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IA na saúde exige mais do que tecnologia: exige governança

12 de fevereiro de 2026

A inteligência artificial já integra rotinas clínicas, administrativas e o relacionamento com pacientes. Porém, ao ampliar o uso de dados clínicos por assistentes e modelos generativos, cresce também a exposição regulatória das organizações de saúde.

No artigo publicado no ITShow, Antonielle Freitas, sócia da área de Proteção de Dados e Compliance e DPO do Viseu, analisa como a adoção dessas soluções envolve mais do que eficiência operacional. O tratamento de dados de saúde, classificados como sensíveis pela LGPD, demanda base legal adequada, segurança da informação reforçada, avaliação de impacto (RIPD), revisão contratual com fornecedores e monitoramento contínuo.

Para hospitais, clínicas, operadoras, laboratórios e healthtechs, a incorporação de IA precisa estar conectada a uma estrutura jurídica consistente, capaz de reduzir riscos, prevenir incidentes e preservar a confiança dos titulares. Como ela destaca no artigo: “A mensagem é clara: inovação em saúde não afasta responsabilidade em proteção de dados. Pelo contrário, torna essa responsabilidade ainda mais central.”

Para CEOs e gestores jurídicos, a adoção de IA é uma decisão que influencia conformidade regulatória, reputação e sustentabilidade do negócio. Leia o artigo completo clicando aqui.