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	<title>Arquivos tributário | Viseu Advogados</title>
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	<title>Arquivos tributário | Viseu Advogados</title>
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		<title>Lei inclui serviços de exportação de produtos industrializados no drawback</title>
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		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Sep 2022 12:23:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Sócio Fábio Nieves Barreira, foi entrevistado pelo jornal JOTA em sua edição Jota Pro Tributos, sobre a Lei 14.440, publicada em 05/09. A...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sócio <a href="https://viseu.com.br/equipe/fabio-nieves-barreira-2/">Fábio Nieves Barreira</a>, foi entrevistado pelo jornal <a href="https://www.linkedin.com/company/jotainfo/" data-attribute-index="2" data-entity-hovercard-id="urn:li:fs_miniCompany:9467516" data-entity-type="MINI_COMPANY">JOTA</a> em sua edição Jota Pro Tributos, sobre a Lei 14.440, publicada em 05/09.</p>
<p>A novidade encontra-se no artigo 22 da lei, que prevê a possibilidade de que serviços vinculados à exportação de produtos industrializados entrem no regime de drawback, suspendendo-se o PIS/COFINS e o PIS/COFINS importação, incidentes sobre eles.</p>
<p>Fábio explica que &#8220;o fato vantajoso é que o produto exportado brasileiro se torna mais competitivo, uma vez que fica mais barato, tendo em vista que não é onerado por tributos no que diz respeito aos serviços atrelados à exportação”.</p>
<p>Leia íntegra da matéria <a href="https://www.jota.info/tributos-e-empresas/tributario/lei-inclui-servicos-de-exportacao-de-produtos-industrializados-no-drawback-14092022">aqui.</a></p>
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		<title>Fábio Nieves no ITR Word Tax</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/tributario/fabio-nieves-no-itr-word-tax/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 06 Sep 2022 12:22:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[INSTITUCIONAL]]></category>
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		<category><![CDATA[DIREITO VISEU]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ITR World Tax, guia mundial dos melhores escritórios e advogados na prática tributária, ranqueia o Sócio Fábio Nieves Barreira como advogado altamente...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.linkedin.com/company/world-tax/" data-attribute-index="0" data-entity-hovercard-id="urn:li:fs_miniCompany:35671823" data-entity-type="MINI_COMPANY">ITR World Tax</a>, guia mundial dos melhores escritórios e advogados na prática tributária, ranqueia o Sócio <a href="https://viseu.com.br/equipe/fabio-nieves-barreira-2/" data-attribute-index="2" data-entity-hovercard-id="urn:li:fs_miniProfile:ACoAAAgzsPcB0MrrHBjfq2AsPiWVDCOJSV-wS70" data-entity-type="MINI_PROFILE">Fábio Nieves Barreira</a> como advogado altamente considerado para disputas tributárias.<br />
Sócio do <a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/" data-attribute-index="4" data-entity-hovercard-id="urn:li:fs_miniCompany:156027" data-entity-type="MINI_COMPANY">Viseu Advogados</a>  desde 2020, Fábio tem atuado na orientação e defesa de empresas nacionais, multinacionais, de médio ou grande porte, em questões tributárias relativas a tributos indiretos.<br />
Agradecemos aos clientes pela confiança e parabenizamos Fábio e seu time pelo reconhecimento.</p>
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		<title>NOVO MARCO SECURITIZAÇÃO</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/novo-marco-securitizacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 20:33:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi sancionada a Lei nº 14.430/22 que consolida o Novo Marco de Securitização, que permite transformação de dívidas em títulos...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi sancionada a Lei nº 14.430/22 que consolida o Novo Marco de Securitização, que permite transformação de dívidas em títulos negociáveis.<br />
Guilherme Manier, sócio do Viseu Advogados, comentou sobre o novo texto legal.</p>
<p>&#8220;A securitização é uma prática financeira que possibilita conversão de dívidas em títulos de créditos negociáveis. O marco legal é um avanço para a segurança jurídica de investidores e securitizadoras, democratizando o acesso à seara de mercado de capitais para uma gama maior de operações, antes regulados somente em créditos imobiliários e do agronegócio.</p>
<p>Uma das inovações do texto legal é a criação da Letra de Risco de Seguro (LRS), novo título de crédito transferível e de livre negociação. A intenção é diluir o risco de operações de seguros e resseguros, previdência e saúde suplementar, com uma nova modalidade de garantia de promessa de pagamento.&#8221;</p>
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		<title>SÃO PAULO VAI ACELERAR LIBERAÇÃO DE CRÉDITO DE ICMS</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/tributario/sao-paulo-vai-acelerar-liberacao-de-credito-de-icms/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jul 2022 18:53:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo pretende analisar e liberar de forma mais rápida os créditos acumulados de ICMS dos “bons” contribuintes, aqueles que estão classificados como A+, A e B na Secretaria de Fazenda. Advogados dizem que a medida, quando implementada, poderá aliviar o caixa das empresas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado de São Paulo pretende analisar e liberar de forma mais rápida os créditos acumulados de ICMS dos “bons” contribuintes, aqueles que estão classificados como A+, A e B na Secretaria de Fazenda. Advogados dizem que a medida, quando implementada, poderá aliviar o caixa das empresas.</p>
<p>É que esses créditos podem ser usados como moeda para pagar fornecedores &#8211; na aquisição de bens e insumos &#8211; e também podem ser transferidos para empresas interdependentes, que têm o mesmo sócio, ou até vendidos para terceiros.</p>
<p>“Hoje, o tempo de análise e liberação desses créditos demora dois ou três anos. Com o processo acelerado e esse prazo encurtado, além da disponibilidade do dinheiro, as empresas vão deixar de perder com a inflação, o que também é uma vantagem”, diz o advogado <a href="https://viseu.com.br/equipe/fabio-nieves-barreira-2/">Fábio Nieves,</a> sócio do escritório <a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/">Viseu.</a></p>
<p>A vantagem aos “bons” contribuintes consta no Decreto nº 66.921, publicado no dia 30 de junho. O texto informa que o formato e condições serão estabelecidos pela Secretaria de Fazenda e Planejamento. O governo afirma, em nota enviada ao Valor, que tal regulamentação “encontra-se em fase final de elaboração”.</p>
<p>Antecipou que para fazer jus ao benefício, a empresa terá que ter permanecido durante determinado tempo em cada categoria de classificação (A+, A e B). “Como forma de incentivar e valorizar o histórico de conformidade do contribuinte em relação às suas obrigações tributárias”, justifica na nota a Fazenda paulista.</p>
<p>O governo de São Paulo tem, atualmente, um programa semelhante, que simplifica e acelera a liberação de créditos acumulados. É direcionado para as empresas que mais investem nos seus negócios e, consequentemente, ajudam a desenvolver o Estado. Chama-se ProAtivo.</p>
<p>É possível que a vantagem aos “bons” contribuintes seja concedida em formato parecido. No ProAtivo são publicados editais e os contribuintes que se enquadram nas regras podem aderir e ter os seus créditos liberados de forma mais ágil.</p>
<p>O primeiro edital, publicado em janeiro, previu que os pedidos de liberação poderiam ser protocolados até o mês seguinte, e estabeleceu novembro como data-limite para a transferência de todos créditos. Puderam aderir as empresas que adquiriram ativo imobilizado num período de 48 meses &#8211; encerrando em novembro de 2021.</p>
<p>Neste ano, segundo a Secretaria de Fazenda e Planejamento, foram liberados, por meio do ProAtivo, R$ 680 milhões em créditos acumulados de empresas de todo o Estado.</p>
<p>Esses créditos são gerados quando a empresa compra uma mercadoria com ICMS e vende sem ou com imposto mais baixo. Acontece, por exemplo, nas exportações, que são isentas de tributos, e nas vendas para outros Estados, que podem ter alíquota menor.</p>
<p>Como a sistemática do ICMS é a de “débito e crédito” &#8211; o que paga na entrada compensa na saída -, quando há imposto na compra e não existe na venda, portanto, gera um acúmulo.</p>
<p>O setor automotivo é um dos que mais acumula esse tipo crédito. A estimativa da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) é que cerca de R$ 5 bilhões estejam retidos, atualmente, no Estado de São Paulo.</p>
<p>Não há informações ainda, por parte da Secretaria de Fazenda, no entanto, sobre quem e quantos serão os contribuintes beneficiados com o novo programa, nem quanto, em valores, será liberado a partir da regulamentação do decreto.</p>
<p>Especialista em tributação, Thiago Amaral, do Demarest Advogados, diz que a demora na liberação dos créditos acumulados é um problema recorrente e gera litígio. Pela lei, o Fisco tem até 120 dias para analisar os requerimentos administrativos.</p>
<p>Quando passa desse prazo, o contribuinte &#8211; principalmente aquele com grande volume de crédito retido &#8211; entra com ação na Justiça e pede para o juiz aplicar a regra. Na maioria das vezes, a decisão é favorável: determina-se a análise imediata e, se existir realmente o crédito, a liberação.</p>
<p>“Porque quando o contribuinte tem crédito acumulado em patamar elevado e não consegue dar uma destinação, isso afeta o custo e ele acaba perdendo competitividade”, frisa o advogado.</p>
<p>O decreto que prevê vantagem aos “bons” contribuintes é uma adequação do Estado à Lei Complementar nº 1.320, de 2018. Essa legislação instituiu o que ficou conhecido como “Nos Conformes”, o sistema de classificação dos contribuintes.</p>
<p>O enquadramento ocorre por meio de notas &#8211; A+, A, B, C, D, E e NC -, que variam conforme os riscos que os contribuintes oferecem aos cofres públicos. Quanto mais próximo ao A+, melhor avaliado estará. E, na condição de bom pagador, têm vantagens em relação aos demais.</p>
<p>A lei prevê que o contribuinte classificado nas categorias A+ ou A “fará jus a autorização para apropriação de crédito acumulado, observando-se procedimentos simplificados, na forma e condições estabelecidas em regulamento”. Já o contribuinte classificado na categoria B tem direito à “apropriação de até 50% do crédito acumulado”.</p>
<p>Desde lá, no entanto, não havia regulamentação e essa contrapartida aos bons contribuintes não foi oferecida. É isso o que se pretende agora &#8211; quase quatro anos depois &#8211; com o decreto já publicado e a regulamentação em fase final de elaboração.</p>
<p>Publicado por <a href="https://valor.globo.com/legislacao/noticia/2022/07/18/sao-paulo-vai-acelerar-liberacao-de-credito-de-icms.ghtml"><strong>Valor</strong></a></p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/tributario/sao-paulo-vai-acelerar-liberacao-de-credito-de-icms/">SÃO PAULO VAI ACELERAR LIBERAÇÃO DE CRÉDITO DE ICMS</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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		<item>
		<title>GUILHERME MANIER É O NOVO SÓCIO DO VISEU</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/tributario/guilherme-manier-e-o-novo-socio-do-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jul 2022 21:18:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Viseu Advogados anuncia novo sócio para a área tributária: Guilherme Manier Carneiro Monteiro. Guilherme possui ampla experiência em temas de...</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/tributario/guilherme-manier-e-o-novo-socio-do-viseu/">GUILHERME MANIER É O NOVO SÓCIO DO VISEU</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/"><strong>Viseu Advogados</strong></a> anuncia novo sócio para a área tributária: <a href="https://viseu.com.br/equipe/guilherme-manier/"><strong>Guilherme Manier Carneiro Monteiro.</strong></a></p>
<p>Guilherme possui ampla experiência em temas de alta complexidade do Direito Tributário no âmbito consultivo, administrativo e judicial. Integrou relevantes escritórios, tendo assessorado empresas de variados setores, especialmente os de tecnologia, e-commerce, mercado de capitais e financeiro.</p>
<p>Para Gustavo Viseu, CEO do escritório, &#8220;o Guilherme atuará alinhado com nosso sócio Fábio Nieves Barreira para, juntos, levarem aos nossos clientes soluções tributárias completas e pragmáticas, voltadas para a eficiência econômica e operacional das empresas&#8221;.</p>
<p>Guilherme Manier ressalta as expectativas de sua entrada no Viseu: &#8220;o objetivo é assessorar os clientes de forma estratégica, ampliando os horizontes das empresas com um planejamento tributário voltado para o crescimento dos negócios. Pretendo contribuir para o desenvolvimento da área tributária do escritório para torná-la uma referência no mercado.&#8221;</p>
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		<item>
		<title>ICMS NA PEC DOS COMBUSTÍVEIS</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/tributario/icms-na-pec-dos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[elton]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 20:49:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A estratégia usada pelo governo Jair Bolsonaro de tentar baixar os preços por meio da redução de impostos vem sendo...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A estratégia usada pelo governo Jair Bolsonaro de tentar baixar os preços por meio da redução de impostos vem sendo adotada em todo o mundo, principalmente por países desenvolvidos. No entanto, diante da falta de perspectiva de que a guerra entre Ucrânia e Rússia dure menos do que se previa, nem sempre esse caminho é o mais viável ou surte efeitos para a população.</p>
<p>Nações europeias como Itália, Espanha, Reino Unido, Irlanda e França implementaram, ainda no início deste ano, medidas para baixar os preços, algumas com redução de impostos e outras diretamente nos valores dos produtos, por meio de subsídios.</p>
<p>Já os Estados Unidos aumentaram a produção de petróleo e criaram um programa de venda de barris excedentes para tentar frear a alta dos preços. Alguns estados americanos também concederam subsídios.</p>
<p>— Não houve queda expressiva no preço da gasolina nos países onde foram concedidas as reduções de impostos ou subsídios — afirma Jessica Batista, especialista em direito tributário pela Universidade Mackenzie, após concluir um levantamento com seis países que adotaram políticas para diminuir os preços dos combustíveis.</p>
<p>Segundo ela, devido à tendência de alta no preço do petróleo, as reduções na Itália e na Espanha não surtiram efeito. Nos Estados Unidos, mesmo com os subsídios concedidos, os preços se mantiveram elevados.</p>
<p>No Brasil, a União conseguiu aprovar no Congresso o projeto que reduz a alíquota máxima do ICMS cobrado pelos estados sobre tarifas de energia, telecomunicações e combustíveis para 17%. Já os impostos federais que incidem sobre a gasolina (PIS/Cofins e Cide) serão zerados, conforme anunciou há cerca de dez dias o presidente Jair Bolsonaro — no caso do diesel, esses tributos já foram zerados.</p>
<p><strong>Transferências aos pobres</strong></p>
<p>O ministro da Economia, Paulo Guedes, tem defendido esse caminho usando os exemplos de outros países.</p>
<p>— Todas as economias do mundo estão fazendo isso. Onze dos 14 mais importantes países europeus estão estudando formas de baixar impostos. Os estados americanos estão baixando impostos — disse Guedes, durante uma entrevista coletiva sobre o tema, ao lado de Bolsonaro e dos presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG).</p>
<p>O economista Cláudio Frischtak, porém, argumenta que a situação fiscal desses países é muito mais sólida que a do Brasil:</p>
<p>— O certo seria ampliar as transferências para os mais pobres. Com exceção do gás de botijão, reduzir preços nos demais energéticos tem efeito concentrador e reduz desigualdade.</p>
<p>Carlos Eduardo Navarro, professor da pós-graduação em Direito Tributário da Escola de Direito de São Paulo, afirma que a redução de tributos, seguramente, diminuirá os custos dos agentes da cadeia de combustíveis. Ele ressalta, no entanto, que não há garantia de repasse ao preço pago pelo consumidor:</p>
<p>— E, mesmo que haja repasse, ele pode ser integral ou parcial. A relação entre tributo e preço final não é tão simples assim.</p>
<p><strong><a href="https://viseu.com.br/equipe/fabio-nieves-barreira-2/">Fábio Nieves Barreira,</a> </strong>ex-juiz do Tribunal de Impostos e Taxas de São Paulo (TIT), diz que o tributo é um custo que compõe o preço do produto e a diminuição da carga tributária é um dos instrumentos possíveis para diminuir o valor dos combustíveis. Porém, nem sempre este caminho é o que resulta em melhores frutos.</p>
<p>— No caso brasileiro, é inconstitucional a lei ou emenda à Constituição que intervenha na tributação dos estados e do Distrito Federal do ICMS, como propõe o governo federal, porque isso afronta o Pacto Federativo. Além disso, o contribuinte precisa de segurança jurídica tributária, isto é, faz-se necessário que se dê ao contribuinte previsibilidade sobre o pagamento dos tributos — diz Barreira.</p>
<p>Ele ressalta que a opção de países como Itália, Holanda, Espanha, Suécia, entre outros, por conceder subsídios e outras formas de ajuda ao setor deve-se ao fato de que “a redução de carga tributária é medida insuficiente para aplacar a pressão dos preços dos derivados do petróleo à inflação”.</p>
<p>Publicado por <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/06/paises-que-subsidiam-combustiveis-colhem-efeitos-limitados-nos-precos.ghtml"><strong>O Globo</strong></a></p>
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