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	<title>Arquivos DIGITAL | Viseu Advogados</title>
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	<description>Advogados Associados</description>
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	<title>Arquivos DIGITAL | Viseu Advogados</title>
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		<title>REUNIÕES E PROCESSO SELETIVO DE ESTÁGIO CHEGAM AO METAVERSO</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/reunioes-e-processo-seletivo-de-estagio-chegam-ao-metaverso/</link>
		
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		<pubDate>Thu, 14 Jul 2022 15:47:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um candidato a estágio na Ambev este ano teve 20 milhões de possibilidades para customizar o seu avatar com cabelos,...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um candidato a estágio na Ambev este ano teve 20 milhões de possibilidades para customizar o seu avatar com cabelos, roupas, acessórios e tons de pele diferentes. Isso porque seu processo seletivo aconteceu no metaverso. Segundo Nathalya Crisanti Rigitano, gerente global de cultura na Ambev, o intuito de os candidatos utilizarem o novo espaço digital foi viabilizar uma maior conexão entre eles e a empresa.</p>
<p>Essa experiência corporativa ainda é para poucos, porque no Brasil as companhias estão em uma fase inicial de adoção desses recursos. O processo da Ambev, que envolve ferramentas de realidade virtual, por exemplo, ainda é um projeto piloto.</p>
<p>Rigitano conta que a plataforma permite a interação com NPCs (personagens não jogáveis) que representam os funcionários da companhia. “Lá, os candidatos podem saber mais sobre a empresa, receber dicas sobre a etapa final e como participar de uma dinâmica de grupo, entre outras atividades”.</p>
<p>De olho no potencial que o metaverso pode ter no mundo do trabalho, algumas corporações resolveram substituir plataformas de videochamadas tradicionais. É o caso do <a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/">Viseu Advogados,</a> empresa que diz ser o ‘primeiro escritório de advocacia a entrar no metaverso’. Os sócios têm usado a tecnologia para fazer reuniões com clientes e, de quebra, entender como funciona esse território.</p>
<p>“Nós visualizamos a oportunidade de estar num novo ambiente que nos permitisse acompanhar essa tecnologia e aconselhar os nossos clientes que estão interessados em levar os seus negócios para esse novo mundo. São esses mesmos clientes que nos procuram para realizar reuniões dentro do metaverso”, afirma <a href="https://viseu.com.br/equipe/ricardo-motta/">Ricardo Martins Motta,</a> sócio do <a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/">Viseu Advogados.</a></p>
<p>Byron Mendes, professor do curso “metaverso e oportunidades de trabalho” e CEO da Metaverse Agency, diz que há uma tendência das organizações em utilizar o espaço virtual para promover encontros. “Já podemos observar algumas empresas adotando plataformas que permitem reuniões em ambientes imersivos, onde o funcionário é representado por um avatar, ou por meio de dispositivos de realidade mista nos quais os colaboradores conseguem interagir em espaços híbridos e personalizáveis”, afirma.</p>
<p>Outra empresa que está apostando neste potencial é a Housi, que realizou uma venda de imóvel no metaverso, e decidiu aproveitar o investimento nessas tecnologias para promover uma festa para suas equipes. O evento aconteceu no formato “figital”, sendo realizado simultaneamente em uma das lojas da Housi em São Paulo e no rooftop do prédio onde a companhia está sediada na plataforma desenvolvida no blockchain Decentraland. “Isso gera um senso de pertencimento. Os funcionários que não puderam viajar e comparecer presencialmente tiveram a oportunidade de participar com os seus avatares, ouvindo o mesmo DJ, e interagindo com as mesmas pessoas, na mesma festa”, pontua Alexandre Frankel, CEO da Housi.</p>
<p>No exterior, algumas companhias têm aprimorado a experiência de seus funcionários usando tecnologias relacionadas ao metaverso. Nos EUA, a PepsiCo promoveu uma conferência para 450 funcionários utilizando óculos de realidade virtual por meio da plataforma Mytaverse.</p>
<p>No final do ano passado, o empresário Bill Gates afirmou que “dentro de dois ou três anos todas as reuniões virtuais poderão acontecer no metaverso”. E um estudo conduzido pela PwC prevê que, em 2030, cerca de 23 milhões e meio de funcionários ao redor do globo usarão tecnologias de realidade aumentada e virtual para treinamentos de equipes e reuniões.</p>
<p>A Meta (ex-Facebook) afirma que esse ambiente ainda está em fase de materialização, o que deve demorar de 5 a 10 anos. “Podemos dizer que é o próximo capítulo da internet e que, no momento, estamos no estágio de &#8216;internet discada&#8217; do desenvolvimento do metaverso”, avalia Caroline Dalmolin, líder de parcerias estratégicas da Meta na América Latina. E como será esse espaço quando se concretizar?</p>
<p>“Muita gente pensa que o metaverso é sinônimo de realidade virtual. Mas o fato é que será um fluxo contínuo de experiências 2D e 3D &#8211; desde uma videochamada como fazemos hoje, passando pela realidade aumentada, totalmente imersiva, até um universo de ambientes 3D em realidade virtual, todos interconectados”, afirma Dalmolin.</p>
<p>Mendes, da Metaverse Agency, é otimista em relação à evolução desses recursos. “Já existem soluções que permitem uma interação menos enfadonha como as que acontecem em reuniões de videochamadas e, no futuro, através de gráficos mais aperfeiçoados, capacidade computacional elevada e internet de maior velocidade, conseguiremos ter uma sensação de imersão capaz de emular com ainda mais exatidão a realidade física”, acredita.</p>
<p>E há empresas acreditando que a forma como trabalhamos será inevitavelmente afetada pelo metaverso e suas tecnologias no futuro. “O metaverso pode trazer a possibilidade de arrumar emprego em qualquer lugar. É uma forma de distribuir melhor a renda para além das grandes capitais em países de dimensões continentais como o Brasil”, pondera Dalmolin.</p>
<p><a href="https://viseu.com.br/equipe/ricardo-motta/">Motta,</a> do <a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/">Viseu Advogados,</a> destaca as diferentes oportunidades de carreira que devem surgir conforme aumente o interesse pelo metaverso. “Diversas profissões devem ser criadas e muitas áreas do direito terão de ser expandidas para lidar com questões que irão aparecer como compliance para funcionários de empresas que atuarem nesse território&#8221;, alerta.</p>
<p>Já Frankel, da Housi, visualiza mudanças no curto prazo: “O metaverso pode revolucionar a forma como as pessoas participam de eventos corporativos. Acredito que ainda neste final de ano veremos chamadas do tipo: &#8216;festa da empresa no metaverso&#8217;, unindo equipes internacionais no mesmo ambiente digital!”.</p>
<p>Publicado por <a href="https://valor.globo.com/carreira/noticia/2022/07/14/reunioes-e-estagio-chegam-ao-metaverso.ghtml"><strong>Valor</strong></a></p>
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		<title>ANTONIELLE FREITAS NO CONGRESSO INOVATIC 2022 SUDESTE</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/antonielle-freitas-no-congresso-inovatic-2022-sudeste/</link>
		
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		<pubDate>Tue, 12 Jul 2022 21:12:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Antonielle Freitas, DPO e Head da área de Proteção de Dados do Viseu Advogados, foi uma das expositoras do Congresso INOVATIC Sudeste em sua segunda edição. Focado no mercado de provedores de internet (ISPs) o evento organizado pelo Tele.Síntese - Terra, debateu com diversos especialistas as principais tendências para o mercado de operadoras do país.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Antonielle Freitas, DPO e Head da área de Proteção de Dados do Viseu Advogados, foi uma das expositoras do Congresso INOVATIC Sudeste em sua segunda edição. Focado no mercado de provedores de internet (ISPs) o evento organizado pelo Tele.Síntese &#8211; Terra, debateu com diversos especialistas as principais tendências para o mercado de operadoras do país.</p>
<p>Antonielle falou sobre o Metaverso e modelos de negócio para o ISP, ao lado de Luís Leão, desenvolvedor evangelista na Twilio, e Tatiany Melecchi, MBA, ACC, CPTD, CEO da TRANSFORMA PEOPLE &amp; PERFORMANCE Consultoria, com moderação de Rafael Bucco, editor do Tele.Síntese.</p>
<p><a href="https://lnkd.in/dMNbc2mh" target="_blank" rel="noopener">Saiba mais sobre o evento</a></p>
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		<title>FUTURO DO TRABALHO E O METAVERSO</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/trabalhista/futuro-do-trabalho-e-o-metaverso/</link>
		
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		<pubDate>Fri, 08 Jul 2022 21:41:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em pesquisa recente a Bloomberg Intelligence prevê que empresas investirão de mais de US$ 400 bilhões em tecnologias de Realidade...</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Em pesquisa recente a Bloomberg Intelligence prevê que empresas investirão de mais de US$ 400 bilhões em tecnologias de Realidade Virtual e Aumentada até 2025. Com isso, o ambiente laboral também poderá sofrer intensas transformações com a utilização da tecnologia. <a href="https://viseu.com.br/equipe/silmara-monteiro-bernardo-2/"><strong>Silmara Monteiro Bernardo,</strong></a> sócia do <a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/"><strong>Viseu Advogados,</strong></a> comenta sobre os impactos na seara trabalhista.</p>
<p>&#8220;A transformação das ferramentas utilizadas no universo corporativo não somente modificam o dia a dia dos empregados, como transformam o olhar e expectativas em relação ao ambiente laboral. A possibilidade de &#8216;estar presente&#8217;, por meio de avatares e interações em um espaço virtual, consolidará ainda mais modelos híbridos e remotos, que caracterizará em uma proximidade real independente da distância física. É o que ocorre quando utilizamos o ambiente do Viseu no Metaverso. A expectativa dos próprios trabalhadores é de atuar no espaço, conforme estudo da Microsoft com 31 países, incluindo o Brasil, que demonstrou que 52% dos empregados estão abertos para migrar as atividades para esse espaço.<br />
Ainda, novas profissões relacionadas a essa realidade surgirão, bem como as questões sobre sua regulamentação e aplicação nas empresas de diversos setores, não só de tecnologia&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>THE LATIN AMERICAN LAWYER DESTACA O SERVIÇO DE DPO POR ASSINATURA DO VISEU</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/the-latin-american-lawyer-destaca-o-servico-de-dpo-por-assinatura-do-viseu/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 21:35:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Portal THE LATIN AMERICAN LAWYER destacou o lançamento do serviço de DPO por assinatura do Viseu Advogados para compliance...</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/the-latin-american-lawyer-destaca-o-servico-de-dpo-por-assinatura-do-viseu/">THE LATIN AMERICAN LAWYER DESTACA O SERVIÇO DE DPO POR ASSINATURA DO VISEU</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Portal THE LATIN AMERICAN LAWYER destacou o lançamento do serviço de DPO por assinatura do <a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/"><strong>Viseu Advogados</strong></a> para compliance das empresas à LGPD.</p>
<p><a href="https://viseu.com.br/equipe/antonielle-freitas/"><strong>Antonielle Freitas,</strong></a> DPO e head da área de Proteção de Dados, destacou a autonomia como diferencial do serviço. &#8220;Além de ser uma solução mais econômica, o serviço de assinatura evita conflitos e garante a autonomia necessária à função&#8221;, afirmou.</p>
<p><a href="https://lnkd.in/efMpFWS6">Leia a matéria na íntegra, em inglês</a></p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/the-latin-american-lawyer-destaca-o-servico-de-dpo-por-assinatura-do-viseu/">THE LATIN AMERICAN LAWYER DESTACA O SERVIÇO DE DPO POR ASSINATURA DO VISEU</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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		<title>DPO POR ASSINATURA</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/dpo-por-assinatura/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 21:19:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Viseu Advogados anunciou um formato de serviço inovador, a terceirização do DPO – Data Protection Officer na modalidade de assinatura.</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/dpo-por-assinatura/">DPO POR ASSINATURA</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="https://www.linkedin.com/company/viseu-advogados/"><strong>Viseu Advogados</strong></a> anunciou um formato de serviço inovador, a terceirização do DPO – Data Protection Officer na modalidade de assinatura.</p>
<p>Uma equipe de advogados certificados para a função de DPO executará as principais atividades previstas na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para que as empresas estejam sempre em compliance.</p>
<p>Para ganhar escala, o escritório utilizará uma plataforma de tecnologia para garantir a automação, segurança e controle na gestão dos trabalhos e de sua equipe de DPOs.</p>
<p><a href="https://viseu.com.br/equipe/antonielle-freitas/"><strong>Antonielle Freitas,</strong></a> head da área de proteção de dados e DPO do Viseu, comenta: “tendo atuado em diversos projetos de adequação à LGPD e também como DPO, tive a oportunidade de vivenciar os desafios enfrentados pelas organizações para a contratação de um Encarregado de Dados, o que nos levou a desenvolver um serviço que resolva essa dor das empresas”.</p>
<p>Para Antonielle, além de ser uma solução mais econômica do que contratar um DPO empregado, o serviço previne os conflitos e garante a isenção necessária à função: “o DPO externo atua com autonomia e imparcialidade, evitando os conflitos de interesse que podem surgir quando a empresa tem um DPO interno”.</p>
<p>Para <a href="https://viseu.com.br/equipe/gustavo-viseu-2/"><strong>Gustavo Viseu,</strong></a> sócio e CEO do escritório, “a maior inovação desse serviço está no formato de assinatura, uma tendência que vemos em outros setores da economia, porém inédita no mercado jurídico. Aliamos tecnologia e expertise jurídica para que os nossos clientes tenham conveniência e segurança na contratação de um DPO terceirizado”.</p>
<p><a href="https://lnkd.in/eET8Q4zs" target="_blank" rel="noopener">Saiba mais sobre o serviço</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/dpo-por-assinatura/">DPO POR ASSINATURA</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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		<title>CADASTRO POSITIVO COMEÇA A VALER DE FORMA CAPENGA</title>
		<link>https://viseu.com.br/noticias/digital/cadastro-positivo-comeca-a-valer-de-forma-capenga/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 10 Jul 2019 18:29:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A inclusão automática de consumidores no cadastro positivo, considerada por bancos fundamental para uma avaliação...</p>
<p>O post <a href="https://viseu.com.br/noticias/digital/cadastro-positivo-comeca-a-valer-de-forma-capenga/">CADASTRO POSITIVO COMEÇA A VALER DE FORMA CAPENGA</a> apareceu primeiro em <a href="https://viseu.com.br">Viseu Advogados</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) – A inclusão automática de consumidores no cadastro positivo, considerada por bancos fundamental para uma avaliação mais precisa do risco de um calote e redução dos juros, começa de forma capenga nesta terça-feira (9).</p>
<p>A lei, aprovada em abril, permite que a partir de agora empresas e birôs de crédito (Serasa, SPC, Boa Vista e Quod) possam trocar informações dos consumidores sem que seja dada uma autorização prévia.<br />
No entanto, a transferência automática de dados entre as instituições financeiras e birôs de crédito precisa ser regulamentada por um decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que ainda não foi publicado.<br />
Segundo informou a Casa Civil à reportagem, ainda não há data para a publicação do decreto.<br />
Na prática, até que essas normas sejam publicadas, birôs poderão receber informações somente de empresas não financeiras, como varejistas, empresas de telefonia ou então concessionárias de luz e água.<br />
Segundo a Anbc, o sistema que compartilha esses dados está pronto, mas irá processá-los apenas quando receber as informações de crédito dos bancos, principal elemento para formar o histórico de crédito.<br />
As normas preveem que é possível cancelar a inclusão automática no sistema do cadastro positivo junto a qualquer um dos quatro birôs, por telefone, pelo site ou nos postos de atendimento.<br />
Quem tentou pré-cancelamento, a exclusão do nome antes de o cadastro entrar em vigor, esbarrou na burocracia e em falhas no atendimento. Para cancelar a inclusão, é necessário atestar a titularidade e os birôs exigem uma série de informações pessoais que demandam tempo e paciência de quem quiser sair.<br />
Os birôs informam que a partir desta terça, o titular pode solicitar o cancelamento pelos mesmos canais e deve ter os seus dados retirados do sistema em até dois dias úteis.<br />
A perspectiva inicial, no entanto, é que o procedimento varie de acordo com o birô. Em alguns, é necessário fornecer dados pessoais para ser retirado do cadastro positivo. Segundo os birôs, a ausência do decreto presidencial e a limitação na troca de informações que isto causa não compromete a exclusão do nome.<br />
Caso haja dificuldade no cancelamento, devem ser acionados órgãos de defesa do consumidor, como o Procon.<br />
Segundo especialistas, a retirada não é aconselhável. Para a concessão de crédito, ter um escore ruim pode ser melhor do que não ter escore, já que não fazer parte do cadastro positivo pode ser considerado um elemento de risco.<br />
“A saída do cadastro fará com que as instituições que concedem crédito tenham acesso a menos informações sobre o consumidor ou a empresa que retirou seus dados. Ao avaliar a possibilidade de concessão de empréstimos e financiamentos, essas instituições só poderão visualizar as contas que não foram pagas”, afirma Elias Sfeir, presidente da Anbc (Associação Nacional dos Bureaus de Crédito).<br />
O cadastro positivo é um banco de dados com todas as contas de consumidores, independentemente de elas terem sido pagas em dia ou em atraso. Pode ser comparado a um histórico escolar, que tem as notas boas e ruins. Além de operações de crédito tradicionais, como empréstimos e financiamentos, o cadastro passa a considerar contas de consumo pagas mensalmente.<br />
No Brasil, até então vigorava o cadastro negativo, que registrava apenas dívidas em atraso. Após a conta ser quitada, a informação deixava a lista de pessoas com nome sujo, mas servia para compor o escore de crédito.<br />
Era possível aderir de forma voluntária ao cadastro positivo, que conseguiu ao redor de 10 milhões de clientes. O potencial, com a inclusão automática, é de mais de 100 milhões de consumidores cadastrados.<br />
Com uma massa enorme de informações a serem coletadas e com o uso de algoritmos para a análise de dados, a transferência automática de informações dos clientes entre empresas e birôs de crédito levanta questionamentos à privacidade.<br />
“A lei vai contra o princípio de privacidade, pois abre uma exceção a necessidade de consentimento”, <strong>diz o advogado Gustavo Artese, do Viseu Advogados</strong>, enfatizando justamente o ponto mais polêmico do debate na lei no Congresso.<br />
A lei acabou por pacificar que essa troca de dados ligados a crédito e a dívidas não fere o direito à privacidade, mas é preciso seguir alguns princípios, afirma professor Bruno Bioni, fundador do Data Privacy Brasil.<br />
Ele lista: necessidade (essa informação é realmente importante para a análise de crédito do cliente), proporcionalidade (terá um peso equivalente a sua importância atribuído na análise) e a transparência (os birôs precisam informar que tipos de dados coletam, de onde buscam e com quem compartilham essas informações).<br />
Assim como o Facebook permite que um usuário baixe todas as informações que a rede social tem dele, o mesmo deve ocorrer com os bancos e birôs de crédito, que deverão atender ao pedido de acesso a todas as informações coletadas.<br />
A reportagem procurou os grandes bancos para entender quais informações são coletadas e consideradas na análise de crédito atualmente, mas eles não responderam aos pedidos de entrevista. Tradicionalmente, instituições financeiras acessam as notas dos birôs de crédito e combinam com informações próprias para decidir se emprestam dinheiro ou não.<br />
Com os pagamentos com cartões de crédito e débito, e o uso de aplicativo para quitar as contas mensais, bancos têm informações detalhadas de onde e como consumidores gastam o salário todos os meses.<br />
Alguns dos aplicativos dos bancos organizam por tipo de despesa, como alimentação, transporte, contas da casa. Sabem, por exemplo, quanto cada consumidor gasta com Uber ou em restaurantes.<br />
Dados como a quantidade de dependentes, endereço e profissão podem ser utilizadas na análise de crédito.<br />
“Os bancos, especialmente as fintechs, usam uma série de informações para traçar um perfil de crédito. A análise pode incluir tipos de de gasto e perfis públicos em redes sociais, para ver se há compatibilidade entre o estilo de vida e os gastos financeiros”, afirma Fernando Mirandez, do Pinheiro Neto.<br />
Segundo o advogado, não há uma norma que defina como os dados devem ser tratados, apenas exigência de segurança da informação por parte do Banco Central, para evitar eventuais vazamentos.<br />
Só com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) em vigor, em agosto de 2020, que os clientes vão poder saber quais dados estas instituições tratam, como isto é analisado e para que fim.<br />
O GuiaBolso, um aplicativo de finanças pessoais que consulta as informações do usuário em todos os bancos e cartões de crédito, faz justamente dessa sistematização de informações um diferencial para conhecer o consumidor e atribuir um risco de crédito a ele.<br />
Dentro da plataforma, oferece crédito de bancos menores para aqueles consumidores que solicitam, baseados nesse escore.<br />
Segundo Rafaella Perez, diretora jurídica do Guiabolso, a forma como essas informações detalhadas compõem o escore é considerado a inteligência, o diferencial de cada empresa.<br />
“O grande ponto é quais serão esses dados que serão considerados excessivos”, acrescenta Bioni, antecipando futuros questionamentos nos Tribunais.<br />
Aos birôs, porém, o compartilhamento é mais restrito: bancos e varejistas informam que há um empréstimo contratado, valor, prazo e que a dívida foi paga. Em caso, negativo, fica um vazio que indica a inadimplência.<br />
Ainda na discussão de privacidade, o decreto presidencial precisará informar qual o período histórico de troca de informações.<br />
Pela regra que vigorou até então, o Banco Central fixou que birôs recebem para o cadastro positivo os dados daquele mês e de 12 meses anteriores. Essas informações podem ser armazenadas por 15 anos.<br />
Caso permaneça da mesma forma, os birôs poderão receber informações de um período em que consumidores não haviam consentido com o compartilhamento de informações, de antes de abril deste ano.<br />
“Eu não gostaria de receber além de dados de abril. Exceto se no decreto vier essa especificação”, afirma o presidente da Boa Vista, Dirceu Gardel.</p>
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