém, distinguiu: multa de TAC não é sanção administrativa, e sim cláusula penal civil — portanto, o enunciado 467 não se aplica. Citação do acórdão: “Afasta-se, in casu, a Súmula 467/STJ…” porque a hipótese “cuida de cláusula penal de negócio jurídico (arts. 408 a 416 do CC), consistindo em sanção civil”.</p>
<p><strong>A lógica jurídica:</strong></p>
<p>No caso do Direito Ambiental, o STJ partiu de duas premissas consolidadas:</p>
<p>A execução de TAC ambiental é imprescritível.<br />
O acessório segue o principal: se a obrigação principal (reparar o meio ambiente) é imprescritível, a obrigação acessória de pagar a multa também o é. Como resumiu o voto: “a obrigação de pagar a multa civil tem caráter acessório… Sendo [a reparação] imprescritível… não deve ser outra a conclusão quanto à multa”.</p>
<p>Esse raciocínio conversa diretamente com o Tema 999 do <a class="ArnTpmDpqOjShEweVaJcYZwkyLmDqkqjbDdY " tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/company/supremo-tribunal-federal/" target="_self" rel="noopener" data-test-app-aware-link="">Supremo Tribunal Federal</a>, que fixou a tese: “É imprescritível a pretensão de reparação civil de dano ambiental.”</p>
<p><strong>Impacto prático (traduzindo para o dia a dia):</strong></p>
<p>Para empresas signatárias de TAC: não dá para “esperar prescrever”. A multa vinculada ao TAC não se sujeita à janela de 5 anos das multas administrativas. Isso exige compliance ambiental contínuo, provisionamento e revisão de passivos.</p>
<p>Para Ministério Público e órgãos ambientais: reforça a segurança jurídica dos TACs como instrumento de política pública — inclusive quando o dano é difuso e de longa duração.</p>
<p>Para gestores públicos: atenção à redação das cláusulas penais (proporcionalidade e função coercitiva), pois a cobrança pode ocorrer muitos anos depois, se persistir o descumprimento da obrigação ambiental principal.</p>
<p><strong>Para não confundir:</strong></p>
<p>A decisão não muda a regra das multas administrativas ambientais autônomas (auto de infração/poder de polícia), às quais, como regra, se aplica a prescrição quinquenal. A distinção do STJ é explícita.</p>
<p>Aqui se trata de multa de TAC (cláusula penal civil), atrelada a uma obrigação principal imprescritível (reparação ambiental).</p>
<p><a href="https://mega.nz/file/bNk1mIpQ#KQzn8ZCLMAqczZ3OY2asrbcHbKH2nAR2EJGm1r49DDA">Link com o inteiro teor do acórdão aqui</a></p>
<h3>CNJ reafirma: cartórios não podem condicionar registro de imóveis a certidões negativas</h3>
<p>O Conselho Nacional de Justiça acaba de consolidar um entendimento fundamental para o mercado imobiliário: é vedado aos cartórios exigir Certidões Negativas de Débito (CND) ou Certidões Positivas com Efeito de Negativa (CPEN) como condição para registrar escrituras de compra e venda.</p>
<p>A decisão, proferida pelo conselheiro Marcello Terto no processo 0001611-12.2023.2.00.0000, reafirma precedente do STF que classifica essa prática como &#8220;impedimento político&#8221; e forma indireta de cobrança tributária.</p>
<p>A distinção que importa na prática:</p>
<ul>
<li><strong>PODE:</strong> Cartório solicitar certidões fiscais para fins informativos, garantindo transparência ao comprador sobre a situação do vendedor.</li>
<li><strong>NÃO PODE:</strong> Condicionar o registro à inexistência de débitos fiscais.</li>
</ul>
<p>Como pontuado pelo relator: &#8220;É importante para a segurança do negócio que o comprador conheça a situação fiscal de quem vende. Positiva ou negativa, essa informação deve estar disponível. O que não se pode é condicionar o registro à inexistência de débitos&#8221;.</p>
<p><strong>Implicações práticas:</strong></p>
<p>Para advogados: qualquer norma estadual ou municipal que tente impor essa exigência é inválida por contrariar precedente constitucional.</p>
<p>Para compradores: o registro não pode ser obstaculizado por débitos fiscais do vendedor, mas a informação sobre esses débitos deve estar disponível para análise de risco.</p>
<p>Essa decisão fortalece a segurança jurídica nas transações imobiliárias, equilibrando o direito ao registro com a transparência fiscal necessária aos negócios.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IPTU em Área  de Preservação Permanente &#124; Uma Vitória para o Contribuinte</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/iptu-em-area-de-preservacao-permanente-uma-vitoria-para-o-contribuinte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 21:05:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma recente decisão judicial na Comarca de São Joaquim da Barra (SP) trouxe um precedente relevante para proprietários de imóveis...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma recente decisão judicial na Comarca de São Joaquim da Barra (SP) trouxe um precedente relevante para proprietários de imóveis localizados em Áreas de Preservação Permanente (APP). O juiz da causa anulou a cobrança de IPTU no valor de R$ 21 mil sobre um imóvel que, por estar classificado como APP, apresentou impossibilidade absoluta de uso e gozo.</p>
<p><strong>O caso e os argumentos</strong><br />
Os proprietários foram surpreendidos com a cobrança do imposto pela prefeitura, que sustentava que a mera localização em APP não afastaria a exigência do IPTU. A administração municipal ainda defendeu que o ônus da prova da inviabilidade de uso caberia aos donos do imóvel.</p>
<p><strong>A importância da prova pericial</strong><br />
Para esclarecer a controvérsia, foi determinada a realização de prova pericial. O laudo técnico concluiu que &#8220;a maior parte da área do imóvel pode ser diretamente classificada como APP&#8221; e que a área &#8220;apresenta cobertura vegetal contínua, características naturais preservadas e está funcionalmente vinculada à proteção do corpo hídrico existente&#8221;. Essa constatação foi determinante para o resultado do processo.</p>
<p><strong>O entendimento do Superior Tribunal de Justiça (STJ)</strong><br />
A decisão se alinhou à jurisprudência do STJ, que reconhece: a localização em APP, por si só, não exclui a incidência do IPTU. Contudo, a produção de prova robusta que demonstre a impossibilidade de uso e fruição do imóvel é fundamental. Ou seja, não basta estar em APP; é necessário comprovar que a restrição inviabiliza totalmente o aproveitamento econômico da propriedade.</p>
<p>Essa decisão reforça a importância de comprovação técnica em situações semelhantes e pode servir de referência para outros contribuintes em contextos análogos.</p>
<p><a href="https://www.conjur.com.br/2025-set-14/proprietarios-de-imovel-em-area-de-preservacao-nao-precisam-pagar-iptu/">Saiba mais aqui.</a></p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/iptu-em-area-de-preservacao-permanente-uma-vitoria-para-o-contribuinte/">IPTU em Área  de Preservação Permanente | Uma Vitória para o Contribuinte</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>IPTU vs. ITR: Quem deve provar a destinação do imóvel?</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/iptu-vs-itr-quem-deve-provar-a-destinacao-do-imovel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Sep 2025 21:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A 14ª Câmara de Direito Público do TJSP reafirmou que cabe ao proprietário do imóvel comprovar a destinação rural para...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 14ª Câmara de Direito Público do TJSP reafirmou que cabe ao proprietário do imóvel comprovar a destinação rural para afastar a cobrança do IPTU.</p>
<p>No Agravo de Instrumento nº 2328748-95.2024.8.26.0000, o Tribunal reformou decisão de primeira instância que havia invertido o ônus da prova contra o Município de Taboão da Serra e destacou que o lançamento do IPTU, como ato administrativo, goza de presunção de legitimidade e veracidade, exigindo prova robusta em contrário.</p>
<p>O colegiado também reforçou que a regra do art. 373 do CPC atribui ao autor a responsabilidade por demonstrar o fato constitutivo de seu direito, sendo a inversão do ônus medida excepcional. Além disso, a concessão da justiça gratuita pode abranger o custeio da prova, mas não transfere automaticamente o encargo probatório à parte contrária.</p>
<p>“A decisão reforça que não basta a localização do imóvel ou sua inscrição no INCRA. É indispensável comprovar a exploração rural para garantir a incidência do ITR, medida essencial ao planejamento tributário e à segurança jurídica”, afirma Rodrigo Palacios, sócio da área Imobiliária do Viseu.</p>
<p>Para saber mais sobre decisões impactantes no cenário imobiliário, continue nos acompanhando.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ALERTA IMOBILIÁRIO &#124; JULGAMENTOS E DECISÕES QUE IMPACTAM O SETOR E REFORÇAM A SEGURANÇA JURÍDICA</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/imobiliario/alerta-imobiliario-julgamentos-e-decisoes-que-impactam-o-setor-e-reforcam-a-seguranca-juridica-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 19:18:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acordo Histórico no STJ: Resolução da Disputa pela Antiga Sede da carioca Sam Indústrias Uma notícia importante do Superior Tribunal...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="cvGsUA direction-ltr align-start para-style-body"><strong><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Acordo Histórico no STJ:</span><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"> Resolução da Disputa pela Antiga Sede da carioca </span><span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none">Sam Indústrias</span></strong></h3>
<p>Uma notícia importante do Superior Tribunal de Justiça (STJ) demonstra a <strong>eficácia da conciliação em casos complexos</strong>. O Centro Judiciário de Solução de Conflitos (Cejusc/STJ) facilitou um acordo que pôs fim à longa disputa pela propriedade da antiga sede da Sam Indústrias, no Rio de Janeiro.</p>
<p>O caso envolvia a massa falida da Sam Indústrias e as empresas Milano Empreendimentos e Santa Rita I Empreendimentos. A Sam Indústrias, que já foi uma próspera companhia, teve seu patrimônio supostamente dilapidado por fraudes, levando à sua falência em 2008. A disputa pelo imóvel se arrastava há cinco anos no STJ.</p>
<p>Sob a supervisão do ministro Marco Buzzi, o Cejusc conseguiu uma conciliação que considerou diversos fatores, incluindo o alto valor das benfeitorias realizadas no imóvel (mais de R$ 89 milhões) e a falta de interesse da massa falida em continuar a perseguir a propriedade, dada a complexidade e litigiosidade envolvidas.</p>
<p>Para Rodrigo Palacios, sócio da área Imobiliária do Viseu, este acordo é um excelente exemplo de como a mediação e a conciliação podem ser ferramentas poderosas para resolver litígios, mesmo aqueles com um histórico complexo e valores significativos. <strong>A solução consensual não apenas encerra uma disputa prolongada, mas também libera recursos e evita a continuidade de processos judiciais onerosos</strong>.</p>
<p><a href="https://www.stj.jus.br/sites/portalp/Paginas/Comunicacao/Noticias/2025/15082025-Acordo-fechado-no-Cejusc-resolve-propriedade-de-antiga-sede-da-empresa-Sam-Industrias-no-RJ.aspx" target="_blank" rel="noopener">Notícia</a></p>
<h3>Vício de Notificação em Alienação Fiduciária e a Importância da Intimação Pessoal</h3>
<p>Rodrigo Palacios teve acesso a uma decisão do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO), que reforça a importância da correta notificação do devedor em contratos de alienação fiduciária. A 4ª Turma Julgadora da 6ª Câmara Cível, em acórdão relatado pelo Desembargador Fernando Ribeiro Montefusco, <strong>anulou todo o procedimento de consolidação da propriedade e o leilão extrajudicial de um imóvel</strong> devido a um <strong>vício</strong> na notificação para purgação da mora.</p>
<p>O caso em questão, envolvendo o Bradesco e uma devedora pessoa física, demonstrou que <strong>a notificação foi enviada para o endereço do terreno dado em garantia, e não para o endereço residencial da devedora, conforme exigido pela Lei nº 9.514/97</strong>. A decisão de primeira instância havia validado a notificação por edital, mas <strong>o TJGO, por unanimidade, reformou a sentença, destacando que o banco não esgotou todas as possibilidades de localização da devedora antes de recorrer à intimação por edital</strong>.</p>
<p>De acordo com a análise de Palacios, <strong>essa decisão reforça a importância da intimação pessoal do devedor</strong>, no endereço constante do contrato, uma formalidade essencial, sendo que sua inobservância acarreta a nulidade de todo o processo de expropriação. A tese de julgamento do TJGO é clara: &#8220;A intimação do devedor para purgação da mora, no âmbito da alienação fiduciária de imóvel, deve ser pessoal e realizada no endereço constante do contrato; a inobservância dessa formalidade acarreta a nulidade da consolidação da propriedade e de todos os atos expropriatórios subsequentes.&#8221;</p>
<p>O especialista reforça que é fundamental que as instituições financeiras e os profissionais do direito estejam atentos a esses detalhes processuais para evitar nulidades e garantir a segurança jurídica nas operações de crédito imobiliário. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça (STJ) já aponta nesse sentido, exigindo o esgotamento dos meios de localização do devedor antes da notificação por edital.</p>
<p><a href="https://mega.nz/file/fQVFDa4K#2Q9QbZ1RE4Nftm4nRi4OO8v1CNJq5lRQlvJfj8-ebbs" target="_blank" rel="noopener">Decisão</a></p>
<h3><strong>Marco na Execução Civil: Decisão do STJ dispensa citação por oficial de justiça para arresto eletrônico de ativos</strong></h3>
<p>Uma recente e importante decisão da Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Recurso Especial nº 2.099.780-PR, trouxe um <strong>esclarecimento importante para a celeridade e eficácia das execuções, impactando diretamente a rotina do direito imobiliário e da recuperação de créditos</strong>.</p>
<p>O STJ firmou o entendimento de que <strong>a tentativa frustrada de citação por oficial de justiça não é um pré-requisito para o arresto de bens do devedor por meio de sistemas eletrônicos</strong>, como o Sisbajud.</p>
<p>No caso analisado, o credor havia tentado a citação do devedor por via postal, sem sucesso. O pedido de arresto online de ativos financeiros foi negado tanto em 1ª quanto em 2ª instâncias, sob o argumento de que seria necessária uma tentativa prévia de citação por oficial de justiça, conforme uma interpretação literal do art. 830 do CPC.</p>
<p>Contudo, o Ministro Relator Moura Ribeiro, acompanhado pelos demais ministros da Turma, reformou a decisão, alinhando o procedimento à realidade atual da advocacia e do Judiciário.</p>
<p><strong>Segundo Rodrigo Palacios, sócio da área Imobiliária do Viseu, os pontos-chave da decisão são:</strong><br />
<strong>1️⃣ Modernização da Execução:</strong> O Código de Processo Civil de 2015 privilegia a citação por meios eletrônicos e postais (arts. 246 e 247), não sendo a citação por oficial de justiça a regra preferencial na execução.</p>
<p><strong>2️⃣ Efetividade Processual:</strong> Condicionar o arresto online (medida eletrônica) a uma diligência física prévia (citação por oficial) seria um contrassenso, esvaziando a principal vantagem das ferramentas digitais: a agilidade.</p>
<p><strong>3️⃣ Basta a Tentativa Frustrada:</strong> Para o deferimento do arresto executivo online, é suficiente que haja uma tentativa de localização do devedor que tenha se mostrado infrutífera, independentemente do meio utilizado (postal, por exemplo).</p>
<p>De acordo com Palacios, essa decisão representa um avanço significativo, desburocratizando a cobrança e fortalecendo as ferramentas eletrônicas de constrição patrimonial, o que é uma excelente notícia para a efetividade da justiça e para os credores.</p>
<p><a href="https://processo.stj.jus.br/processo/julgamento/eletronico/documento/mediado/?documento_tipo=integra&amp;documento_sequencial=309158258&amp;registro_numero=202101773991&amp;peticao_numero=&amp;publicacao_data=20250428&amp;formato=PDF" target="_blank" rel="noopener">Acordão</a></p>
<h3><strong>Leilão Anulado: 3 Vícios Processuais que Custaram a Arrematação de um Imóvel (TRT1-RJ)</strong></h3>
<p>Uma recente decisão do Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro (TRT-1) anulou o leilão de um imóvel ao identificar três vícios processuais graves, considerados &#8220;insanáveis&#8221;. O caso, noticiado pela Revista Consultor Jurídico (ConJur), serve de lembrete para a importância do rigor técnico em todas as fases da execução.</p>
<p>Na prática, a arrematação foi invalidada porque o processo não seguiu formalidades essenciais previstas em lei. A decisão destaca os seguintes erros:</p>
<p><strong>1️⃣ Arrematação por Preço Vil:</strong> O imóvel foi arrematado por um valor inferior a 50% da sua avaliação, o que é considerado preço vil, conforme o Art. 891 do Código de Processo Civil. Essa regra busca proteger o patrimônio do devedor, evitando que seu bem seja vendido por um valor desproporcionalmente baixo.</p>
<p><strong>2️⃣ Falta de Intimação do Credor Hipotecário:</strong> O imóvel possuía uma hipoteca com a Caixa Econômica Federal, que não foi formalmente intimada sobre o leilão. A lei exige essa comunicação (Art. 799, I, do CPC) para que o credor com garantia real possa defender seus interesses no processo.</p>
<p><strong>3️⃣ Desrespeito à Suspensão da Execução:</strong> Havia uma decisão judicial anterior, fundada em pedido das partes (credor e devedor), que suspendia a execução por 30 dias para uma tentativa de acordo. Mesmo com o pagamento da dívida pelos executados dentro desse prazo, o leilão não foi cancelado e prosseguiu indevidamente.</p>
<p>A juíza responsável pelo caso classificou os erros como &#8220;vícios insanáveis&#8221;, que contaminaram todo o processo de alienação do bem, tornando a anulação da arrematação a única medida cabível.</p>
<p><strong>Segundo análise de Rodrigo Palacios, sócio da área Imobiliária do Viseu, este caso reforça uma lição importante no direito imobiliário: a segurança jurídica de um leilão não depende apenas do lance final, mas da observância estrita de cada etapa do procedimento</strong>. A falta de atenção a detalhes como intimações, prazos e o valor mínimo do lance pode invalidar todo o processo, gerando prejuízos e insegurança para todas as partes envolvidas, especialmente o arrematante.</p>
<p><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/08/DECISAO-ANULANDO-O-LEILAO-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Decisão</a></p>
<h3><strong>Responsabilidade Solidária: Construtoras e Sanepar Condenadas por Danos em Condomínio no Paraná</strong></h3>
<p>No caso em questão (Apelação Cível nº 0043232-96.2023.8.16.0014), a Companhia de Saneamento do Paraná &#8211; Sanepar e as construtoras de um condomínio em Londrina (PR) foram condenadas a indenizar os moradores por danos materiais e morais. Os problemas surgiram de infiltrações de esgoto que causaram mau cheiro, interdição de áreas comuns e transtornos significativos.</p>
<p>A perícia foi clara ao apontar uma concorrência de culpas:</p>
<p><strong>1️⃣Construtoras: </strong>Falharam ao não desativar um antigo ramal de esgoto e ao não impermeabilizar corretamente as caixas de inspeção, violando normas técnicas.</p>
<p><strong>2️⃣Sanepar: </strong>Foi negligente na manutenção da rede pública, o que levou a uma obstrução e ao refluxo de dejetos para o edifício.</p>
<p>Na opinião de Rodrigo Palacios, a decisão da 9ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) é muito importante, pois estabelece que a complexidade dos problemas e a multiplicidade de causas não diluem a responsabilidade. Pelo contrário, a unem.</p>
<p>O tribunal entendeu que os transtornos ultrapassaram o &#8220;mero aborrecimento&#8221;, configurando dano moral indenizável no valor de R$ 10 mil para cada morador, além dos danos materiais a serem liquidados.</p>
<p>Para Palacios, este caso serve como um alerta importante para o setor imobiliário e da construção civil sobre a importância da &#8220;due diligence&#8221; técnica em todas as fases de um projeto – desde a verificação de infraestruturas preexistentes no terreno até a execução e entrega da obra. A responsabilidade não termina na entrega das chaves; ela é contínua e pode ser compartilhada com outros agentes.</p>
<p>Como head da área de Direito Imobiliário do Viseu Advogados, Palacios reafirma a importância de uma assessoria jurídica e técnica criteriosa para mitigar riscos e garantir a segurança e a qualidade dos empreendimentos.</p>
<p><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/08/recurso-evento-208-acordao-1.pdf" target="_blank" rel="noopener">Decisão</a></p>
<h3><strong>Intenção de pagar a dívida impede reintegração de posse?</strong></h3>
<p>Em decisão recente, a 1ª Vara de Monte Alto/SP suspendeu a reintegração de posse em favor da CDHU com base no argumento de que o executado demonstrou “interesse em quitar o débito” e reside no imóvel para fins de moradia.</p>
<p>Embora se trate de medida provisória — <strong>tutela de urgência incidental</strong> — e o juiz tenha deixado claro que essa é a “última oportunidade para solução amigável”, Rodrigo Palacios entende que a decisão traz um perigoso precedente: <strong>transformar a mera intenção de pagar em obstáculo à execução de uma sentença transitada em julgado</strong>.</p>
<p>No caso, a reintegração já havia sido determinada por decisão definitiva. Ao suspender seus efeitos por razões subjetivas (como a ocupação para moradia e o desejo de negociar), cria-se instabilidade e insegurança para políticas públicas de habitação e para o direito de propriedade em geral.</p>
<p>É importante garantir meios de conciliação e acesso à moradia, sem relativizar o valor da coisa julgada nem o direito do credor de reaver seu bem após anos de litígio.</p>
<p><a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2025/07/0001114-05.2021.8.26.0368-3.pdf" target="_blank" rel="noopener">Decisão</a></p>
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		<title>Conflitos por aluguel  e prazos dominam disputas jurídicas entre lojistas e shoppings</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/conflitos-por-aluguel-e-prazos-dominam-disputas-juridicas-entre-lojistas-e-shoppings/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Aug 2025 20:06:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As ações de renovação e revisão contratual seguem no centro dos litígios entre lojistas e shopping centers, e o tema foi destaque em matéria do <a class="keOocAjJCsjBSDUyzekYyTmGRVRqcAikFck " tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/company/valoreconomico/" target="_self" data-test-app-aware-link="" rel="noopener">Valor Econômico</a>, com contribuições do Viseu.</p>
<p>Segundo <a id="ember1529" class="ember-view" tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/in/rodrigo-palacios-head-juridico-imobiliario/">Rodrigo Palacios</a>, nosso sócio da área Imobiliária: “Na pandemia, quando os shoppings ficaram vazios e as lojas ficaram sem vender por meses, os contratos de todos os nossos clientes tiveram que ser renegociados, pois o equilíbrio financeiro foi radicalmente afetado.”</p>
<p><a id="ember1530" class="ember-view" tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/in/camila-benedett/">Camila Benedett</a>, coordenadora da equipe de Direito Imobiliário do Viseu, reforça os riscos de perder prazos: “Muitos deixam para resolver no final do contrato, e aí fica mais difícil, acabam à mercê da decisão do shopping de querer ou não continuar com o lojista. Os comerciantes independentes, muitas vezes, sequer leem o contrato ou não entendem o que está escrito. O ideal seria que, desde o começo, o lojista contasse com a ajuda de um advogado especializado em comércio.”</p>
<p>A reportagem também aborda temas como luvas não previstas, mudanças unilaterais no posicionamento das lojas e os impactos do e-commerce e das bets sobre o desempenho do varejo físico.</p>
<p><a href="https://valor.globo.com/publicacoes/especiais/shopping-centers/noticia/2025/07/31/conflitos-por-aluguel-e-prazos-dominam-disputas-juridicas-entre-lojistas-e-shoppings.ghtml">Leia mais na matéria completa no Valor Econômico clicando aqui.</a></p>
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