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	<title>Arquivos Penal Empresarial | Viseu Advogados</title>
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	<description>Advogados Associados</description>
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	<title>Arquivos Penal Empresarial | Viseu Advogados</title>
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		<title>DEVEDOR CONTUMAZ: CRITÉRIOS, RISCOS E COMO EVITAR O ENQUADRAMENTO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 19:07:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A divulgação da lista de devedores contumazes pela Receita Federal marca um novo momento na gestão de passivos tributários. Além...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A divulgação da lista de devedores contumazes pela Receita Federal marca um novo momento na gestão de passivos tributários. Além da publicidade dos contribuintes enquadrados, a Lei Complementar nº 225/2026 estabelece critérios objetivos para essa classificação e prevê consequências que podem impactar a operação, a governança e a estratégia das empresas.</p>
<p>Para apoiar as empresas na compreensão dessas mudanças, os times Tributário e Penal Empresarial do Viseu elaboraram um material prático que reúne os principais pontos da nova regulamentação, incluindo os requisitos para o enquadramento, as hipóteses que podem afastar a classificação, as consequências previstas em lei e o procedimento administrativo conduzido pela Receita Federal.</p>
<p>O conteúdo foi desenvolvido pelos sócios Guilherme Manier, Leandro Artioli e Pedro Beretta, com foco em orientar empresas na avaliação de riscos tributários e de seus possíveis desdobramentos na esfera penal, contribuindo para uma gestão mais estratégica e preventiva.</p>
<p><a href="https://viseu.com.br/wp-content/uploads/1900/02/devedor-contumaz-criterios-riscos-e-como-evitar-o-enquadramento.pdf">Clique aqui</a> e confira os principais aspectos da nova regulamentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Viseu na Mídia &#124; Proteção de Dados, Consumidor e Penal Empresarial em destaque</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/viseu-na-midia-protecao-de-dados-consumidor-e-penal-empresarial-em-destaque/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção de Dados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossos sócios das áreas de Proteção de Dados, Consumidor e Penal Empresarial tiveram destaque na imprensa, compartilhando análises sobre temas...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nossos sócios das áreas de Proteção de Dados, Consumidor e Penal Empresarial tiveram destaque na imprensa, compartilhando análises sobre temas que têm mobilizado empresas e gestores jurídicos. Entre eles:</p>
<p>•⁠ ⁠<a class="ql-mention" spellcheck="false" href="https://www.linkedin.com/preload/?_bprMode=vanilla#" data-entity-urn="urn:li:fsd_profile:ACoAAAVG0GkBa4WnYqLrxq505GyV4mbDfIyVsEQ" data-guid="0" data-object-urn="urn:li:fsd_profile:ACoAAAVG0GkBa4WnYqLrxq505GyV4mbDfIyVsEQ" data-original-text="Antonielle Freitas" data-test-ql-mention="true">Antonielle Freitas</a> abordou, em artigo publicado no <a class="ql-mention" spellcheck="false" href="https://www.linkedin.com/preload/?_bprMode=vanilla#" data-entity-urn="urn:li:fsd_company:90820567" data-guid="1" data-object-urn="urn:li:fsd_company:90820567" data-original-text="Itshow" data-test-ql-mention="true">Itshow</a>, os novos decretos do Marco Civil da Internet e os desafios que as novas exigências podem trazer para a governança e a responsabilização das plataformas digitais, <a href="https://itshow.com.br/regulacao-plataformas-digitais-brasil-decretos/">clique aqui para saber mais.</a></p>
<p>•⁠ ⁠<a class="ql-mention" spellcheck="false" href="https://www.linkedin.com/preload/?_bprMode=vanilla#" data-entity-urn="urn:li:fsd_profile:ACoAAADyCKkBbzhQJLca8gPl6iddn0z8qdiNrGs" data-guid="2" data-object-urn="urn:li:fsd_profile:ACoAAADyCKkBbzhQJLca8gPl6iddn0z8qdiNrGs" data-original-text="Ricardo Motta" data-test-ql-mention="true">Ricardo Motta</a> analisou, em artigo publicado no portal da <a class="ql-mention" spellcheck="false" href="https://www.linkedin.com/preload/?_bprMode=vanilla#" data-entity-urn="urn:li:fsd_company:984908" data-guid="3" data-object-urn="urn:li:fsd_company:984908" data-original-text="Revista Consultor Jurídico (ConJur)" data-test-ql-mention="true">Revista Consultor Jurídico (ConJur)</a>, os debates do Tema 1.396 do STJ e os possíveis reflexos do julgamento para a litigância de consumo e os canais de atendimento das empresas, <a href="https://www.conjur.com.br/2026-jun-12/tema-1-396-entre-o-acesso-a-justica-e-a-maturidade-dos-canais-de-atendimento/">clique aqui para saber mais.</a></p>
<p>•⁠ ⁠<a class="ql-mention" spellcheck="false" href="https://www.linkedin.com/preload/?_bprMode=vanilla#" data-entity-urn="urn:li:fsd_profile:ACoAABPJk1wB0_6tP-TMncTOGWkng_yK-FjoDyE" data-guid="4" data-object-urn="urn:li:fsd_profile:ACoAABPJk1wB0_6tP-TMncTOGWkng_yK-FjoDyE" data-original-text="Pedro Beretta" data-test-ql-mention="true">Pedro Beretta</a> comentou ao <a class="ql-mention" spellcheck="false" href="https://www.linkedin.com/preload/?_bprMode=vanilla#" data-entity-urn="urn:li:fsd_company:105741586" data-guid="5" data-object-urn="urn:li:fsd_company:105741586" data-original-text="ND Mais" data-test-ql-mention="true">ND Mais</a> o projeto de lei que pretende ampliar o controle sobre operações em espécie e os limites da caracterização da lavagem de dinheiro, <a href="https://ndmais.com.br/politica/projeto-limita-saques-para-combater-lavagem-de-dinheiro/">clique aqui para saber mais.</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>A Lei 15.397/2026 mudou a regra do estelionato. E o ambiente corporativo pode &#8211; e deve – sentir</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/a-lei-15-397-2026-mudou-a-regra-do-estelionato-e-o-ambiente-corporativo-pode-e-deve-sentir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 16:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sancionada em 30 de abril, a Lei 15.397/2026 promoveu uma das alterações mais relevantes do Código Penal nos últimos anos,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Sancionada em 30 de abril, a Lei 15.397/2026 promoveu uma das alterações mais relevantes do Código Penal nos últimos anos, especialmente em matéria de crimes patrimoniais. Entre majorantes, qualificadoras e a criação de novos tipos penais, uma mudança em especial chama, e muito, a atenção de quem atua no meio contencioso e corporativo: a regra de processamento do crime de estelionato passa, novamente, a não depender do desejo de representação da vítima, retornando à sua natureza pública incondicionada.</p>
<p>Ou seja, voltou a entender o legislador que a apuração do delito de estelionato tenha um maior poder e controle de apuração estatal, ao contrário do que previu o famigerado Pacote Anticrime, no ano de 2019 (Lei nº 13.964/2019), ocasião em que se definiu a persecução penal do estelionato mediante representação da vítima, exceção feita a raríssimos casos.</p>
<p>Na prática, isso criou um instrumento poderoso, e amplamente utilizado, de pressão em disputas empresariais. Quem alegava ser vítima “controlava” o timing da persecução: monitorava-se o andamento de uma demanda paralela (na maioria das vezes, a demanda principal originadora dos fatos) e, conforme o interesse, recuava-se ou, até mesmo, não se prosseguia com o desejo de ver o agente causador investigado, no prazo legal. Tratava-se, em certos casos, o boletim de ocorrência e/ou a investigação policial dele decorrente de verdadeira peça de negociação.</p>
<p>No ambiente corporativo, portanto, o uso dessa “estratégia” de pressão como alavanca em disputas societárias, trabalhistas e contratuais perde, e muito, o seu protagonismo.</p>
<p>Por fim, um red alert: em regra (pois, se entende que tal alteração torna mais gravosa a posição daquele que é investigado/processado por estelionato), os fatos cometidos durante a vigência do Pacote Anticrime continuam e devem ser tratados sob a regra de representação da vítima; os fatos cometidos a partir do dia 30, claro, deverão ser tratados à regra da ação penal pública, ausente a “vontade” da vítima.</p>
<p>Para quem assessora empresas em litígios com esse componente penal, a leitura imediata é: investigar quando os fatos ocorreram não é mais uma formalidade, é questão central, a depender, claro, da estratégia traçada em cada caso concreto.</p>
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		<item>
		<title>TRF-6 reafirma proteção do bem de família contra alienação antecipada indevida</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/trf-6-reafirma-protecao-do-bem-de-familia-contra-alienacao-antecipada-indevida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 19:57:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entendimento delimita o uso da alienação antecipada e traz impactos para a defesa de patrimônios familiares O Tribunal Regional Federal...</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/trf-6-reafirma-protecao-do-bem-de-familia-contra-alienacao-antecipada-indevida/">TRF-6 reafirma proteção do bem de família contra alienação antecipada indevida</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="font-weight: 400;"><em>Entendimento delimita o uso da alienação antecipada e traz impactos para a defesa de patrimônios familiares</em></p>
<p style="font-weight: 400;">O Tribunal Regional Federal da 6ª Região proferiu decisão que reforça os limites para aplicação da alienação antecipada prevista no artigo 144-A do Código de Processo Penal, especialmente quando se trata de bem de família protegido pela Lei 8.009/90. A desembargadora federal Luciana Pinheiro Costa, relatora do caso, concedeu efeito suspensivo para impedir a venda antecipada de imóvel residencial onde a ré cumpre prisão domiciliar com suas duas filhas menores.</p>
<p style="font-weight: 400;">A controvérsia teve origem quando o juízo de primeiro grau determinou a alienação antecipada do imóvel localizado em Piracicaba/SP, que já havia sido arrematado por terceiros, com prazo de 60 dias para desocupação. A análise da matrícula do imóvel revelou elemento essencial, qual seja, o imóvel foi adquirido pela apelante e seu esposo em março de 2018, portanto anteriormente ao período dos fatos investigados, que se estendeu de abril de 2018 a maio de 2022.</p>
<p style="font-weight: 400;">Esta cronologia foi determinante para afastar qualquer suspeita sobre a origem dos recursos utilizados na aquisição.</p>
<p style="font-weight: 400;">A magistrada fundamentou sua decisão destacando que a alienação antecipada constitui medida excepcional destinada à preservação do valor de bens sujeitos à depreciação, deterioração ou dificuldade de manutenção. Conforme consignado na decisão, “a alienação antecipada, medida prevista no art. 144-A do Código de Processo Penal, possui por objetivo a preservação do valor dos bens sujeitos a depreciação, deterioração ou dificuldade de manutenção, seja pelo decurso do tempo, pela falta de utilização ou pela desvalorização, sendo muito aplicada em caso de veículos apreendidos”.</p>
<p style="font-weight: 400;">O tribunal reafirmou jurisprudência consolidada do TRF da 1ª Região, exatamente na linha do que vêm decidindo tanto o Superior Tribunal de Justiça quanto o Supremo Tribunal Federal, citando precedente que estabelece: “inexistindo risco de deterioração e/ou desvalorização do imóvel em questão, não se mostra adequada a adoção da alienação antecipada, antes do trânsito em julgado de eventual sentença condenatória”.</p>
<p style="font-weight: 400;">A decisão também enfatizou que a natureza imobiliária do bem não gera risco de deterioração que justifique a medida extrema, diferentemente do que ocorre com veículos automotores.</p>
<p style="font-weight: 400;">Aspecto da fundamentação que chama a atenção reside na proteção constitucional e legal do bem de família. A relatora ressaltou que “o imóvel em questão constitui bem de família, local de moradia da apelante e de suas filhas, encontrando proteção de impenhorabilidade no art. 1º da Lei 8.009/90”, não se verificando qualquer das exceções do artigo 3º da mesma legislação.</p>
<p style="font-weight: 400;">A ausência de trânsito em julgado da sentença penal condenatória adiciona camada extra de proteção, mantendo aberta a possibilidade de reversão da condenação e, consequentemente, da pena de perdimento. A decisão estabelece precedente importante para casos similares, demonstrando que a alienação antecipada não pode ser utilizada indiscriminadamente contra bens imóveis de origem lícita, especialmente quando constituem bem de família e não há risco concreto de deterioração.</p>
<p style="font-weight: 400;">Isso porque, por óbvio, no caso concreto, com tal entendimento:</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>(i)</strong> em primeiro, preserva-se o devido processo legal em matéria penal, especialmente quando há discussão sobre a aplicação, ou não, de medida cautelar de ordem patrimonial, diante de sua natureza excepcional e, caso cabível, quando absolutamente necessária, sob pena de violação ao mais básico princípio da presunção de inocência;</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>(ii)</strong> em segundo, pois eventual decisão em sentido contrário permitiria afirmar que, independentemente da apuração sobre o tempo e lugar do crime cometido, o atingimento de qualquer medida fora dos limites da acusação formalmente apresentada seria regular, o que, nem de longe, é possível, em atenção ao sistema acusatório e à preservação de seus atos.</p>
<p style="font-weight: 400;">A fundamentação técnica da desembargadora relatora, portanto, oferece diretrizes claras para profissionais que atuam na defesa de patrimônios familiares em contextos criminais, seja em sede de investigação criminal, seja em sede de ação penal, reforçando a necessidade de análise criteriosa dos requisitos legais antes da solicitação e aplicação de medidas constritivas extremas, sob pena, inclusive, do reconhecimento de nulidade de atos já praticados, com o consequente prejuízo ao processo penal como um todo.</p>
<p style="font-weight: 400;">O binômio necessidade e excepcionalidade deve, sempre, ser observado.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Clique <a href="https://www.conjur.com.br/wp-content/uploads/2026/04/NOELIA-APL-1004094-77-decisao-alien.-antecipada-e-informacoes-PF-1-2.pdf" target="_blank" rel="noopener">aqui</a> para ler a decisão.</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Pedro Beretta é o novo sócio da área penal do Viseu</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/pedro-beretta-e-o-novo-socio-da-area-penal-do-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 16:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Viseu Advogados anuncia o ingresso de Pedro Beretta como novo sócio, para liderar a Área Penal do escritório. Com...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a class="FdXhzrorDWaLBTOKnIPUgpKMTuZMYEpxBU " tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/" target="_self" data-test-app-aware-link="">Viseu Advogados</a> anuncia o ingresso de <a id="ember981" class="ember-view" tabindex="0" href="https://www.linkedin.com/in/pedro-beretta-79021893/">Pedro Beretta</a> como novo sócio, para liderar a Área Penal do escritório. Com mais de 15 anos de atuação e o reconhecimento de guias nacionais e internacionais, Beretta passa a integrar a sociedade para assumir o comando da prática e a condução estratégica dos casos, reforçando uma área tradicional e relevante da banca.</p>
<p>Ao longo de sua trajetória, Beretta consolidou experiência em casos complexos, a nivel nacional e internacional, no atendimento de empresas e executivos em investigações sensiveis, em situacoes que exigem elevada capacidade técnica, visão estratégica e gestão cuidadosa de risco e reputação.</p>
<p>Seu ingresso no Viseu Advogados representa um movimento importante de fortalecimento da prática, agregando experiência, liderança e capacidade de expansão a uma área já consolidada no escritório.</p>
<p>Beretta também chega com sua carteira de clientes e equipe própria, ampliando a estrutura de atendimento e o potencial de crescimento da Área Penal. Sua chegada marca uma nova fase da prática no Viseu Advogados, que passa a contar com uma liderança dedicada à condução técnica e estratégica dos casos criminais do escritório, reforçando sua proposta de oferecer representação sofisticada e conectada às demandas atuais de pessoas físicas e jurídicas envolvidas em situações de elevada sensibilidade.</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/pedro-beretta-e-o-novo-socio-da-area-penal-do-viseu/">Pedro Beretta é o novo sócio da área penal do Viseu</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Perda da propriedade usada no tráfico: STJ reforça que o confisco não pode atingir terceiros de boa-fé</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/perda-da-propriedade-usada-no-trafico-stj-reforca-que-o-confisco-nao-pode-atingir-terceiros-de-boa-fe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2025 21:02:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em decisão paradigmática, a 5ª Turma do STJ reafirmou os limites constitucionais da expropriação confisco de bens em casos de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="xmsonormal"><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>m d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão paradigmática, a <b>5ª Turma do STJ</b> r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>afirmou os <b>limit<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s constitucionais da <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xpropriação confisco d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ns <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m casos d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> tráfico d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> drogas</b>, ao julgar o AgRg no R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>sp nº 2.188.777/PR, d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>latoria do Ministro R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ynaldo Soar<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s da Fons<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ca (julgado <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m 09/10/2025).</p>
<p class="xmsonormal">O col<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>giado <b>limitou o p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rdim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> uma faz<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nda</b> — utilizada por um dos copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários para o tráfico — <b>ap<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nas à fração p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> ao r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span>u cond<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nado</b>, pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvando os dir<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>itos dos d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mais int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>grant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s da família (m<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ira <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> h<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iros) por r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>conh<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>c<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r a <b>boa-f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span></b> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o princípio da <b>intransc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia da p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>na</b>.</p>
<p class="xmsonormal"><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>m sínt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>: <b>confisco, sim; punição col<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tiva, não.</b></p>
<h3 class="xmsonormal"><b>O Caso</b></h3>
<p class="xmsonormal">A d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> prim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iro grau d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rminou o <b>p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rdim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gral da faz<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nda</b>, sob o fundam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o imóv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l havia sido utilizado como ponto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> apoio logístico para o tráfico int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>stadual d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> drogas. Concluiu-s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a gravidad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> dos fatos <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lação dir<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ta <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a atividad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> criminosa <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m justificariam a <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xpropriação total, com bas<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> no art. 243, parágrafo único, da Constituição F<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ral.</p>
<p class="xmsonormal">Os <b>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mais copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários</b> — <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s, os <b>pais idosos <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>x-<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sposa do cond<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nado</b>— r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>corr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ram d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ssa d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão, sust<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntando <b>aus<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> culpa </b><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>total d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sconh<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto das práticas ilícitas</b>.</p>
<p class="xmsonormal">O Tribunal R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gional F<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ral da 4ª R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gião mant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o confisco, <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndo qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> cab<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ria aos propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários provar<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m a aus<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> culpa <i>in vigilando</i> ou <i>in <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lig<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndo</i>, aplicando, por analogia, o artigo 243 da Constituição F<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ral <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> aos <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntos <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xarados p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lo STF nos <b>T<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mas 399 </b>(<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xpropriação d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s usadas para <b>cultivo d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> plantas psicotrópicas</b>) <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>647 </b>(confisco d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> todo <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qualqu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> valor <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>conômico utilizado <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m cont<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> tráfico ilícito).</p>
<h3 class="xmsonormal"><b> </b><b>Histórico das d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisõ<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s do STJ</b></h3>
<ul>
<li class="xmsonormal"><b>Abr/2025</b>: <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>m d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão monocrática, o r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lator mant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xpropriação do imóv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l rural, diant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da comprovação d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>u uso para o tráfico d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> drogas <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da aus<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> prova, p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>los copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários, d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> agiram s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m culpa — ou s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ja, d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>não sabiam n<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m tinham como sab<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r</b> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>stava s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndo <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mpr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gado na prática criminosa. Assim, a r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rsão d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ss<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ncontraria óbic<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> na <b>Súmula 7/STJ</b>, qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>da o <b>r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> mat<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span>ria fática-probatória</b> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>curso <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sp<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cial.</li>
<li class="xmsonormal"><b>Jul/2025</b>: A 5ª Turma mant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cisão monocrática ao julgar o Agravo R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntal int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rposto p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>los copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários.</li>
<li class="xmsonormal"><b> S<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>t/2025:</b> O m<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>smo col<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>giado <b>anulou o acórdão ant<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rior</b> por violação ao <b>princípio da não surpr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sa</b>, já qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o proc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sso fora julgado s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span>via inclusão <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m pauta, o qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>imp<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>diu a r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>alização d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> sust<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntação oral.</li>
<li class="xmsonormal"><b>Out/2025:</b> No novo julgam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto, pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>val<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>c<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>u o <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>prot<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ção ao t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iro d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>boa-f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span></b>, com l<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>itura proporcional dos arts. <b>60 <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> 63 da L<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>i 11.343/2006</b> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> afastam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto da aplicação do <b>art. 243, parágrafo único, da CF</b>, b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m como do <b>T<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ma 399 do STF</b>. Assim, o <b>p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rdim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto foi limitado à fração p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> ao r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span>u cond<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nado</b>, pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvando-s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a m<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ação da <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>x-<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sposa <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> a part<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> dos pais, qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> não participaram n<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>n<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ficiaram da prática criminosa.</li>
</ul>
<h3 class="xmsonormal"><b> </b><b>Por qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> isso importa na prática?</b></h3>
<p><b>T<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iro d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> boa-f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">é</span></b>: Pais idosos, afastados da administração do b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m por razõ<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>saúd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> idad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>, não pod<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sponsabilizados p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lo uso ilícito promovido por filho, para fins d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> tráfico d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> drogas, quando <b>inviáv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l a sup<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvisão <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tiva da propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span></b>.</p>
<p><b>Prot<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ção da família <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da moradia</b>: O STJ r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ssaltou qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rdim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gral atingiria m<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ira <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> h<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iros inoc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s, contrariando a intransc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nd<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia da p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>na <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>os valor<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s constitucionais como a prot<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ção da família, do idoso <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da dignidad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ssoa humana.</p>
<p><b>V<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dação à pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sunção d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> culpa</b>: A r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sponsabilização do t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iro não pod<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ass<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntar-s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sunção, sobr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tudo quando o caso não <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nvolv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> — como no <b>T<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ma 399</b> — o cultivo d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> plantas psicotrópicas na propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>, mas sim <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ncontros r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lacionados à prática do tráfico <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> o armaz<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> substâncias ilícitas <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m locais fora do conh<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>cim<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto dos d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>mais copropri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários. <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">E</span>xig<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>-s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>, portanto, <b>anális<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> concr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ta das provas <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> das garantias</b> daqu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>l<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> não participam da atividad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> criminosa.</p>
<p><b>Co<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia com a jurisprud<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia constitucional</b>: O acórdão cita pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>c<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> do STF, s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gundo o qual não s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> pod<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> impor à <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>sposa o d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> “<i><span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>vitar a companhia do cônjug<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span></i>” criminoso, afastando qualqu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r id<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ia d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <b>“<i>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lação</i>” intrafamiliar</b>.</p>
<h3 class="xmsonormal"><b>R<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>fl<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>xõ<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s </b></h3>
<p class="xmsonormal">O pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>c<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> ajusta a int<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rpr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tação do art. 243, parágrafo único, da CF/88 (confisco) <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dos arts. 60 <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> 63 da L<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>i d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> Drogas, conciliando o combat<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>f<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tivo ao tráfico com a pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvação dos dir<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>itos fundam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntais d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iros inoc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nt<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s. Ganha a co<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia do sist<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ma: a p<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>na d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> atingir o culpado, não transbordar sobr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> qu<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m nada t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m a v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r com o d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>lito.</p>
<p class="xmsonormal">Para g<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>stor<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> propri<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>tários rurais ou urbanos, o caso r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>força a importância da <i>du<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>dilig<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span></i> no uso do b<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>m, da gov<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rnança mínima (poss<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>, arr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ndam<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>nto, guarda d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>chav<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s, visitas, r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>gistros) <span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> da trilha docum<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>ntal. Mas, quando não houv<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r ci<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">ê</span>ncia ou possibilidad<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> r<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>al d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> vigilância, o patrimônio d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> t<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rc<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>iros d<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>v<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span> s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>r pr<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>s<span class="outlook-search-highlight" data-markjs="true">e</span>rvado.</p>
<p class="xmsonormal">
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		<title>Risco Penal no Transporte de Cargas: da Reação à Prevenção Inteligente</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/risco-penal-no-transporte-de-cargas-da-reacao-a-prevencao-inteligente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 19:45:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O transporte de cargas é a espinha dorsal da economia brasileira. Movimenta cadeias produtivas, conecta indústrias e garante o abastecimento...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div>
<p class="s3"><span class="s6">O transporte de cargas é a espinha dorsal da economia brasileira. Movimenta cadeias produtivas, conecta indústrias e garante o abastecimento de mercados internos e externos. Mas esse papel estratégico também vem acompanhado de uma dura realidade: </span><span class="s4">poucas atividades empresariais estão tão expostas a riscos penais quanto a logística rodoviária</span><span class="s6">.</span></p>
</div>
<p class="s5"><span class="s6">Roubo de cargas, fraudes fiscais, transporte irregular, descarte inadequado de resíduos, corrupção em fiscalizações e até uso da malha logística para lavagem de dinheiro são alguns exemplos. Cada novo caso reforça que o setor não enfrenta riscos pontuais, mas um </span><span class="s4">contencioso criminal de volume</span><span class="s6"> que exige preparo, protocolos e inteligência preventiva.</span></p>
<p class="s5"><span class="s6">Essa realidade tem levado autoridades a ampliar o alcance de suas investigações. Operações como a </span><span class="s4">Carbono Oculto</span><span class="s6"> e a </span><span class="s4">Spare</span><span class="s6">, em 2025, mostram como transportadoras acabam arrastadas para inquéritos de grande escala. Mesmo sem serem o alvo central, podem sofrer bloqueios bilionários e ter sua continuidade comprometida — como ocorreu com empresas atingidas por cautelares fiscais superiores a R$ 7 bilhões.</span></p>
<p class="s5"><span class="s6">Paralelamente, o </span><span class="s4">roubo de cargas</span><span class="s6"> segue como uma das maiores ameaças. Em 2024 foram mais de 10 mil casos, com perdas acima de R$ 1,2 bilhão. Apesar da queda percentual apontada pelo SINESP, a média de 21 ocorrências por dia revela que o problema continua grave e vem se espalhando para além do Sudeste, impulsionado por organizações criminosas cada vez mais estruturadas</span><span class="s6">.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s4">O impacto prático para as transportadoras</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s6">Não se trata apenas de risco jurídico ou de eventual desgaste reputacional. O risco penal impacta diretamente a operação e o caixa das empresas:</span></p>
<ul>
<li class="s8"><span class="s4">Bloqueio de ativos e rotas</span><span class="s6">, </span><span class="s6">impactando</span><span class="s6"> contratos em andamento;</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Perda de contratos </span><span class="s4">com embarcadores</span><span class="s6">, </span><span class="s6">que evitam fornecedores sob investigação</span><span class="s6">;</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Aumento d</span><span class="s4">os</span><span class="s4"> custos de seguro</span><span class="s6"> e até inviabilidade de contratar apólices sem protocolos de compliance e rastreamento;</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Restrições em licitações e cadastros oficiais</span><span class="s6">, </span><span class="s6">reduzindo</span><span class="s6"> novas oportunidades de negócio;</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Perda de credibilidade</span><span class="s6">, afetando a competitividade em um setor de margens já apertadas.</span></li>
</ul>
<p class="s5"><span class="s6">Cada ocorrência penal deixa de ser um evento isolado e passa a representar risco </span><span class="s6">à </span><span class="s4">continuidade operacional</span><span class="s6">, algo que preocupa </span><span class="s6">CFOs</span><span class="s6">, </span><span class="s6">COOs</span><span class="s6"> e diretores jurídicos.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s4">Da reação à prevenção inteligente</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s6">A resposta tradicional — contratar defesa criminal só após operações ou autuações — já não basta. O desafio é migrar para uma postura preventiva e integrada, envolvendo jurídico, operações, compliance, seguradoras e tecnologia</span><span class="s6">.</span></p>
<p class="s5"><span class="s6">Alguns pilares práticos já se mostram indispensáveis:</span></p>
<ul>
<li class="s8"><span class="s4">Mapeamento de riscos</span><span class="s6">: identificar pontos críticos na cadeia logística (rotas mais vulneráveis, parceiros de alto risco, operações fiscais sensíveis).</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Segurança operacional</span><span class="s6">: protocolos de prevenção de roubo, rastreamento em tempo real, uso de bases seguras e integração com seguradoras para redução de prêmios.</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Gestão documental e fiscal</span><span class="s6">: auditorias eletrônicas, cruzamento de dados e checklists de embarque que evitem autuações.</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Due</span> <span class="s4">diligence</span><span class="s4"> de parceiros</span><span class="s6">: avaliação prévia de fornecedores e clientes para evitar vínculos com organizações criminosas.</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Treinamento contínuo</span><span class="s6">: motoristas, gestores e equipes administrativas capacitados para lidar com riscos operacionais, éticos e legais.</span></li>
<li class="s8"><span class="s4">Cultura de integridade</span><span class="s6">: criação de canais de denúncia, políticas de conduta claras e respostas rápidas a desvios internos.</span></li>
</ul>
<p class="s5"><span class="s6">Quando aplicadas de forma coordenada, essas medidas transformam o risco penal de problema reativo em ativo de gestão, capaz de proteger a empresa, gerar eficiência e fortalecer relações com grandes embarcadores.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s4">Um olhar além do risco</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s6">Vale ressaltar que a adoção de medidas de prevenção não deve ser vista apenas como obrigação para reduzir contingências. Há também uma </span><span class="s4">dimensão estratégica</span><span class="s6">:</span></p>
<ul>
<li class="s8"><span class="s6">Empresas que comprovam protocolos de integridade são preferidas por embarcadores e indústrias multinacionais, que buscam parceiros alinhados às suas políticas de compliance.</span></li>
<li class="s8"><span class="s6">Transportadoras que investem em governança e segurança reduzem custos com seguros e ganham maior previsibilidade de fluxo de caixa.</span></li>
<li class="s8"><span class="s6">O alinhamento às exigências regulatórias da ANTT e de órgãos fiscais antecipa tendências e evita a surpresa de autuações que travam operações.</span></li>
</ul>
<p class="s5"><span class="s6">A prevenção, nesse cenário, não é apenas defesa: </span><span class="s4">é diferenciação competitiva</span><span class="s6">.</span> <span class="s6">Transportadoras que adotam protocolos sólidos conquistam previsibilidade financeira, reduzem custos com seguros e se tornam parceiras preferenciais em um mercado que valoriza integridade.</span></p>
<p class="s5"><span class="s6">O risco penal no transporte de cargas deixou de ser eventual: é parte do ambiente de negócios. Seguir apenas reagindo significa acumular perdas; assumir o protagonismo da integridade é transformar a prevenção em diferencial competitivo e em caminho para a perenidade das operações.</span></p>
<div class="s12"></div>
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		<title>Riscos criminais para empresas: a conformidade regulatória como escudo jurídico</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/riscos-criminais-para-empresas-a-conformidade-regulatoria-como-escudo-juridico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Mar 2025 18:13:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Recentemente, a Associação Brasileira de Supermercados propôs a alteração do prazo de validade de alimentos como uma medida para reduzir...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Recentemente, a Associação Brasileira de Supermercados propôs a alteração do prazo de validade de alimentos como uma medida para reduzir custos. Apesar de rapidamente descartada pelo Governo, a proposta impulsionou discussões sobre os impactos dessas mudanças nos riscos já enfrentados pelas organizações.</p>
<p>Atualmente, as empresas operam em um ambiente regulatório cada vez mais complexo e exigente. Manter-se em conformidade com normas e regulamentos tornou-se essencial, não apenas para evitar penalidades administrativas e danos à reputação, mas também para mitigar as graves consequências jurídicas que podem resultar da não conformidade.</p>
<p><strong>Exemplificando o risco criminal</strong></p>
<p>Um exemplo prático ocorre quando produtos vencidos ou inadequados para consumo são apreendidos em estabelecimentos comerciais. Essa situação pode configurar crime contra a relação de consumo, conforme previsto no artigo 7º, inciso IX, da Lei nº 8.137/90, sujeitando o infrator a penas que variam de 2 a 5 anos de detenção, ou multa.</p>
<p>Há duas semanas, a Vigilância Sanitária interditou uma empresa fornecedora de alimentos para escolas da rede municipal de Campo Grande/MS, após encontrar produtos vencidos e impróprios para consumo.</p>
<p>Casos como esse são amplamente divulgados na mídia, reforçando a necessidade de medidas preventivas na gestão de riscos empresariais. A advocacia criminal tem um papel fundamental nesse cenário, auxiliando empresas na revisão e aprimoramento de seus programas de compliance e ESG.</p>
<p><strong>Responsabilidade criminal: critérios essenciais</strong></p>
<p>Para caracterização da responsabilidade criminal, não basta simplesmente apontar um responsável, seja um estoquista, gerente de loja ou diretor da empresa fabricante. É fundamental demonstrar uma contribuição efetiva para o ilícito, com clara evidência de dolo ou culpa.</p>
<p>Dessa forma, é imprescindível que profissionais responsáveis pela governança corporativa acompanhem de perto os processos internos e adotem medidas preventivas que assegurem o cumprimento das normas, reduzindo a exposição a riscos criminais.</p>
<p>No mesmo sentido, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) reforça a necessidade de exame pericial (corpo de delito) para comprovar que um produto apreendido é, de fato, impróprio para consumo (**RvCr nº 3.903/SC, Ministro Ribeiro Dantas, Terceira Seção, julgado em 13/11/2024, DJEN de 6/12/2024).</p>
<p><strong>A importância da implementação de controles</strong></p>
<p>A adoção de controles eficazes não é apenas uma recomendação, mas uma necessidade estratégica para evitar riscos criminais. Contar com suporte jurídico especializado garante que as medidas de compliance e boas práticas sejam implementadas de forma eficaz, protegendo tanto a empresa quanto seus gestores.</p>
<p><em>*Por Fernanda Vieira, advogada da área Penal do Viseu </em></p>
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		<item>
		<title>Como combater os crimes digitais</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/como-combater-os-crimes-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 16:10:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CARLA RAHAL BENEDETTI, sócia da área Penal e integrante do Núcleo de Compliance e Gestão de Crises do Viseu, conversou...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a id="ember2043" class="ember-view" href="https://www.linkedin.com/in/carlarahaladvogadosassociados/">CARLA RAHAL BENEDETTI</a>, sócia da área Penal e integrante do Núcleo de Compliance e Gestão de Crises do Viseu, conversou com o <a class="app-aware-link " href="https://www.linkedin.com/company/jornal-ggn/" target="_self" data-test-app-aware-link="" rel="noopener">Jornal GGN</a> sobre a crescente complexidade dos crimes digitais e os desafios que isso representa para o sistema jurídico. Ela destacou como a evolução tecnológica avança rapidamente, muitas vezes ultrapassando a capacidade do direito de acompanhar e regular essas mudanças.</p>
<p>Rahal enfatizou a importância de aprimorar constantemente as políticas de prevenção e promover uma colaboração mais eficaz entre autoridades e profissionais para enfrentar esses desafios.</p>
<p>O Brasil é o segundo país na América Latina com mais tentativas de golpes cibernéticos, com 4.678 tentativas por hora. A discussão também contou com Paulo Condutta, coordenador da Comissão de Cibersecurity da ABBC, que explicou como a digitalização facilita o acesso às informações dos usuários e destacou o esforço contínuo dos bancos para prevenir fraudes.</p>
<p>Para mais detalhes, confira o debate completo no canal da TVGGN no YouTube <a href="https://jornalggn.com.br/noticia/os-crimes-digitais-vieram-para-ficar-diz-doutora-em-direito-penal/"><strong>clicando aqui.</strong></a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Relatório sobre Americanas já provoca reações no mercado</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/relatorio-sobre-americanas-ja-provoca-reacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lets Marketing]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 21:46:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Compliance]]></category>
		<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Carla Rahal, nossa sócia da área Penal e membro do novo Núcleo de Compliance e Gestão de Crises do Viseu,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a id="ember715" class="ember-view" href="https://www.linkedin.com/in/carlarahaladvogadosassociados/" target="_blank" rel="noopener">Carla Rahal</a>, nossa sócia da área Penal e membro do novo <a href="https://viseu.com.br/nucleodecomplianceegestaodecrises/" target="_blank" rel="noopener">Núcleo de Compliance e Gestão de Crises do Viseu</a>, concedeu uma entrevista ao <a class="app-aware-link " href="https://www.linkedin.com/company/valoreconomico/" target="_self" rel="noopener" data-test-app-aware-link="">Valor Econômico</a> sobre a divulgação pública das informações coletadas durante a investigação do caso Americanas, conduzida por um comitê independente.</p>
<p>Para a especialista, questões de governança e transparência norteiam a necessidade de apresentação ao mercado.</p>
<p><a href="https://valor.globo.com/empresas/noticia/2024/07/19/relatorio-sobre-americanas-ja-provoca-reacoes.ghtml" target="_blank" rel="noopener">Confira aqui</a> a matéria completa (disponível para assinantes).</p>
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		<item>
		<title>Não pode haver investigação criminal por crime tributário antes de encerrado o processo administrativo perante o Fisco</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/nao-pode-haver-investigacao-criminal-por-crime-tributario-antes-de-encerrado-o-processo-administrativo-perante-o-fisco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Mar 2022 14:33:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta semana, o Plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu, por 8 votos a 1, declarar a constitucionalidade do artigo 83...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, o Plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu, por 8 votos a 1, declarar a constitucionalidade do artigo 83 da Lei 9.430/1996, que trata da representação fiscal ao MP para fins penais após processo administrativo.</p>
<p>Em síntese, o referido artigo estabelece que a representação fiscal para fins penais nos crimes contra a ordem tributária e a Previdência Social deverá ser encaminhada ao Ministério Público após decisão final no processo administrativo fiscal.</p>
<p>Na ação direta de inconstitucionalidade, movida pela Procuradoria-Geral da República, o procurador-geral da República sustentava a desproporcionalidade de se condicionar a representação fiscal ao fim do processo administrativo.</p>
<p>O ministro relator Nunes Marques, no entanto, votou pela constitucionalidade do artigo 83 da Lei 9.430/1996. Para o ministro, o encaminhamento da representação após decisão final no processo administrativo fiscal não afeta a atuação da promotoria, que pode adotar medidas necessárias à propositura da ação a qualquer momento.</p>
<p>Divergiu parcialmente do relator, o ministro Alexandre de Moraes, que votou para dar interpretação conforme a Constituição ao dispositivo, mantendo-se a necessidade de prévio esgotamento das instâncias administrativas em relação aos crimes formais para que o MP atue. O voto do ministro foi seguido pela maioria.</p>
<p>A decisão, além de manter os direitos do contribuinte, também reafirma que crédito tributário deve ser cobrado em processo tributário isento e justo, não podendo o Ministério Público usar ação penal para constranger os contribuintes.</p>
<p>A equipe do Viseu Advogados permanece à disposição para solucionar eventuais dúvidas.</p>
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		<item>
		<title>LEI 14.155 E ALTERAÇÕES NO CÓDIGO PENAL PARA CRIMES DIGITAIS</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/lei-14-155-e-alteracoes-no-codigo-penal-para-crimes-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jan 2022 16:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei 14.155/21 trouxe uma série de alterações ao código penal brasileiro, como resposta aos crimes praticados com uso de...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Lei 14.155/21 trouxe uma série de alterações ao código penal brasileiro, como resposta aos crimes praticados com uso de tecnologia e dispositivos eletrônicos. Carla Rahal, sócia do Viseu Advogados, comentou sobre as principais mudanças:</p>
<p>&#8220;O projeto, que alterou o Código Penal e o Código de Processo Penal tornou mais graves os crimes de violação de dispositivo informático, furto e estelionato cometidos de forma eletrônica ou pela internet, definindo a competência em modalidades de estelionato.</p>
<p>A Lei que adveio com o referido projeto de lei vai ao encontro das disposições internacionais sobre o tema e as necessidades de um maior amparo legal para as vítimas que, em não raras vezes, se veem diante de uma situação insustentável, com seus dados ou aplicativos sendo utilizados para a prática de crimes digitais. Foi um grande passo, mas ainda se aguarda um maior avanço sobre o assunto.&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>A IGNORÂNCIA (NÃO) É MARAVILHOSA</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/a-ignorancia-nao-e-maravilhosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Dec 2021 15:05:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o político e educador americano Horace Mann, nascido no final do Século XVIII, em 4 de maio de 1796,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para o político e educador americano Horace Mann, nascido no final do Século XVIII, em 4 de maio de 1796, “não existe nada tão caro quanto a ignorância”. Dito isso, pode ser afirmado que a falta de conhecimento é, em todos os sentidos, um grande mal para a humanidade, seja no campo pessoal, coletivo ou profissional.</p>
<p>Após quase dois anos de pandemia, ressalvando evidentemente as tristes perdas humanas, há pontos favoráveis que surtiram efeito de grande magnitude na sociedade, como as vacinas, que infelizmente não prescindiu de suas consequências patológicas e passaporte vacinal, mas que interferiram diretamente em uma reflexão importantíssima sobre direitos e princípios humanos, sobretudo o mais irrenunciável deles: a liberdade.</p>
<p>O ano de 2021 trouxe a reflexão sobre a liberdade humana, que genuína e arduamente foi conquistada pela sociedade ao longo da História.</p>
<p>Questões que circundam este valor tão caro adentrou no consciente e subconsciente da sociedade mundial, não somente brasileira.</p>
<p>Afinal, o que é a liberdade?</p>
<p>Como ponto de partida para esta reflexão, pode-se trazer a colação os direitos e garantias fundamentais, mas, principalmente, os direitos e deveres individuais e coletivos, previstos em nossa Constituição Federal.</p>
<p>O sempre lembrado art. 5º, da Constituição Federal, é claro quando diz:</p>
<p>“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade (..)”</p>
<p>Pelo teor do caput (cabeçalho) deste artigo, já é possível identificar todos os direitos fundamentais que deve existir em uma sociedade, e falam por si. Entretanto, a natureza humana por meio de seus mais primitivos desejos em não raras vezes fragiliza estes direitos por esquecerem de seus deveres.</p>
<p>Na verdade, são, essencialmente, direitos e deveres ao mesmo tempo.</p>
<p>Dito isso, pode-se concluir que o limite entre os direitos e deveres está na Lei.</p>
<p>O que ocorre, na prática, é a relativização das liberdades e garantias individuais justamente pelo não respeito a elas por parte da sociedade, que culmina na minimização desses direitos e garantias coletivos. Cada vez mais a liberdade vem sendo mitigada pelo desrespeito, de parte da sociedade a essas garantias e deveres, com suas práticas narcísicas e egoístas.</p>
<p>No campo do Direito Penal, a pandemia trouxe um aumento significativo de práticas de cyber crimes, pois fragilizada pelo surto pandêmico, a maioria da população mundial utilizou o e-commerce como plataforma principal para o consumo e sucumbiu aos “encantos da sereia”, que nada mais é do que a busca pelo mais fácil, mais barato etc. O que já era considerado grave, em termos de práticas de crimes digitais, foi triplicado com a pandemia.</p>
<p>Não se discute aqui a importância da tecnologia, mas em 2021 houve o assentamento e solidificação do “mercado” das infrações cibernéticas. Dentre outras pré-existentes, como o Phishing, e com o surgimento e utilização de outras ferramentas de pagamentos e transações financeiras tal qual o Pix e Bitcoin (Pixabay e Rupixen), bem como o de identificação como a biometria facial, os criminosos, tecnologicamente intelectualizados, marcaram seu território, e essa é uma das maiores perdas de liberdade da sociedade.</p>
<p>O recrudescimento de penas e novas figuras típicas para crimes digitais no Brasil com o advento da Lei nº 14155/2021 e a aprovação pelo Senado Federal da adesão do Brasil à Convenção de Budapeste, demonstram efetiva preocupação das autoridades brasileiras e mundiais pelos ataques hackers a instituições públicas, mas temos as privadas, que vale dizer, em qualquer dos casos, as verdadeiras vítimas são as pessoas, individualmente, que compõem as sociedades mundiais.</p>
<p>2021 foi marcado pela prática de Ransomware (sequestro de dados), Malware (código malicioso para obter dados ilegalmente, causar danos, burlar dados etc.) e Spyware (tipo de malware usado para “espionar” algo ou alguém) que, segundo dados internacionais significam os maiores custos para uma organização. No Brasil, ao mesmo tempo, foi o ano de entrada em vigor da Lei nº 13709/2018 – LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), a criação da ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados) e o reforço da Lei nº 12527/2011 – Lei de Acesso à informação -LAI .</p>
<p>Mas, eventos como Black Friday, descontos imperdíveis com a proximidade do Natal, Auxílio Brasil e FGTS dominaram as fraudes em compras com ou sem cartão de crédito, seja pelo WhatsApp, SMS, ou navegação em internet em sites fraudados de grandes lojas.</p>
<p>Ainda, discussões acerca da liberdade de expressão com prisões de deputado federal, presidente de partido, jornalistas, caminhoneiro, extradição compulsória, entre outras situações de limitação a liberdade foram colocadas em pauta em 2021. Onde está o limite? Na Lei? Será que conhecemos profundamente o valor “liberdade” ou ignorá-lo é a melhor opção?</p>
<p>O que fazer com o meio ambiente, a economia, a educação, a saúde e a segurança? Será que existe um salvador para tamanhos problemas ou depende de tempo?</p>
<p>Alternativas como compliance, transparência e governança estão na ordem do dia e são extremamente importantes. A chamada ESG (environmental, social and governance) dominou o cenário brasileiro e internacional em 2021. Surge, finalmente o Metaverso (espaço ou universo virtual de interação com avatares; o que vem depois da internet móvel. Transmutação de lugares virtualmente)</p>
<p>Mesmo com tudo isso, a sociedade se sente preparada para o enfrentamento de 2022? Qual é nosso dever ético?</p>
<p>A resposta para indagação de tamanha magnitude, cremos, será feita a partir dos resultados das ações e omissões de toda sociedade em 2021, e aqui se incluem os integrantes dos Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário, pois pertencentes a essa sociedade.</p>
<p>Sócrates, autor de pensamentos valiosos para a humanidade, disse as seguintes frases: “Só sei que nada sei” e “A vida não examinada não vale a pena ser vivida”.</p>
<p>Criador do método socrático, que se traduz em uma técnica de investigação filosófica feita em diálogo, consiste em que o professor conduzir o aluno a um processo de reflexão e descoberta dos próprios valores. Isso posto, as frases descritas são terminativas em si mesmas, o que nos conduz a reflexão filosófica do quanto sabemos efetivamente sobre os ocorridos em 2021 e quais suas consequências em 2022.</p>
<p>Para Platão, discípulo de Sócrates, que nos trouxe o seu pensamento, uma vez que o filósofo condenado a morte nada deixou escrito, as Virtudes Cardeais são a Prudência (sabedoria), a Justiça, a Temperança e a Fortaleza (coragem e força). Essa última, explica ele, é uma virtude que fica entre os dois extremos: a imprudência e a covardia, que para ele, são vícios.</p>
<p>Para a filosofia tradicional, o homem tem que conhecer o sentido da vida humana, vencer os obstáculos do meio do caminho, vencer a alienação do meio e conjugar a conveniência do respeito a si próprio e ao outro. Eis a busca humana: o conhecimento (sabedoria).</p>
<p>Helena Blavatsky, filósofa russa nascida no Séc. XIX, por meio de seu livro “A Voz do Silêncio”, escrito após temporada no Tibet, trouxe pensamentos tibetanos importantíssimos para a sociedade ocidental, dentre eles o pensamento de que “quando houver cessado de ouvir os muitos, poderá discernir o UM (…)”.</p>
<p>Transpassa os ensinamentos tibetanos de que a sabedoria é um preparo para ver a realidade, sendo fato que a verdade é dolorosa e não nos dá prazer. Entretanto, para os tibetanos, nos resta saber se queremos nos abster da ação ou da busca pela sabedoria, de modo que ela é um preparo para ver a realidade, onde devemos honrar as verdades com a sua prática, pelos nossos movimentos, e não apenas teorizar princípios, pois não se trata de capacidade intelectual, mas a prática da sabedoria, seus valores, conhecer a si e ao mundo, enfim, ver a verdade e buscar a própria libertação, o que Platão chama de ciclo da experiência humana.</p>
<p>Isto posto, a ignorância pode ser considerada maravilhosa para alguns, e é preferível, segundo Platão, que ela seja absoluta do que conhecimento em mãos erradas.</p>
<p>Entretanto, a ignorância não permite que a sociedade entenda seus direitos e absorva seus deveres, de modo que não possibilita ao ser humano ouvir a Lei para poder exercer os seus direitos e praticar seus deveres, trazendo saúde para si e sociedade que, segundo Sócrates, (saúde) é o conhecimento que nos torna melhores.</p>
<p>Devemos sim ultrapassar a ignorância dos fenômenos ocorridos em 2021, citados nestas breves considerações, para que possamos ter a real liberdade, por meio da verdade, ainda que não seja fácil, pois a “A vida não examinada não vale a pena ser vivida”.</p>
<p>Por fim, caríssimas e caríssimos, “só sei que nada sei”, mas sei o suficiente para afirmar que o que é, é eternamente. Que venha com sabedoria o ano de 2022; o mundo aguarda ansioso! Será?</p>
<p>Publicado por <a href="https://politica.estadao.com.br/blogs/fausto-macedo/a-ignorancia-nao-e-maravilhosa/"><strong>Estadão</strong></a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>De ‘golpe do presente’ ao falso Auxílio Brasil: saiba como se proteger de fraudes financeiras no fim do ano</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/de-golpe-do-presente-ao-falso-auxilio-brasil-saiba-como-se-proteger-de-fraudes-financeiras-no-fim-do-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Dec 2021 20:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a passagem da Black Friday e a proximidade do Natal, as compras online ganham força e, junto com elas,...</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a passagem da Black Friday e a proximidade do Natal, as compras online ganham força e, junto com elas, os golpes financeiros acabam fazendo novas vítimas. Embora diversos tipos de fraudes aconteçam ao longo do ano, especialistas apontam que as datas festivas impulsionam modalidades específicas de crimes, que se aproveitam das chamadas “compras por impulso” feitas no período. “Os golpistas funcionam com base em fraquezas da vítima, fraquezas psicológicas. Na época de fim de ano todo mundo quer fazer compra de uma lembrancinha, de um presente para alguém. É psicológico, todo mundo quer comprar e todo mundo quer preço bom, então os criminosos lançam esses golpes”, explica o advogado especialista em direito digital e crimes cibernéticos, Francisco Gomes Júnior. Segundo ele, entre as modalidades de fraudes mais comuns no período estão: fishing, ofertas “imperdíveis”, o golpe da biometria facial – o mais recente modelo de crime e, neste ano, o do Auxílio Brasil. Conheça mais sobre cada uma delas abaixo:</p>
<p><strong>Fishing</strong> – Criminosos enviam links por e-mail ou SMS com mensagens que induzem ao clique. Quando a vítima acessa a página, um vírus invade o dispositivo e passa a coletar as informações que são digitadas, por um período que pode durar de um a dois dias. O objetivo é capturar senhas bancárias, dados de cartões virtuais e informações para serem usadas em compras futuras, efetivando o golpe. “A pessoa só vai descobrir se ela tiver no celular um bom antivírus que vai identificar. Sem isso, ela só vai descobrir quando a fraude acontecer”, explica Francisco Gomes, que também é presidente da Associação de Defesa de Dados Pessoais e do Consumidor (ADDP)</p>
<p><strong>Descontos “imperdíveis”</strong>&#8211; Outro modelo de golpe acontece por meio de ofertas com descontos expressivos ou por tempo limitado. Esse tipo de fraude pode ter dois desdobramentos: o primeiro é a prática do fishing para captura de dados bancários, ou induzir o consumidor a comprar em sites falsos, que muitas vezes imitam grandes redes de lojas. O cliente efetua a compra, paga pelo produto, mas não vai receber a mercadoria. “É o golpe mais comum e as pessoas estão caindo. É época de fim de ano, todo mundo quer aproveitar ofertas”, diz o advogado.</p>
<p><strong>Golpe da biometria facial</strong> – Novidade neste ano, o golpe da biometria facial também tem feito novas vítimas. Ele consiste em pedir que o cliente, após uma compra online, envie uma foto para confirmar a autenticidade da compra. “Se você mandar, eles conseguem entrar em qualquer lugar que você tenha o Face ID [identificação do rosto]. Eles conseguem pegar uma foto e transformar em 3D, passando pelos bloqueios. Então basta eles terem seus dados bancários, com a identificação facial, e eles entram na sua conta.”</p>
<p><strong>Bônus: Auxílio Brasil</strong> – A primeira parcela de R$ 400 do novo benefício social começou a ser paga nesta sexta-feira, 10, mas os golpes com o programa do governo federal já estão acontecendo. Criminosos estão enviando mensagens pelo WhatsApp informando que o pagamento já está disponível. Segundo Francisco Gomes, a intenção também é fazer com que as vítimas cliquem nos links para capturar as informações bancárias. “Se a pessoa se inscreveu, ela vai clicar. Se não, ela vai clicar também. É um golpe com grande probabilidade de sucesso”, relata. Casos semelhantes também envolvem o saque do FGTS e o 13º salário, que tradicionalmente é pago no fim de ano.</p>
<h2><b>Como se proteger?</b></h2>
<p>Conhecendo as fraudes mais comuns neste período de fim de ano, a principal ferramenta para se proteger delas é a desconfiança. Desconfie de descontos muito agressivos, de ligações de instituições bancárias pedindo dados pessoais, como número do cartão ou senha, e links ou mensagens suspeitas que falem sobre pagamentos disponíveis ou induzam ao clique. “No final do ano, com as festas, os criminosos saem à caça. Então, desconfiar mesmo se um link chega o seu e-mail ou celular, não vai clicando. Bancos não pedem cartão de volta, por exemplo, que é um golpe comum também. É prestar atenção e desconfiar das situações”, explica a advogada Carla Rahal Benedetti, especialista em crimes eletrônicos e econômicos.</p>
<p>Ela lembra que ao identificar um golpe, é indispensável que a vítima acione as autoridades competentes e formalize a denúncia para que seja possível quantificar as fraudes que acontecem. “Esse é o grande problema, porque a pessoa se vê livre e solta para continuar aplicando golpes, porque ela sabe que as pessoas não vão procurar ajuda. Então tem que levar ao conhecimento das autoridades competentes. Quanto menos a população leva às autoridades, menos conseguimos saber a real dimensão de tudo isso. As pessoas têm que ter em mente que não há solução para esse problema. Não tem solução, mas a gente pode minimizar esse problema, esse dano, que é um câncer na sociedade atual”, acrescenta.</p>
<p>Francisco Gomes Júnior endossa as dicas de proteção: não clique em links suspeitos; não compartilhe fotos pessoais ou informações bancárias; desconfie de descontos expressivos, ofertas imperdíveis e não haja por impulso na hora das compras. “Se receber uma mensagem que uma loja está com 50% de desconto, não clique. Vai por outra página e abre o site da empresa para conferir. Muito cuidado com as compras de Natal, na verdade essa é a dica. Para as compras físicas, se o seu cartão for de aproximação, ótimo. Agora, se precisar de senha, também tome cuidado.”</p>
<p>Publicado por <a href="https://jovempan.com.br/noticias/brasil/de-golpe-do-presente-ao-auxilio-brasil-saiba-como-se-proteger-de-fraudes-financeiras-no-fim-do-ano.html"><strong>Jovem Pan</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/de-golpe-do-presente-ao-falso-auxilio-brasil-saiba-como-se-proteger-de-fraudes-financeiras-no-fim-do-ano/">De ‘golpe do presente’ ao falso Auxílio Brasil: saiba como se proteger de fraudes financeiras no fim do ano</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>TJ AFASTA RESPONSABILIDADE PENAL DE BANCO POR PRÁTICA DE GOLPES</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/tj-afasta-responsabilidade-penal-de-banco-por-pratica-de-golpes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Dec 2021 17:57:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://viseu.com.br/?p=5185</guid>

					<description><![CDATA[<p>A área de penal empresarial do Viseu Advogados, liderada pela sócia Carla Rahal, obteve decisão favorável à instituição financeira do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO).</p>
<p>Trata-se de caso de golpe, com invasão à conta da vítima. Pelo entendimento do TJTO, contudo, não havia responsabilidade penal do banco, pois a prática do golpe foi feita por terceiros, não havendo qualquer tipo de responsabilidade solidária pelo crime, nem compensação financeira dos valores furtados da vítima.</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/tj-afasta-responsabilidade-penal-de-banco-por-pratica-de-golpes/">TJ AFASTA RESPONSABILIDADE PENAL DE BANCO POR PRÁTICA DE GOLPES</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A área de penal empresarial do Viseu Advogados, liderada pela sócia Carla Rahal, obteve decisão favorável à instituição financeira do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (TJTO).</p>
<p>Trata-se de caso de golpe, com invasão à conta da vítima. Pelo entendimento do TJTO, contudo, não havia responsabilidade penal do banco, pois a prática do golpe foi feita por terceiros, não havendo qualquer tipo de responsabilidade solidária pelo crime, nem compensação financeira dos valores furtados da vítima.</p>
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			</item>
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		<title>CONSIDERAÇÕES PANORÂMICAS SOBRE A NOVA LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/consideracoes-panoramicas-sobre-a-nova-lei-de-improbidade-administrativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 16:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Penal Empresarial]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://viseu.com.br/?p=5147</guid>

					<description><![CDATA[<p>Promulgada no final de outubro, a nova Lei de Improbidade Administrativa trouxe diversas alterações, em especial às sanções e condutas dolosas. Carla Rahal, sócia da área de penal empresarial do Viseu Advogados, elaborou artigo publicado no CONJUR sobre a nova legislação e seus principais pontos de atenção. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>É importante considerar inicialmente o que se entende por improbidade administrativa. Improbidade, segundo o dicionário De Plácido e Silva, vem <em>&#8220;do latim improbitas (má qualidade, imoralidade, malícia). Juridicamente, liga-se ao sentido de desonestidade, má fama, incorreção, má conduta, má índole, mau caráter. (&#8230;) improbidade revela a qualidade do homem que não procede bem, por não ser honesto, que age indignamente, por não ter caráter, que não atua com decência, por ser amoral. Improbidade é a qualidade do ímprobo. (&#8230;) o transgressor das regras da lei e da moral&#8221;</em> <a title="" href="https://www.conjur.com.br/2021-nov-19/benedetti-consideracoes-panoramicas-lei-improbidade#m_7387710324419239803_m_3997345979416367314_m_1717794162610027682_m_4657921724012055769__ftn1" name="m_7387710324419239803_m_3997345979416367314_m_1717794162610027682_m_4657921724012055769__ftnref1">[1]</a>.</p>
<p>Isso posto, a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 14.230/2021) foi promulgada para alterar a Lei nº 8.429/1992 e busca tutelar direitos dos administrados em relação aos administradores públicos<em>, &#8220;impondo a probidade na organização do Estado e no exercício de suas funções, como forma de assegurar a integridade do patrimônio público e social&#8221;</em> (artigo 1º)<em>.</em></p>
<p>A lei se refere às sanções aplicáveis em virtude da prática de atos de improbidade administrativa de que trata o §4º do artigo 37 da Constituição Federal. <em>&#8220;Consideram-se atos de improbidade administrativa as condutas dolosas tipificadas nos arts. 9º, 10 e 11 desta Lei, ressalvados tipos previstos em leis especiais, de modo que são excluídos pelo princípio da especialidade, que significa que a lei especial derroga a lei geral&#8221;</em> (§1º)<em>.</em></p>
<p>Em termos de lei geral de improbidade<em>, &#8220;o dolo, que é a vontade livre e consciente de alcançar o resultado ilícito tipificado nos dispositivos previstos na lei é a regra, não havendo exceção pela culpa em sentido estrito. Assim, somente podem ser submetidos aos ditames da lei os atos praticados com dolo, não bastando a voluntariedade do agente&#8221;</em> (§2º)<em>, &#8220;sendo que o mero exercício da função ou desempenho de competências públicas, sem comprovação de ato doloso com fim ilícito, afasta a responsabilidade por ato de improbidade administrativa&#8221;</em> (§ 3º)<em>.</em></p>
<p>Ainda, são aplicadas <em>&#8220;ao sistema da improbidade disciplinado nesta Lei os princípios constitucionais do direito administrativo sancionador&#8221;.</em></p>
<p>Como princípios constitucionais do Direito Administrativo Sancionador destacam-se, <em>&#8220;além das cláusulas do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa&#8221;</em> (artigo 5º, LIII, LIV e LV, CF)<em>, &#8220;as garantias que compõem um núcleo comum do direito sancionador como o princípio da legalidade&#8221;</em> (artigos 5º, II e XXXIX, e 37, <em>caput</em>, CF)<em>, &#8220;os princípios da segurança jurídica e da irretroatividade&#8221;</em> (artigo 5º, <em>caput</em>, XXXIX e XL, CF)<em>, &#8220;os princípios da culpabilidade e da pessoalidade da pena&#8221;</em> (artigo 5°, XLV, CF)<em>, &#8220;o princípio da individualização da pena (sanção)&#8221;</em> (artigo 5º, XLVI, CF)<em>; &#8220;e os princípios da razoabilidade e da proporcionalidade&#8221;</em> (artigos 1º e 5º, LIV, da CF)<em>.</em></p>
<p>A lei deixa claro que quando a Constituição Federal estabelece cláusulas de garantias fundamentais, os atos de improbidade violam a probidade na organização do Estado e no exercício de suas funções, bem como a integridade do patrimônio público e social dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, bem como da administração direta e indireta, no âmbito da União, dos estados, dos municípios e do Distrito Federal.</p>
<p>A lei, no §1º do artigo 1º, considera atos de improbidade administrativa as condutas dolosas tipificadas nos artigos 9º, 10 e 11, ressalvados tipos previstos em leis especiais, de modo que apenas as condutas de ações ou omissões dolosas, excluindo as de natureza culposas são tuteladas pela Lei de Improbidade, determinando, taxativamente, que são atos de improbidade administrativa<strong>,</strong> importando em enriquecimento ilícito (artigo 9º) e lesão ao erário (artigo 10º), as seguintes condutas exercidas com qualquer tipo de vantagem patrimonial indevida em razão do cargo, de mandato, de função, de emprego ou de atividade nas entidades referidas no artigo 1º (artigo 9º):</p>
<p><em>&#8220;No artigo 10, é determinado que qualquer ação ou omissão dolosa, que enseje, efetiva e comprovadamente, perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens ou haveres das entidades referidas no artigo 1º desta Lei, implica em lesão ao erário, incluídas pela lei nº 14.230/2021&#8221;.</em></p>
<p><em>&#8220;</em><em>Nos termos da Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção, promulgada pelo Decreto nº 5.687, de 31 de janeiro de 2006, somente haverá improbidade administrativa, na aplicação deste artigo, quando for comprovado na conduta funcional do agente público o fim de obter proveito ou benefício indevido para si ou para outra pessoa ou entidade&#8221;</em> (artigo 11, XII, §1º)<em>.</em></p>
<p><em>&#8220;</em><em>Aplica-se o disposto no § 1º deste artigo a quaisquer atos de improbidade administrativa tipificados nesta Lei e em leis especiais e a quaisquer outros tipos especiais de improbidade administrativa instituídos por lei&#8221;</em> (artigo 11, XII, §2º)<em>..</em></p>
<p><em>&#8220;O enquadramento de conduta funcional na categoria de que trata este artigo pressupõe a demonstração objetiva da prática de ilegalidade no exercício da função pública, com a indicação das normas constitucionais, legais ou infralegais violadas&#8221;</em> (artigo 11, XII, §3º)<em>.</em></p>
<p><em>&#8220;Os atos de improbidade de que trata o artigo 11 desta lei exigem lesividade relevante ao bem jurídico tutelado para serem passíveis de sancionamento e independem do reconhecimento da produção de danos ao erário e de enriquecimento ilícito dos agentes públicos&#8221;</em> (artigo 11, XII, §4º)<em>.</em></p>
<p><em>&#8220;</em><em>Não se configurará improbidade a mera nomeação ou indicação política por parte dos detentores de mandatos eletivos, sendo necessária a aferição de dolo com finalidade ilícita por parte do agente&#8221; </em>(NR) (artigo 11, XII, §5º).</p>
<p>Vale dizer ainda que, independentemente do ressarcimento integral do dano patrimonial, se efetivo, e das sanções penais comuns e de responsabilidade, civis e administrativas previstas em legislação específica, impostas a pessoa, o responsável pelo ato de improbidade estará sujeito as cominações, isolada ou cumulativamente, de acordo com a gravidade do fato, das penas de: perda de bens e valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio da pessoa improba; a perda de função pública; suspensão de cargos políticos até 14 anos; pagamento de multa civil equivalente ao valor do acréscimo patrimonial; proibição de contratar com o poder público ou de receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo não superior a 14 anos (artigo 12, I).</p>
<p>Um outro ponto importante trazido pela Lei nº 14.230/2021 refere-se ao fato de que nas sanções aplicadas a pessoas jurídicas em relação à Lei Anticorrupção (Lei nº 12.846/2013) deverá ser observado o princípio constitucional do <em>ne bis in idem</em> (§7º da Lei 14.230/2021). Situação semelhante ocorre quando a lei determina que não haverá improbidade administrativa a ação ou omissão decorrentes de divergência interpretativa da ei ou jurisprudência.</p>
<p>Quantos aos crimes, a lei incluiu o §1º ao artigo 20, instituindo que a autoridade judicial competente poderá determinar o afastamento do agente público do exercício do cargo, do emprego ou da função, sem prejuízo da remuneração, quando a medida for necessária à instrução processual ou para evitar a iminente prática de novos ilícitos, bem como no §2º inseriu que o afastamento previsto no §1º deste artigo será de até 90 dias, prorrogáveis uma única vez por igual prazo, mediante decisão motivada.</p>
<p>Já quanto às aplicações das sanções previstas sob a ótica criminal, independerá da efetiva ocorrência de dano ao patrimônio público, salvo quanto à pena de ressarcimento e as condutas previstas no artigo 10, supracitadas (artigo 21, I), ou da aprovação ou rejeição das constas pelo órgão de controle interno ou pelo Tribunal ou Conselho de Contas, que serão considerados pelo juiz quando tiverem servido de fundamento para a conduta do agente público (artigo 21, II, §1º), de modo que as provas produzidas perante os órgãos de controle e suas decisões deverão ser consideradas na formação de convicção do juiz, sem prejuízo da análise do dolo na conduta do agente (artigo 21, II, §2º).</p>
<p>As sentenças civis e penais produzirão efeitos em relação à ação de improbidade quando concluírem pela inexistência da conduta ou pela negativa da autoria (artigo 21, II, § 3º) e, quando a absolvição criminal em ação que discuta os mesmos fatos for confirmada por decisão colegiada, impede o trâmite da ação da qual trata esta lei, havendo comunicação com todos os fundamentos de absolvição previstos no artigo 386 do Código de Processo Penal (artigo 21, II, § 4º), devendo serem as sanções eventualmente aplicadas em outras esferas serem compensadas com as sanções aplicadas nos termos desta lei (artigo 21, II, § 5º).</p>
<p>Caberá ao Ministério Público, de ofício, para apurar qualquer ilícito previsto nesta lei, a requerimento de autoridade administrativa ou mediante representação formulada de acordo com o disposto no artigo 14 desta lei, se o caso, instaurar inquérito civil ou procedimento investigativo assemelhado e requisitar a instauração de inquérito policial (artigo 22), sendo garantido ao investigado, na apuração dos ilícitos previstos nesta lei, a oportunidade de manifestação por escrito e de juntada de documentos que comprovem suas alegações e auxiliem na elucidação dos fatos. (parágrafo único, artigo 22)</p>
<p>Outras alterações advieram com a Lei nº 14.230/2021, que alterou a Lei nº 8.429/1992 no que dizem respeito à declaração de bens, ao processo administrativo e judicial, que não nos cabe neste artigo tratarmos.</p>
<p>Um ponto alto de inserção de dispositivo legal, a nosso ver, é o que determina o artigo 23-A quando estabelece ser dever do poder público oferecer contínua capacitação aos agentes públicos e políticos que atuem com prevenção ou repressão de atos de improbidade administrativa, pois essa determinação colabora para não ensejar a prescrição penal, que nada mais é do que a perda do Estado de punir pelo decurso de tempo; ainda, a condenação em honorários sucumbenciais em caso de improcedência da ação de improbidade se comprovada má-fé (artigo 23-B, § 2º).</p>
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<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/penal-empresarial/consideracoes-panoramicas-sobre-a-nova-lei-de-improbidade-administrativa/">CONSIDERAÇÕES PANORÂMICAS SOBRE A NOVA LEI DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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